Logo do repositório
Comunidades & Coleções
Busca no Repositório
Guia Arandu
  • Sobre
  • Equipe
  • Como depositar
  • Fale conosco
  • English
  • Português do Brasil
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar.Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Orientador

Navegando por Orientadores "Moura, Geraldo Jorge Barbosa de"

Filtrar resultados informando o último nome do autor
Agora exibindo 1 - 7 de 7
  • Resultados por Página
  • Opções de Ordenação
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Anfíbios anuros da Estação Ecológica do Tapacurá
    (2024-10-04) Lacerda, Paulo Lucas de Oliveira; Moura, Geraldo Jorge Barbosa de; http://lattes.cnpq.br/1348666346504103; http://lattes.cnpq.br/0170469324900416
    Os anuros são excelentes bioindicadores da qualidade ambiental, visto que são sensíveis às mudanças ambientais, como a temperatura, pH, umidade e poluição. A maior riqueza de anfíbios anuros no mundo está no Brasil, com a maior parte das espécies ameaçadas exclusiva de Mata Atlântica. Esses animais são controladores populacionais de insetos e outros invertebrados e servem de base trófica para muitas espécies. As ações antrópicas, em sua maioria, impactam negativamente os biomas e ecossistemas, interferindo e degradando cadeias e nichos ecológicos. Mediante o exposto, o presente estudo buscou identificar a taxocenose dos Anfíbios Anuros da Estação Ecológica do Tapacurá (EET), identificando seus microambientes, seus modos reprodutivos e status de conservação, a fim de direcionar melhores ações de manejo promovendo estratégias e ações de proteção a fragmentos florestais que sofrem esses impactos. Foram realizadas pesquisas por meio das literaturas publicadas, oficiais na Estação Ecológica do Tapacurá e visitas à Coleção Herpetológica (CHP) da UFRPE. Foi registrado um total de 45 espécies de anfíbios anuros, distribuídas em nove famílias. A riqueza de espécies (45) registrada na Estação Ecológica do Tapacurá corresponde à 48% do número de espécies que compõem a anurofauna Estado de Pernambuco (92). Dentre as espécies registradas, 51% apresentam hábitos arborícolas e 46% hábitos terrestres. Foram identificados treze modos reprodutivos diferentes, sendo os modos reprodutivos 1 (ovos depositados diretamente em águas lênticas) específico de 23 espécies e 11 (ovos depositados em ninhos de espuma flutuantes em águas lênticas) específico de 4 espécies. Em relação ao status de conservação uma espécie está classificada como Vulnerável (Hylomantis granulosa), três como Dados Insuficientes (DD) e cinco ainda não foram avaliadas. Este estudo, contribui para o conhecimento das espécies de anfíbios anuros que habitam a EET, na qual esforços amostrais pretéritos culminaram na publicação de uma primeira lista de anfíbios anuros, com 43 espécies, publicada em 2012. Mais além, acrescenta três espécies novas Dendropsophus tapacurensis (descrita como Scinax sp.), Macrogenioglottus allipioi e Leptodactylus mystaceus ocorrências a essa listagem e reforça a necessidade de mais ações políticas de preservação da Estação Ecológica de Tapacurá.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Anurofagia em rãs neotropicais do gênero Leptodactylus Fitzinger, 1826
    (2022-09-27) Souza, Ubiratã Ferreira; Moura, Geraldo Jorge Barbosa de; Dubeux, Marcos Jorge Matias; http://lattes.cnpq.br/9685756424562850; http://lattes.cnpq.br/1348666346504103; http://lattes.cnpq.br/3576159402421636
    A interação predador-presa é um componente relevante que auxilia na compreensão de como se dá o fluxo de energia nas teias tróficas, além de servir como mecanismo que atua na estruturação da comunidade. Os anuros ocupam posição crucial na rede trófica, servindo como predador e presa de muitas espécies, inclusive para o próprio grupo. Dentre os anuros neotropicais, há diversos registros de predação de anuros por espécies de Leptodactylus, tornando o gênero de grande interesse para a descrição dos padrões ecológicos na relação predador-presa, em especial a anurofagia. Assim, revisamos registros de anurofagia pelo gênero Leptodactylus publicados nos últimos 50 anos na região Neotropical e discutimos os padrões de tamanho entre predadores e presas, além dados sobre o que até então foi publicado sobre anurofagia, identificando padrões de distribuição espaciais e temporais de amostragem. Os registros de predação por Leptodactylus aumentaram substancialmente nas últimas décadas, principalmente após 2002. Há relação significativa no tamanho de anuros predadores e suas presas, havendo uma tendência de quanto maior o predador, maior a sua presa. O tamanho dos anuros predados variou de 19.8 mm a 86 mm de comprimento rostro-cloacal (CRC), sendo o tamanho corporal um fator determinante para interações predador-presa. Quando encontrado presas maiores os Leptodactylus compensam isso com mais presas de tamanhos variados. As famílias de sapos com registro de predação pelo gênero foram Leptodactylidae, Hylidae, Bufonidae e Microhylidae. O déficit de detalhes nos dados publicados, como precisão taxonômica, CRC dos predadores e presas, é grande. Muitos relatos trazem mecanismos antipredação como fatores relevantes para evitar alguns eventos de predação. Apesar de comum, futuros estudos sobre eventos de predação de sapos-sapos devem incluir informações como tamanho e identificação de presas/predadores, estratégias antipredação, tempo de captura e ingestão (quando pertinente), estágio de desenvolvimento dos anuros e características do habitat.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Aves migratórias no Nordeste brasileiro: uma análise cienciométrica
    (2022-10-07) Silva, Beatriz Borba de Morais Ribeiro; Moura, Geraldo Jorge Barbosa de; Frazão, Márcio Chaves; http://lattes.cnpq.br/5314751391292608; http://lattes.cnpq.br/1348666346504103; http://lattes.cnpq.br/8843353219992073
    Para que a ciência possa desenvolver pesquisas a respeito de um tema, antes de tudo, é importante que se saiba qual o status de conhecimento atual presente na literatura acerca do mesmo, e assim, elaborar um planejamento estratégico para o desenvolvimento de ações de pesquisa e conservação. Uma das metodologias que possibilita avaliar esse tipo de conhecimento é a cienciometria (Vanti, 2002). Diante dessa premissa, o presente trabalho teve como objetivo, metrificar a produção científica nacional acerca do tema "Aves Migratórias" no Nordeste brasileiro, entre 2000 e 2022, a fim de mapear o status atual de conhecimento e produção literária científica, podendo contribuir como ferramenta para desenvolvimento de projetos e ações que visem preencher possíveis lacunas de conhecimento. O trabalho avaliou um total de 1113 publicações, seguindo as palavras-chave pré-estabelecidas na metodologia, onde resultou em 63 publicações que atendiam aos critérios propostos. Desses pode-se aferir um quantitativo total de 132 espécies com ocorrência registrada para a região nordeste do país. Tornou-se evidente a necessidade de pesquisas mais aprofundadas a respeito do tema e ainda a busca por realizar publicações em revistas de maior renome na área científica.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Concentração de elementos-traço chumbo (Pb) e cobre (Cu) em tecidos de Chelonia mydas (Linnaeus, 1758) no Litoral Sul de Pernambuco, Nordeste do Brasil
    (2021-08-06) Queiroz, Emily Pereira de; Moura, Geraldo Jorge Barbosa de; Rodrigues, Midiã da Silva; http://lattes.cnpq.br/4953311636839935; http://lattes.cnpq.br/1348666346504103; http://lattes.cnpq.br/9237498056744804
    Entre as ameaças às espécies de tartarugas está a contaminação dos ambientes marinhos por elementos-traço que penetram nos organismos pela alimentação, vias respiratórias ou cutânea e podem ser repassados pelos níveis tróficos. A espécie Chelonia mydas apresenta de hábitos costeiros cujo item principal da dieta são algas marinhas, as quais já tiveram comprovação de acumulação por elementos-traço. Este trabalho determinou as concentrações dos elementos-traço chumbo (Pb) e cobre (Cu), a fim de saber o nível de contaminação dos indivíduos locais e a biodisponibilidade dos elementos em habitat. Para isso foram usadas 43 amostras dos órgãos fígado e músculo de C. mydas do litoral Sul de Pernambuco, Nordeste do Brasil, recolhidas de novembro de 2016 a novembro de 2018. A quantificação foi realizada em espectrômetro de emissão óptica com plasma acoplado indutivamente (ICP OES). A presença de Cu apresentou maior quantidade em fígado, enquanto Pb esteve presente em concentração mais elevada em músculo, não sendo detectável no fígado. Para Cu, a maior concentração encontrada foi 64.683 mg kg-1 (6.389–212.286) enquanto para Pb foi de 4.115mg kg-1 (1.4–7.424). O litoral Sul de Pernambuco apresentou concentrações maiores que demais estados brasileiros e diversas áreas ao redor do mundo, mostrando como outras ameaças à espécie mascaram os impactos desses contaminantes, cujos mecanismos de acumulação necessitam de mais estudos para serem plenamente compreendidos. Os valores encontrados fornecem base para monitoramento da espécie e contaminação do habitat local.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Ecologia trófica de Amphisbaena vermicularis Wagler, 1824, (Squamata, Amphisbaenidae) Nordeste, Brasil
    (2021-12-17) Silva, Pedro Vinicius Freire Guedes da; Moura, Geraldo Jorge Barbosa de; Maciel, Renata Perez; http://lattes.cnpq.br/9083555957024860; http://lattes.cnpq.br/1348666346504103; http://lattes.cnpq.br/5792351278939394
    A Amphisbaena vermicularis é um réptil ápode de visão reduzida, porém com boa percepção química e sonora. É um animal fossorial, o que dificulta o estudo acerca de seu comportamento, distribuição e ecologia. O objetivo deste trabalho é analisar a dieta de Amphisbaena vermicularis, bem como os parâmetros relacionados à ecologia trófica dos indivíduos. Foram fornecidos 57 animais (16 machos, 14 fêmeas, 24 juvenis e 3 não identificados) da coleção herpetológica da Universidade Federal do Ceará. Para cada indivíduo, foram aferidas oito medidas morfométricas: comprimento rostro cloacal, largura mandibular, largura do corpo, altura do corpo, altura da cabeça, largura da cabeça, comprimento da cabeça e comprimento da cauda, medidas essas utilizadas para quantificar o grau do dimorfismo sexual da espécie. O conteúdo estomacal foi removido e medido em comprimento e largura. Dos 57 indivíduos, 32 apresentaram estômagos vazios, enquanto 25 tinham presas identificáveis no trato digestivo, o item mais encontrado foi Formicidae, com uma freqüência de 44,12%, seguido por Blattaria com 23,53%, larvas de Coleoptera com 17,65%, Isoptera com 8,82%, e Coleoptera e Araneae empatados com 2,94%, do total de 137 itens alimentares. Os testes estatísticos indicaram ausência variação significativa entre a dieta dos machos, fêmeas e juvenis. Os resultados do presente trabalho revelam que a A. vermicularis é um predador generalista alimentando-se basicamente de artrópodes aleatoriamente, de acordo com a sua capacidade corpórea.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Ecologia trófica de Coleodactylus meridionalis (Boulenger, 1888)(Squamata, Sphaerodactylidae) Nordeste, Brasil
    (2021-12-17) Ferreira, Christian Felipe de Barros; Moura, Geraldo Jorge Barbosa de; Tinôco, Moacir Santos; http://lattes.cnpq.br/0433618384031837; http://lattes.cnpq.br/1348666346504103; http://lattes.cnpq.br/1718763845321714
    O gênero Coleodactylus é composto por cinco espécies distribuídas na América do sul, porém com baixo grau de estudo sobre o mesmo. O Coleodactylus meridionalis uma das espécies do gênero tem ampla distribuição em território brasileiro, ocupando diversos habitats em ecossistemas de Caatinga, Restinga, Brejos de altitude e Mata atlântica. Tendo o conhecimento de que o estudo de dieta pode nos contar muito sobre a história natural das espécias, esse estudo destinou atenção para uma das menores espécies de lagarto da região nordeste do Brasil. Mediante o exposto, objetivou-se caracterizar a ecologia trófica de C. meridionalis, identificando as presas ao menor nível taxonômico possível e investigando a presença de variação entre idade e sexo, assim como, compilar dados da literatura que trazem informações sobre a ecologia trófica do gênero Coleodactylus.Os animais utilizados foram cedidos pela Coleção Herpetológica do Laboratório de Estudos Herpetológicos e Paleoherpetológicos da Universidade Federal Rural de Pernambuco (LEHP-UFRPE), da Coleção Herpetológica do Centro de Ecologia e Conservação Animal da Universidade Católica de Salvador (CHECOAUCSAL) e da Coleção Herpetológica do Núcleo Regional de Ofiologia da Universidade Federal do Ceará (CHUFC- NUROF). Devido o baixo N de indivíduos analisados com conteúdo estomacal por ecossistema, este trabalho pode entender melhor os padrões tróficos dos animais oriundos do brejo de altitude. Os animais foram medidos em relação ao comprimento rostro-cloacal (CRC) com paquímetro digital e abertos por meio de incisão longitudinal, tendo seus estômagos retirados e abertos para análise de seu conteúdo, nos casos onde foi possível medir o conteúdo estomacal, estes também foram medidos, e identificados ao menor nível taxonômico possível, posteriormente conservados em álcool a 70%. A dieta dos animais analisados foi dividida em 8 categorias de presas ingeridas, sendo himenópteros (Formigas), aracnídeos (Ácaros, Aranhas e Pseudoescorpiões) e coleópteros (Besouros) a maior parte da dieta dos lagartos analisados. O teste de análise de variância (ANOVA) constatou dimorfismo sexual na espécie, com as fêmeas sendo maiores em tamanho em relação aos machos, o estudo constatou também a ausência da influência do sexo ou da idade na dieta da espécie, com fêmeas, machos e juvenis compartilhando a mesma dieta. O que tende a gerar competição intraespecífica e inter-específica já que outros indivíduos do gênero também se alimentam de grande parte da dieta de C. meridionalis. O maior número de presas foi de himenópteras, o que pode demonstrar um comportamento de forrageio passivo (Sit-and-wait). Dados compilados da literatura mostram a baixa quantidade de dados sobre o gênero, principalmente sobre dieta, onde espécies como C. brachystoma e C. elizae não possuem esse tipo de dados estudados. Este estudo aprofunda o conhecimento sobre um gênero tão pouco visado cientificamente e com dados tão escassos, estudos esses que podem vir a ajudar na criação de projetos de conservação e manejo mais eficiente da espécie e dos ecossistemas onde ela vive.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Livros técnico-científicos como ferramenta de vínculos na educação ambiental: uma visão analítica e intersubjetiva
    (2025-07-18) Freitas, Arthur Felipe Ferreira de; Moura, Geraldo Jorge Barbosa de; http://lattes.cnpq.br/1348666346504103; http://lattes.cnpq.br/2454032040901369
    A desconexão entre os estudantes e a fauna nativa gera um distanciamento afetivo e simbólico dos elementos da natureza, o que dificulta a construção de vínculos afetivos com o meio ambiente e não garante sensibilização da população relacionada à conservação ambiental. Esse problema se perpetua devido às metodologias de ensino que apresentam conteúdos genéricos, descontextualizados e centrados em espécies exóticas ou utilitárias, o que invisibiliza a biodiversidade nativa e compromete a formação de vínculos afetivos com o ambiente e seus recursos. Diante desse problema, este projeto tem como objetivo elaborar uma proposta de intervenção pedagógica para o Ensino Fundamental baseada no uso de um livro técnico-científico como ferramenta para promover vínculos afetivos entre os estudantes e os elementos materiais e simbólicos da natureza. De caráter qualitativo e descritivo-analítico, a proposta foi desenvolvida a partir do livro “Estação Ecológica do Tapacurá: Escorpiofauna, Herpetofauna e Quiropterofauna”, que reúne informações científicas acessíveis e ilustradas sobre escorpiões, anfíbios, répteis e morcegos encontrados nos fragmentos florestais da EET. A partir dessa obra, foram elaborados dois planos de aula distintos: o primeiro voltado aos anos iniciais do Ensino Fundamental, com atividades baseadas em leitura guiada, desenho observacional e produção de descrições escritas; e o segundo voltado aos anos finais, com foco na construção de teias alimentares, análise de desequilíbrios ecológicos e discussões em grupo. Ambos os planos buscaram integrar conteúdos das ciências da natureza com aspectos afetivos, simbólicos e expressivos, estimulando a aproximação sensível dos alunos à fauna local. Essas propostas revelam que a metodologia escolhida pelo docente, que é responsável por mediar o processo de ensino e aprendizagem, permite a utilização de um material técnico-científico. Quando o material é contextualizado e adaptado ao nível cognitivo do público alvo, este contribui significativamente para o engajamento dos estudantes, despertando curiosidade, empatia e respeito em relação aos animais silvestres da região. Assim, as atividades favorecem a construção de vínculos afetivos com espécies geralmente marginalizadas pelo senso comum, além de possibilitar o desenvolvimento de habilidades previstas na BNCC, especialmente no eixo de “Vida e Evolução”. Ao utilizar um livro técnico como ferramenta didática, o professor atua como mediador entre o saber científico e a experiência vivida dos alunos, o que pode ampliar o potencial formativo da educação ambiental. Além disso, a abordagem pode ser adaptada para diferentes regiões e realidades escolares, desde que respeite o contexto ecológico e sociocultural local. Por fim, uma proposta com metodologias permeadas pela afetividade podem extrapolar o uso pontual de material didático e se configura como um modelo de intervenção capaz de transformar a relação entre os sujeitos e a natureza que os cerca, contribuindo para uma formação mais sensível, ética e comprometida com a conservação ambiental.
Logo do SIB-UFRPE
Arandu - Repositório Institucional da UFRPE

Universidade Federal Rural de Pernambuco - Biblioteca Central
Rua Dom Manuel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos
CEP: 52171-900 - Recife/PE

+55 81 3320 6179  repositorio.sib@ufrpe.br
Logo da UFRPE

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Enviar uma sugestão