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    Impactos da salinidade e diferentes fontes de nitrogênio no crescimento do melão cantaloupe fertirrigado
    (2025-02-13) Lucena, Ronievon Lima; Santos Júnior, José Amilton; Almeida, Júlio Ciqueira de; http://lattes.cnpq.br/0652334859296589; http://lattes.cnpq.br/2839547928353699; http://lattes.cnpq.br/6479269598369533
    Regiões áridas e semiáridas sofrem diariamente com a crise de abastecimento de água e, por vezes, a água salobra é a principal fonte hídrica disponível. Dessa forma, é fundamental a realização de pesquisas que viabilizem o uso dessas águas na agricultura. O presente estudo foi projetado com o intuito de avaliar os impactos do uso de águas salobras e de fontes de N no crescimento de plantas de melão do tipo cantaloupe “harper”. Foram conduzidos dois experimentos com o mesmo delineamento experimental, a saber, quatro níveis de condutividade elétrica (2,0; 3,0; 4,0 e 5,0 dS m-1) da solução nutritiva utilizada na fertirrigação das plantas e duas fontes de nitrogênio, o nitrato e a uréia. No Experimento I, as águas salobras foram obtidas mediante a solubilização de NaCl e, no Experimento II, de CaCl2.2H2O. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial 4 × 2, com quatro blocos, totalizando trinta e duas unidades experimentais para cada experimento, sendo um total de sessenta e quatro unidades experimentais. O estudo foi conduzido em casa de vegetação pertencente à Estação experimental de Fertirrigação e Salinidade - Departamento de Engenharia Agrícola da Universidade Federal Rural de Pernambuco (DEAGRI/UFRPE), Recife -PE (8° 01’ 07” de latitude Sul e 34° 56’ 53” de longitude Oeste, e altitude de 6,5 m). Foram avaliados o número de folhas, área foliar (cm), altura de plantas e diâmetro do caule (mm) de ambos os experimentos em quatro períodos diferentes: 15, 30, 45 e 58 dias após transplantio para o Experimento I; e 15, 30, 45 e 57 dias após transplantio para o Experimento II. Verificou-se que o aumento da condutividade elétrica da solução nutritiva foi o principal fator que reduziu os parâmetros de crescimento do melão e que, embora o efeito da interação salinidade vs N tenha sido constatada sobre a área foliar, não há diferença quanto ao uso do nitrato ou da ureia como fonte de N. De um modo geral, o crescimento das plantas expostas a águas salinizadas com NaCl foi menos afetado, evidenciando o efeito tóxico do Cl- aportado em maior quantidade via solubilização de CaCl2.2H2O.
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    Trocas gasosas do coentro sob soluções nutritivas preparadas em águas salobras com diferentes prevalências catiônicas
    (2025-02-15) Bognola, Alyne Felix; Santos Júnior, José Amilton; Oliveira, Tarcísio Ferreira de; http://lattes.cnpq.br/1402579486374895; http://lattes.cnpq.br/2839547928353699; http://lattes.cnpq.br/7222011941962608
    A escassez de recursos hídricos, sobretudo em regiões áridas e semiáridas, demanda estratégias sustentáveis para a produção agrícola, destacando-se o uso de águas salobras como alternativa viável, reduzindo a pressão sobre fontes de água doce e promovendo a adaptação dos sistemas produtivos a ambientes adversos. Nesse contexto, o presente estudo foi desenvolvido com o objetivo de avaliar as trocas gasosas das plantas de coentro (Coriandrum sativum L.), cultivar Verdão, expostas a soluções nutritivas preparadas em águas salobras sob diferentes concentrações e naturezas iônicas. O experimento foi conduzido em ambiente protegido pertencente a Estação Experimental de Fertirrigação e Salinidade – Departamento de Engenharia Agrícola – Universidade Federal Rural de Pernambuco (DEAGRI/UFRPE), em Recife-PE (8°1'7'' de latitude Sul e 34°56'53'' de longitude Oeste, e altitude de 6,5 m). Adotou-se um delineamento experimental em blocos ao acaso, analisado em esquema fatorial 4 × 3, com quatro repetições. Os tratamentos consistiram em quatro níveis de condutividade elétrica da solução nutritiva (CEsn = 1,6; 3,2; 4,8 e 6,4 dS m−1) e três fontes de salinização da água de preparo da solução nutritiva (NaCl, CaCl2 e MgCl2). Foram avaliadas as variáveis: condutância estomática, transpiração, concentração interna de CO2, fotossíntese líquida e eficiência instantânea de carboxilação das plantas. Os dados obtidos foram submetidos a análise de variância pelo teste F em nível de 0,05 de probabilidade. Os resultados indicaram que o aumento da salinidade impactou negativamente a fotossíntese líquida e a eficiência de carboxilação do coentro. O aumento da concentração de sais intensificou os efeitos deletérios, sendo os maiores danos ao processo fotossintético observados na ordem de prevalência dos cátions Mg2+ > Ca2+ > Na+.
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    Trocas gasosas em coentro hidropônico cultivado com água salobra: perspectivas no semiárido pernambucano
    (2025-12-16) Lucena, Alexandre Emanuel Andrade de; Silva, Ênio Farias de França e; http://lattes.cnpq.br/1144266495720148; http://lattes.cnpq.br/1557504314408700
    A hidroponia destaca-se como alternativa para o uso racional de águas salobras no Semiárido, mitigando riscos de degradação do solo. Todavia, o estresse salino impõe limitações fisiológicas severas às culturas, como a redução da absorção de nutrientes e do metabolismo oxidativo. Nesse contexto, há uma carência de informações sobre como o manejo dinâmico da solução nutritiva pode atenuar tais efeitos. Assim, o estudo de diferentes vazões justifica-se por sua capacidade de otimizar a oxigenação e a disponibilidade iônica no sistema radicular, fatores críticos para a resiliência das plantas sob condições de salinidade. O presente estudo avaliou o efeito da salinidade e das vazões da solução nutritiva sobre o desempenho fisiológico do coentro (Coriandrum sativum L.) em sistema NFT (Técnica do Filme Nutriente). O experimento foi conduzido na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) em delineamento fatorial 4 x 4, com quatro níveis de condutividade elétrica: 1,7 𝑑𝑆 ∙ 𝑚−1 ; 3 𝑑𝑆 ∙ 𝑚−1 ; 4,5 𝑑𝑆 ∙ 𝑚−1 ; 6,0 𝑑𝑆 ∙ 𝑚−1) e quatro vazões (1,0 𝐿 ∙ 𝑚𝑖𝑛−1 ; 2,0 𝐿 ∙ 𝑚𝑖𝑛−1 ; 3,0 𝐿 ∙ 𝑚𝑖𝑛−1 ; 4,0 𝐿 ∙ 𝑚𝑖𝑛−1) , estados em três composições iônicas distintas: sódica (predominância de 𝑁𝑎+), cálcica (predominância de 𝐶𝑎2+) e mista (equilíbrio entre múltiplos íons como 𝑁𝑎+, 𝐶𝑎2+e 𝑀𝑔2+), visando simular o perfil real das águas subterrâneas da região semiárida do Estado de Pernambuco. As variáveis analisadas foram as trocas gasosas – Taxa de assimilação líquida de 𝐶𝑂2 (A), Condutância estomática (gs), Transpiração (E) e Concentração interna de CO2 (Ci) – medidas com IRGA aos 30 dias após a semeadura revelaram que o coentro tolera salinidade de até 3,0 𝑑𝑆 ∙ 𝑚−1. Acima desse limite, a salinidade reduziu a gs e a A. Notavelmente, vazões intermediárias ( 1,0 − 2,0 𝐿 ∙ 𝑚𝑖𝑛−1) otimizaram a assimilação de CO2, e a solução mista causou os maiores prejuízos fisiológicos, evidenciados pela maior redução na condutância estomática (gs). Tais resultados reforçam a importância de se considerar a natureza catiônica da água, e não apenas a condutividade elétrica, no manejo da cultura. Portanto o manejo eficiente da composição iônica e da dinâmica de circulação da solução é fundamental para a viabilidade do cultivo hidropônico do coentro com águas salobras no semiárido.
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