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    Acompanhamento da recria à pasto de bovinos na Fazenda Guaicuí, Várzea da Palma – MG
    (2019) Oliveira, Pedro Henrique Porfirio; Souza, Evaristo Jorge Oliveira de; http://lattes.cnpq.br/0510969297765295; http://lattes.cnpq.br/6300290493354561
    A bovinocultura no mundo possui um efetivo de 1.454,2 bilhões de cabeças. Em 2018 houve crescimento no volume de carne produzida que foi no total de 10,96 milhões de toneladas. Desta quantidade, 20,1% foi exportada e 79,6 foi direcionada ao mercado interno com consumo per capita de 42,12 kg/ano. O objetivo do estágio foi acompanhar o dia-a-dia do manejo da recria à pasto de bovinos na fazenda Guaicuí, várzea da palma – MG pertencente ao Grupo Mantiqueira, com ênfase na recria de bovinos criado a pasto, além de engorda de animais no confinamento. As atividades desenvolvidas foram desembarque e distribuição do gado em piquetes, avaliação dos animais e da pastagem, manejo das pastagens, fornecimento de suplemento, manejo sanitário do rebanho, leitura de chocho e manejo sanitário no confinamento, e acompanhamento das atividades na fazenda arrendada do grupo. O estágio foi de grande importância não só para complementar mas também para aperfeiçoar a formação acadêmica, e os conhecimentos obtidos irão servir para engrandecimento profissional e pessoal futuramente.
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    Acompanhamento do confinamento de bovinos na Fazenda Guaicuí, Varzéa da Palma - MG
    (2019) Sobral, Gilberto de Carvalho; Souza, Evaristo Jorge Oliveira de; http://lattes.cnpq.br/0510969297765295; http://lattes.cnpq.br/7753384548343497
    A bovinocultura de corte no Brasil vem crescendo e se desenvolvendo bastante nos últimos anos, destacando-se no contexto social como a principal fornecedora de proteína de origem animal para a população e com grande influência econômica no PIB do país. O sistema de terminação de bovinos em confinamento consiste em intensificar a produção animal por meio da aglomeração um grande número de animais em pequenas áreas. Esse tipo de sistema permite um maior controle nos manejos nutricionais e sanitários, melhor programação da época de abate dos animais, melhor rendimento de carcaça, produzir carne de melhor qualidade e facilidade na venda dos animais para frigoríficos. Diante disso, objetivou-se acompanhar o confinamento de bovinos na Fazenda Guaicuí, Várzea da Palma – MG. Dentre as atividades desenvolvidas no estágio estão: acompanhamento do manejo de trato, eficiência no carregamento de insumos e na distribuição do trato, manejo sanitário e profilático dos animais antes da entrada no confinamento e durante o período de confinamento e vacinação periódica contra febre aftosa, avaliação bromatológica da dieta e determinação diária da matéria seca da silagem de milho, silagem de milheto e earlage, avaliação e custos da dieta e possíveis alternativas para redução do custo da diária, avaliação dos lotes, acompanhamento do desembarque de animais, acompanhamento do ganho de peso dos animais, acompanhamento dos índices zootécnicos do confinamento, acompanhamento do preparo dos suplementos para o gado a pasto e confinamento na fábrica de ração, participação de reuniões para discussão sobre as metas do confinamento e acompanhamento em uma das fazendas de cria arrendadas. Conclui-se que o estágio supervisionado obrigatório é de fundamental importância para a formação profissional, pois permite associar a teoria à pratica de maneira eficiente, além de compreender como funciona um dos segmentos da cadeia produtiva de bovinos de corte.
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    Degradabilidade ruminal do genótipo de capim-elefante Mott
    (2019) Sobral, Gilberto de Carvalho; Souza, Evaristo Jorge Oliveira de; http://lattes.cnpq.br/0510969297765295; http://lattes.cnpq.br/7753384548343497
    Objetivou-se avaliar o desaparecimento da matéria seca e estimar a degradação potencial e efetiva do capim-elefante genótipo Mott ao longo de diferentes taxas de passagem (2, 5 e 8%/hora) em ovinos mantidos em área de Caatinga. O experimento foi realizado no Setor de Ruminantes da UAST/UFRPE, com duração de 20 dias, sendo 15 para adaptação e 5 para incubação. Foram utilizados três ovinos mestiços de Santa Inês, não castrados, fistulados no rúmen e com peso corporal médio aproximado de 60±2kg. A dieta era constituída capim-elefante, farelo de algodão, milho e sal mineral, com proporção 70:30. O material foi coletado, picado e submetido a uma pré-secagem a 55 °C por 72 horas. Cada conjunto de sacos foi colocado de acordo com os tempos de incubação (0, 2, 4, 6, 12, 24, 48, 72 e 96h) e retirados todos de uma vez para serem lavados em água corrente até que a água da lavagem se apresentasse limpa e, em seguida, realizada a secagem a 55°C por 72 horas sacos foram pesados e determinado o desaparecimento da matéria seca. Para avaliação do desaparecimento da matéria seca ao longo dos tempos de incubação foi utilizado o delineamento em blocos casualizados em esquema de parcelas subdividas, de modo que o efeito do tratamento (genótipo Mott) foi alocado nas parcelas e o tempo de incubação no rúmen nas subparcelas. Os dados foram analisados pelo pacote estatístico Statistical Analysis Systems (SAS, versão 9.1). Houve diferença significativa (P<0,05) com relação ao desaparecimento da matéria seca do capim elefante genótipo Mott ao longo do período de incubação, atingindo o seu potencial de desaparecimento com 72 horas após a incubação, após isso estabilizando-se até 96 horas. Com relação a degradabilidade potencial e efetiva da matéria seca do capim elefante genótipo Mott em função das diferentes taxas de passagem (2; 5; 8%/h), houve efeito significativa (P<0,05). O capim-elefante genótipo Mott apresentou uma fração solúvel “a” (28,79%), fração potencialmente degradável “b” (47,67%), a taxa de degradação da fração (b) “c” (5,10%) e fração não degradável “ND” (23,54%). O capim elefante Mott apresenta uma elevada proporção de matéria seca degradável, sendo recomendado para produção de ruminantes.
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    Digestibilidade in situ da indigofera suffruticosa e da varronia leucocephala
    (2019) Oliveira, Pedro Henrique Porfirio; Souza, Evaristo Jorge Oliveira de; http://lattes.cnpq.br/0510969297765295; http://lattes.cnpq.br/6300290493354561
    Objetivou-se avaliar a digestibilidade in situ do anil (Indigofera suffruticos) e do moleque duro (Varronia leucocephala). O experimento foi conduzido na Unidade acadêmica de Serra Talhada – UAST da Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE no setor de Ruminantes. Foram utilizados três carneiros fistulados no rúmen, sem padrão racial definido (SPRD) não castrados. Foi utilizado o delineamento em blocos ao acaso em esquemas de parcelas subdivididas. As plantas escolhidas para incubação foram submetidas a uma pré secagem na estufa de circulação forçada de ar a 55°C. Depois o material foi triturado em um moinho com peneira de 3 milímetros e colocados em sacos de TNT com dimenções de 5 x 10 x 2 centímetros tendo 1,0804 gramas de amostra do anil em cada saco e 1,0947 gramas de amostra do moleque duro em cada saco, todos em duplicata. Na taxa de desaparecimento de matéria seca do anil, levou 24 horas para atingir o pico de desaparecimento. Em relação ao moleque duro, levou 96 horas para atingir o pico de desaparecimento, levando 72 horas a mais que o anil. De forma geral o anil obteve maior taxa de desaparecimento da matéria seca (61,20%) do que a do moleque duro (44,40%). O anil apresentou diferença significativa (P<0.05) quando relacionado a digestibilidade potencial e efetiva (2, 5 e 8%/h) em comparação ao moleque duro. A fração solúvel (a), fração potencialmente degradável (b) , taxa de degradação foram maiores no anil do que no moleque duro, quanto a fração não degradável (ND), foi maior também no moleque duro que no anil. Apesar do anil ser mais degradável que o moleque duro, ambas servem como alimentação alternativa para os ovinos, contribuíndo de forma satisfatória para produção. É importante mais pesquisas relacionadas à composição quimica e disgestibilidade desses alimentos, tanto quanto de outros, para fortalecer o uso de plantas forrageiras da Caatinga na produção animal.
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    Potencial para criação de lhamas (Lama glama) no semiárido brasileiro
    (2022-10-06) Anjos, Marcelo Lopes dos; Souza, Evaristo Jorge Oliveira de; http://lattes.cnpq.br/0510969297765295; http://lattes.cnpq.br/3270165723105659
    A criação de lhamas tem crescido e chega ao Brasil com um formato inovador, e voltado para o mercado pet. Este mercado é amplo e diversificado tanto no que se refere à variedade de espécies, quanto de insumos voltado para as mesmas. No Brasil existe um déficit de insumos voltado para a criação de lhamas e os criadores tem utilizado ração comercial formulada com base nas exigências nutricionais de cavalos. Diante disto, objetivou-se verificar o perfil bioquímico sanguíneo e os padrões comportamentais de Lhamas (Lama glama) criadas no semiárido brasileiro e desta forma, estabelecer o melhor nível de proteína bruta para formulação de suplementos. Foram utilizados cinco Lhamas fêmeas, adultas, com peso corporal médio inicial de 115.25 ± 6,90 kg. Os tratamentos apresentaram níveis de proteína bruta (PB) com 14, 18 e 28% e foram ofertados na proporção de 0,4% de acordo com o peso vivo dos animais, duas vezes ao dia, manhã e tarde, e no decorrer dos dias ficaram em pastagens compostas por capim buffel (Cenchrus ciliaris L.). As análises para determinação do perfil bioquímico foram realizadas através de kits comerciais das marcas Bioclin® e analisador semiautomático Bio-2000® . A posição e as atividades das Lhamas na área foram monitoradas por meio de coleiras com Global Positioning System (GPS). Foi utilizado o Change-over design com efeito simples, com três tratamentos (níveis de proteína), cinco animais e três períodos. Os dados foram analisados utilizando o Statistical Analysis System (SAS, versão 9.1). Houve efeito significativo (P<0,05) para os níveis de glicose, ureia, acido úrico, creatinina, colesterol, triglicerídeos e aspartato transaminase (AST). No entanto, os níveis de PB na dieta das Lhamas não alteraram os níveis plasmáticos de proteína total, albumina e alanina Aminotransferase (ALT), (P>0,05). Os diferentes níveis de proteína bruta no suplemento promoveram efeito significativo (P<0,05) no padrão comportamental das Lhamas, onde os animais que receberam o suplemento com 14% de PB apresentaram (P<0,05) maior comprimento cartográfico e maior densidade de Kernel. O suplemento com 18% PB é o mais indicado para Lhamas criadas no semiárido brasileiro, uma vez que, este promoveu o melhor perfil bioquímico sanguíneo sem comprometer os padrões comportamentais.
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