Navegando por Assunto "Anestesia intravenosa"
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Item Anestesia parcial intravenosa em cão (Canis lupus familiaris) para procedimento cirúrgico de retirada de pino intervertebral e reestabilização de fratura/luxação da coluna toracolombar (T13-L1) - Relato de caso(2022-10-06) Souza, Izolda Claudia Rodrigues de; Batista, André Mariano; http://lattes.cnpq.br/5615914349535394; http://lattes.cnpq.br/2035710613663942O Estágio Supervisionado Obrigatório em Medicina Veterinária foi realizado na área de Anestesiologia Veterinária no Hospital Veterinário Escola da UFRPE (HOVET-UFRPE) entre o período de 29 de Junho a 12 de agosto de 2022 e na Proimagem – Clínica de Especialidades e Diagnóstico Veterinário, Recife-PE entre 15 de agosto a 03 de outubro de 2022, de Segunda a Sexta-feira, com carga horária de 6 horas, perfazendo um total de 420 horas. As atividades de estágio foram coordenadas pelo orientador Profº Drº André Mariano Batista, professor titular da UFRPE, e pelos supervisores Rômulo Nunes Rocha, técnico em Anestesiologia Veterinária no HOVET e por Iracema Paulino dos Santos, pós-graduanda em Anestesiologia Veterinária (PAV) na Proimagem. No ESO foi vivenciada a rotina do setor de Anestesiologia Veterinária desde a avaliação pré-anestésica, escolha do melhor protocolo para o animal, até realizar procedimento de forma autônoma com supervisão. O presente trabalho tem por objetivo relatar um caso de anestesia parcial intravenosa (PIVA) para retirada de pino intervertebral e reestabilização de fratura/luxação toracolombar (T13-L1). O procedimento foi realizado em um canino, SRD, macho, 4 anos, resgatado, com histórico de paresia dos membros pélvicos devido a um atropelamento, a coluna foi estabilizada, porém ocorreu rejeição e exteriorização de pinos inseridos em vertebras toracolombar e exposição de processo espinhoso. Utilizando uma bomba de seringa, foi instituído como medicação pré-anestésica o remifentanil (10 μg/kg/hr) e a dexmedetomidida (1 μg/kg/hr) por 10 minutos, indução anestésica utilizando propofol (0,5mg/kg/hr) por 2 minutos e ao observar que o paciente estava entrando em plano anestésico foi realizada a intubação orotraqueal com fornecimento de 95% de oxigênio à 1,5 L/minuto e anestésico inalatório isofluorano, em seguida, colocaram-se os equipamentos de monitoração e as infusões contínuas com cetamina (1,2mg/kg/hr), lidocaína (2mg/kg/hr), remifentanil (10μg/kg/hr) e a dexmedetomidida (1 μg/kg/hr). O protocolo apresentou adequada estabilização dos parâmetros fisiológicos do paciente, redução da taxa de isofluorano, rápida e satisfatória recuperação anestésica, como descrito na literatura. Portanto, a PIVA foi realizada de forma segura e obteve resultados satisfatório para o caso, sem intercorrências no trans anestésico e efeito analgésico adequado.Item Contribuição ao estudo da anestesia intravenosa em Cães pela associação Midazolam-Xilazina-Cetamina(1996) Soares, Pierre Castro; Almeida, Edvaldo Lopes de; Coelho, Maria Cristina de Oliveira Cardoso; Athayde, Ana Célia RodriguesItem Uso da anestesia parcial intravenosa (Piva) em potro (Equus ferus caballus) para procedimento cirúrgico de correção de persistência do úraco: relato de caso(2019-01-21) Rodrigues, Airton de Siqueira; Lorena, Sílvia Elaine Rodolfo de Sá; Franque, Marcos Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/1695836763549468; http://lattes.cnpq.br/8659871145469177; http://lattes.cnpq.br/4288119991943587O notório crescimento da equinocultura no Brasil e no mundo vem acompanhado da modernização dos métodos de diagnóstico e das especialidades médicas equinas em geral. Cada dia mais centros cirúrgicos são adequados à possibilidade de receber grandes animais e os equinos são os que lideram essa lista. A anestesiologia também tem destaque nessa área, devido às maiores taxas de mortalidade inerentes à espécie equina durante o procedimento anestésico, principalmente potros, que são considerados por muitos autores como pacientes de risco. Diversos estudos têm sido publicados, relacionados à anestesia nessa espécie, em busca de melhores taxas de sucesso trans e pós-anestésicas. Modalidades de anestesia geral como a anestesia inalatória, anestesia total intravenosa (TIVA) e anestesia parcial intravenosa (PIVA) são comumente aplicadas em cirurgias que requerem narcose e plano anestésico do paciente equino. Contudo, alguns fármacos podem ser usados para dar suporte ao plano anestésico e a analgesia. A realização do presente trabalho teve como objetivo relatar um caso de anestesia parcial intravenosa (PIVA) para correção cirúrgica de persistência do úraco em potro 5 dias de vida. O paciente de aproximadamente 60 Kg foi induzido com a associação cetamina 10% com midazolam 0,5%, nas doses de 2 e 0,5 mg/kg, respectivamente, pela via intravenosa. Como coindução, foi feito um bolus de propofol 1% na dose de 5 mg/kg para permitir a intubação do animal. Após a indução, foi instituída a anestesia geral inalatória com isofluorano, alcançando então o plano anestésico desejado e iniciou-se uma infusão continua venosa com propofol 0,4mg/kg/min, cetamina 10µg/kg/min e lidocaína 40 µg/kg/min. O protocolo apresentou adequada tolerância cardiovascular, redução da taxa de vaporização do isofluorano e rápida e segura recuperação pós-anestésica, e demonstrou ser um protocolo com boa margem de segurança e efeito analgésico satisfatório. Contudo, mais estudos utilizando o protocolo de PIVA adotado no presente trabalho são necessários para melhor compreensão dos resultados do seu uso para realização de procedimentos cirúrgicos realizados em potros jovens.
