03. Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UAST)
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Item Variação linguística no ensino de língua portuguesa: um olhar do professor de séries do fundamental II(2019) Soares, Vanessa Silva; Santos, Renata Lívia de Araújo; http://lattes.cnpq.br/7009377945244623; http://lattes.cnpq.br/5882565782735492Durante todo o processo de ensino de línguas, desde as primeiras escolas firmadas no Brasil guiadas pelos Jesuítas, houve uma didática apoiada ao uso correto e às normas dessas línguas, o que não se fez diferente quando a Língua Portuguesa entra no currículo escolar, apoiada por manuais concretizados por professores do Colégio Pedro II. A normatização da língua, para os professores, foi por anos e anos a forma correta de se aprender e de se falar o idioma, sem espaço para variações desta. Apenas recentemente, a pouco mais de vinte anos, com a chegada de documentos federais voltados ao professor, como por exemplo, os PCNs, o ensino de Língua Portuguesa começa a ser visto de uma forma mais interacional, ligando esse ensino ao cotidiano dos alunos e não mais a uma língua erudita e inalcançável. Houve processos nos cursos de Licenciatura que buscaram mudar a visão dos novos professores quanto a língua em que usam e que posteriormente seria seu objeto de trabalho, para que com isso os alunos pudessem enxergar seus discursos de forma não inferiorizada, afirmando que o que eles falam é português sim. Com isso, este trabalho teve como objetivo trazerum estudo a respeito de como se dá e qual a importância da variação linguística no ensino básico, mais precisamente no Ensino Fundamental II, tendo colaboração de professores participantes desse nível de ensino, por meio de entrevistas escritas com seis desses profissionais docentes de duas escolas de Serra Talhada-PE. Os resultados mostram um novo contexto nas práticas de ensino de Língua Portuguesa, que visa uma sala heterogênea e com respeito a sua língua.
