Navegando por Assunto "Aquisição da segunda língua"
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Item A organização de conteúdos no planejamento de aulas de português como língua não materna(2024-12-14) Nascimento, Fabiano José de França; Lira, Wellington Marinho de; http://lattes.cnpq.br/7286815404131000; http://lattes.cnpq.br/1906986473304260Este estudo explora a organização curricular para o ensino de Português como Língua não materna (PLNM), voltado especialmente para profissionais do ensino interessados em atuar de modo autônomo. Com base em materiais de referência e análise de dados, propôs-se um currículo alinhado ao Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas (QECR), estruturado por níveis de proficiência. Os resultados destacaram a importância de progressão temática e adaptação aos contextos dos alunos, evidenciando desafios específicos do ensino autônomo. A discussão abordou a necessidade de conciliar normas globais com a diversidade linguística brasileira e o preparo para exames como o Celpe-Bras. Elementos como a capacidade de adaptação e flexibilidade por parte do professor, ou criador do plano curricular se destacam como algumas das partes mais relevantes entre os achados deste artigo.Item Autodidatismo e multiletramentos digitais: fatores essenciais no processo de aquisição de uma segunda língua(2023-04-25) Pacífico, Emily Karoline Coutinho; Soares, Inaldo Firmino; http://lattes.cnpq.br/0543042624198336; http://lattes.cnpq.br/0350879619776963O presente artigo busca mostrar alternativas que proporcionem a promoção da autonomia no processo de aquisição de uma segunda língua, para que possíveis alunos autodidatas, sobretudo oriundos de escolas públicas, possam aprender de uma forma mais eficaz e divertida, a partir de suas necessidades e interesses. Para tanto, discutimos o autodidatismo a partir dos conceitos teóricos de Silva (2012) e Solomon (2005), assim como o papel do professor de um aluno autônomo, às vistas do que dizem Oliveira e Silva (2022). Na sequência, discutimos o processo de aquisição de uma segunda língua a partir da Teoria do monitor, de Krashen e Terrell (1998); opiniões contrárias à referida Teoria por parte de Mclaughlin (1987) e outras possibilidades para a mesma Teoria através de Swain (1995). Ademais, discutimos o conceito de multiletramentos com base em Rojo (2012) e no paradigma da aprendizagem interativa de Lemke (2010). Por fim, recorremos a Anderson (2010) para introduzirmos o conceito de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), para, enfim, apresentarmos algumas alternativas que julgamos auxiliares ao processo de aprendizagem de uma segunda língua na escola.Item Processo de aprendizagem de português como segunda língua para pessoas surdas(2023-09-11) Souza, Geyse Tavares de; Sampaio, Maria Janaína Alencar; http://lattes.cnpq.br/1968884119513703; http://lattes.cnpq.br/0170475017000882A reflexão quanto ao ensino de português a pessoas surdas intensificou-se a partir do Decreto Nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, no qual ficaram estabelecidas: a inclusão de Libras como disciplina curricular, a formação de professores, intérpretes e instrutores de Libras e a difusão desta e da língua portuguesa com vistas a que pessoas surdas tenham acesso à educação. Em seguida, outras leis foram aprovadas no intuito de assegurar os direitos das pessoas surdas nas instituições educacionais de âmbito federal, municipal ou privado. Tal garantia de direitos levou a perspectiva de que as instituições educacionais adequariam seus materiais didáticos, métodos de ensino-aprendizagem e professores para o recebimento dos alunos surdos. No decorrer da pesquisa observamos que, na prática, esses direitos adquiridos não são respeitados como deveriam; as instituições de ensino não cumprem devidamente as leis que têm como finalidade para elas: inclusão dos alunos surdos, sua aquisição da língua portuguesa como segunda língua, disposição de intérpretes e tradutores de Libras e obrigatoriedade de capacitar os docentes para receber esses alunos. O que falta para as leis em tela realmente vigorarem é a compreensão de que o ensino de português como segundo língua para alunos surdos éfundamental para efetivação da inclusão, dos direitos obtidos e da permanência do aluno surdo nas instituições educacionais. É necessário que as escolas e universidades tenham conteúdos bilíngues, ofertando um ensino de qualidade, com professores capacitados e qualificados na língua brasileira de sinais e no ensino de português como segunda língua, incluindo materiais didáticos e métodos adequados para alunos surdos.Item Uma análise dos níveis de ocorrência da transferência linguística na fala de estudantes de espanhol do Programa Ganhe o Mundo no interior de Pernambuco(2018) Sousa, Antonio Leandro de Melo; Dugnani, Bruna Lopes Fernandes; http://lattes.cnpq.br/6132618542893464Este trabalho se propõe a coletar casos do processo de transferência linguística e verificar em que níveis eles ocorremquando estudantes são avaliados através de prova oral durante o aprendizado de uma língua adicional, a língua espanhola. Para embasamento teórico,parte-se dos pressupostos de autores como Bechara (2009), Brandão (2003), Brown (2000), González (1994), Ortíz Alvarez (2002) e Silva (2004).Metodologicamente, realizou-se gravação de uma prova oral.O ambiente da pesquisa, o curso de espanhol do Programa Ganhe o Mundo de uma escola do interior de Pernambuco, foi escolhido tendo em vista que nesse curso o objetivo é preparar os alunos para um intercâmbio,o que faz da necessidade de desenvolver a fala algo crucial.A prova oral foi aplicada a 6 alunos diferentes, cada prova com duração média de 10 minutos, todas realizadas no mesmo dia. Terminada a gravação, foi realizada transcrição dos áudios numa proposta etnográfica para observaros processos de transferência no corpusde inadequaçõesquanto ao uso da língua estudadaencontradas nas falas dos estudantes. Oprincipal critério para seleçãodesse corpusfoi a espontaneidade da fala,descartando dados de fala consideradas não espontâneas.Porúltimo, foi realizada transcrição fonética, apenas da primeira parte da prova orale apenas das respostas dos alunos,para a obtenção de dados a nível fonético-fonológico. De tal análise, verificou-se a ocorrência de transferência nos níveis morfossintático, léxico-semântico e fonético-fonológico. Todos os alunos apresentaram casos de transferência na sua fala. Houve transferência de tempos verbais com estrutura semelhante, de palavras semelhantes e de sons que são parecidos em português e espanhol.
