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    Ciências “ômicas” aplicadas à análise de sementes
    (2020-11-05) Santana, Bárbara Jossany Gomes de; Santos, Marcone Moreira; Silva, Joselane Príscila Gomes da; http://lattes.cnpq.br/8028063388524508; http://lattes.cnpq.br/3284707164193715; http://lattes.cnpq.br/7128880355985474
    A análise de sementes diz respeito à avaliação da qualidade dessas por meio da utilização de diferentes técnicas para as mais variadas finalidades, entre elas: análises para atestar a qualidade física e fisiológica das sementes. Muitas ferramentas podem ser utilizas, dentre elas as ciências “ômicas”. Esse conjunto de abordagens pode ser considerado um avanço tecnológico substancial para análise de sementes. Das técnicas que fazem parte deste conjunto de ciência, destacam-se: a transcriptômica (estudo dos transcritos genéticos, RNA‟s), a proteômica (estudo das proteínas), a metabolômica (estudo dos metabolomas) e a lipidômica (estudo dos lipídios). No entanto, no que diz respeito à análise de sementes florestais, essas técnicas ainda são pouco difundidas. Diante disso, objetivou-se com esse trabalho desenvolver uma revisão de literatura sistemática e integrativa sobre o uso das ciências “ômicas” para análise de sementes, destacando seus objetivos e tecnologias utilizadas. Para tal, montou-se um banco de dados utilizando o Google Acadêmico como ferramenta de busca. Foram estabelecidos termos de busca em português e em inglês, os quais foram: transcriptoma, proteoma, metaboloma, lipidoma para análise de sementes e para sementes florestais, transcriptomic, proteomic, metabolomic, lipidomic for seeds, for forest seeds analysis, for seeds analysis. Os trabalhos selecionados foram agrupados em tabelas de acordo com a técnica utilizada: Transcriptômica, Proteômica, Metabolômica e Lipidômica. Também foram identificadas as espécies, finalidade do estudo, a classificação quanto ao uso (Agrícola, Florestal, Medicinal e Outros), origem dos estudos (nacional ou internacional) e ano de publicação. Foram analisados um total de 105 estudos, dos quais, 64 corresponderam a espécies agrícolas, 18 florestais, 10 medicinal e 13 classificados como outros. Entre todos os estudos analisados, 77% corresponderam a estudos internacionais. Dentre os estudos nacionais, as técnicas mais expressivas foram: Transcriptômica e Proteômica com 38% e 28%, respectivamente. Já com relação ao ano de publicação, a mais antiga foi de Proteômica, no ano de 2001. Quanto à classificação de uso das espécies estudadas, o maior número de estudos foi desenvolvido com espécies agrícolas, devido maior desenvolvimento e investimentos do setor, que possui mais recursos para investimento em tecnologias avançadas. Entretanto, mesmo que as espécies florestais sejam menos estudadas, observa-se que o campo das ômicas é uma área promissora e em desenvolvimento, podendo ter diversas aplicações no futuro. Para isso, ressalta-se a importância de ampliar os investimentos em pesquisas no âmbito das sementes florestais, sobretudo para espécies nativas, cujos conhecimentos são incipientes diante da diversidade e importância das espécies.
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    Diagnóstico de redes de sementes florestais no Brasil
    (2024-02-07) Silva, Ana Clara Santana; Santos, Marcone Moreira; http://lattes.cnpq.br/3284707164193715; http://lattes.cnpq.br/5674898094215400
    As redes de sementes florestais têm um papel fundamental na preservação e restauração dos ecossistemas florestais, representando iniciativas voltadas para a conservação das espécies vegetais nativas em diferentes biomas. Estas redes funcionam de maneira colaborativa, com a participação ativa de diversos atores sociais, como comunidades locais, organizações não governamentais (ONGs), instituições de pesquisa e entidades governamentais. O objetivo deste estudo foi realizar um mapeamento abrangente das redes de sementes florestais no Brasil, com o intuito de compreender sua distribuição, estrutura e impacto na conservação e restauração dos ecossistemas florestais. Para esse levantamento, foram adotados quatro métodos: pesquisa nas páginas web das redes, análise de perfis no Instagram e aplicação de questionários, consulta ao RENASEM/MAPA com filtros específicos e análise de artigos acadêmicos no Scholar Google, utilizando palavras-chave específicas. Como resultado, foi possível mapear doze redes de sementes florestais no Brasil, identificando quatro principais atores envolvidos. Ficou evidente uma concentração significativa dessas redes nas regiões Centro-oeste e Sudeste do país, com uma diversidade expressiva de espécies nativas dos biomas Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia. As principais instituições de pesquisa e organizações não governamentais foram destacadas como os principais atores envolvidos nesse contexto.
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    Memória hídrica (stress imprint) em sementes: impacto ecofisiológico na germinação e no crescimento inicial de Sesbania virgata (Cav.) Poir
    (2024-03-11) Menezes, Mariane Oliveira; Santos, Marcone Moreira; Silva, Carlos Luiz da; http://lattes.cnpq.br/9191002336120487; http://lattes.cnpq.br/3284707164193715; http://lattes.cnpq.br/1484285198376822
    O presente estudo investigou os efeitos da memória hídrica sobre os aspectos ecofisiológicos da germinação e do desenvolvimento inicial das plântulas de S. virgata. Utilizando uma abordagem mista que combinou métodos quantitativos e qualitativos, juntamente com uma análise estatística rigorosa, incluindo testes como Tukey, ANOVA e análise de regressão, foi conduzido um experimento casualizado com diversos tratamentos. Inicialmente, realizou-se uma revisão da literatura para compreender a importância da espécie e os efeitos da memória hídrica. Em seguida, testes laboratoriais foram realizados para superar a dormência das sementes, determinar o grau de umidade e estabelecer a curva de embebição. Além disso, avaliou-se a taxa de germinação das sementes submetidas à solução de polietilenoglicol 6000 (PEG 6000) para simular o estresse hídrico, tanto com sementes que passaram pelo ciclo de hidratação descontínua (ciclo HD) quanto com sementes que não passaram por esse processo. Após as análises em laboratório, foram conduzidas análises em viveiro com dois tratamentos distintos (sementes que passaram pelo ciclo HD e sementes que não passaram), sob diferentes regimes de rega. Os parâmetros avaliados incluíram altura e diâmetro do coleto, tamanho da raiz, peso seco e fresco, índice de qualidade de Dickson, alocação de biomassa e percentual de sobrevivência das plântulas. Os resultados indicaram a possível presença de memória hídrica nas mudas e demonstraram que o déficit hídrico afeta negativamente a germinação. No entanto, a hidratação descontínua mostrou ter um efeito positivo na germinação das sementes sob condições de déficit hídrico, oferecendo uma estratégia promissora para melhorar a sobrevivência das plantas em ambientes adversos.
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    Relatório final de atividades do Estágio Supervisionado Obrigatório em Engenharia Florestal: Gestão e Monitoramento Ambiental Urbano em Recife, PE
    (2022) Calixto, Shermesson Henrique Mota; Santos, Marcone Moreira; http://lattes.cnpq.br/3284707164193715; http://lattes.cnpq.br/3349917891877024
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