Navegando por Assunto "Bovinos - Doenças"
Agora exibindo 1 - 16 de 16
- Resultados por Página
- Opções de Ordenação
Item Carbúnculo hemático no Estado do Rio Grande do Norte: nota prévia(1984) Cavalcanti, Glauce Dias Nogueira; Silva, Adauto Cavalcanti daItem Carcinoma ocular de células escamosas em bovino(2019-12-12) Buriti, Isabela Barros; Ramos, Taciana Rabelo Ramalho; http://lattes.cnpq.br/2578646566856035; http://lattes.cnpq.br/1397684147122889O carcinoma de células escamosas, também chamado de carcinoma espinocelular é a principal e mais frequente neoplasia que acomete a região ocular dos bovinos. Esta neoplasia é de fácil identificação clínica, porém é necessária a confirmação diagnóstica, por meio da histopatologia ou citologia da lesão, onde se observa a invasão de ceratinócitos no tecido dérmico. Objetiva-se relatar um caso de carcinoma ocular de células escamosas originário em terceira pálpebra de bovino, fêmea, mestiço da raça holandesa, com cinco anos de idade, criada em sistema semi-intensivo, no município de São Bento do Una-PE, região agreste do Estado. O animal apresentava lesão tumoral na região ocular, que aumentou consideravelmente de tamanho durante o final da gestação, provocando inquietação, incômodo e queda no desempenho produtivo. Ao exame físico, foi verificado massa tecidual de aspecto granulomatoso, friável, hiperêmico e ulcerativo, com pontos de sangramento na terceira pálpebra do olho direito, medindo aproximadamente 4x2 cm e sensível à palpação, sendo sugestiva de carcinoma de células escamosas. Foi realizado a exérese de toda a terceira pálpebra (massa tumoral + margem de segurança) e evidenciado no histopatológico, proliferação de ceratinócitos, formando ninhos com deposição abundante de ceratina arranjada concentricamente, além de moderada necrose intratumoral, confirmando o diagnóstico de carcinoma de células escamosas, bem diferenciado. Aos 15 e 30 dias pós cirurgia foi realizado acompanhamento do paciente não havendo sinais de recidiva e nem de complicações pós-operatórias. A excisão cirúrgica da neoplasia se demonstrou satisfatória para a resolução do quadro. O carcinoma ocular de células escamosas é uma afecção presente nos rebanhos bovinos, criados em sistemas que predispõem a uma maior incidência dos raios solares, onde o tratamento cirúrgico mostra-se eficaz em casos pouco invasivos e sem metástase.Item Contribuição para o diagnóstico precoce de alterações puerperais: níveis séricos de aspartatoaminotransferase em vacas leiteiras(1989) Araújo, João Agenaldo de; Oliveira, Marcos Antônio Lemos deItem Contribuição para o diagnóstico precoce de alterações puerperais: níveis séricos de bilirrubina total em vacas leiteiras(1989) Araújo, João Agenaldo de; Oliveira, Marcos Antônio Lemos deItem Contribuição para o diagnóstico precoce de alterações puerperais: níveis séricos de colesterol total em vacas leiteiras(1989) Oliveira, Marcos Antônio Lemos de; Araújo, João Agenaldo deItem Contribuição para o diagnóstico precoce de alterações puerperais: níveis séricos de glucose em vacas leiteiras(1989) Oliveira, Marcos Antônio Lemos de; Araújo, João Agenaldo deItem Dosagem de cálcio e fósforo em bovinos com helmintíase gastrointestinal naturalmente adquirida(1986) Nascimento, Sebastião José do; Nascimento, Ana Maria Laet Cavalcanti; Gomes, Agenor VictorItem Frequência de helmintos gastrointestinais e protozoários entéricos em bovinos criados no município de Custódia PE(2019) Pereira, Lúcio Octávio de Melo; Lima, Marilene Maria de; http://lattes.cnpq.br/9135077184593725As doenças parasitárias continuam sendo um dos fatores que limitam o desenvolvimento da bovinocultura em todas as regiões brasileiras, inclusive no Nordeste, onde poucos estudos têm sido realizados para diagnóstico da situação parasitária dos rebanhos. Objetivou-se neste estudo verificara infecção por parasitos gastrintestinais em bovinos criados no município de Custódia -PE, através de exames coproparasitológicos por meio dos métodos de contagem de ovos por gramas de fezes e coproculturas. Foram coletadas amostras fecais de 107 animais da espécie bovina, destas 25 amostras eram provenientesde machos e 82 de fêmeas. Das amostras de fezes analisadas 27,10% (29/107) estavam positivas, 8,41% (9/107) apresentavam infecções mistas (ovos tipo Strongyloidea e oocistos de Eimeria spp.) e 72,89% (75/107) negativas.Os resultados obtidos nas coproculturas demonstraram predominância do gênero Haemonchuscomparativamente aos demais gêneros e a menor freqüência foi observada para Oesophagostomumsp..Item Importância da brucelose bovina como zoonose(2017) Conceição, Ângela Imperiano da; Coutinho, Luiz Teles; http://lattes.cnpq.br/8812254003382110; http://lattes.cnpq.br/1070464788087640O objetivo desse trabalho é realizar uma revisão de literatura sobre a brucelose bovina, dando ênfase a sua estreita relação com a saúde pública, em função do seu caráter zoonótico, somada a importância econômica para a pecuária. Trata-se de uma antropozoonose infecto-contagiosa, crônica, causada por bactérias do gênero Brucella spp., composto, até o momento, por nove espécies diferentes, cada uma acometendo, com maior frequência, um determinado hospedeiro. Na espécie humana pode ser causada por quatro dessas espécies (Brucella abortus, B. melitensis, B. suis e B. canis),enquanto que os bovinos e bubalinos são suscetíveis à B. suis, B. melitensise a B. abortus, sendo esta última o agente etiológico da brucelose bovina, principal responsável pelas implicações econômicas e sanitárias no país. As principais fontes de infecção para os animais são as próprias fêmeas gestantes infectadas, fetos e restos fetais abortados, leite e sêmen contaminados. Para o homem, o contato direto com secreções de animais infectados, inalação de aerossóis, auto-inoculação acidental com vacinas vivas e a ingestão de leite, carne ou seus derivados contaminados e mal processados, representam as fontes mais comuns de contágio da doença. Devido à sua importância epidemiológica, sanitária e econômica, o status da brucelose pode ser motivo de restrições ao mercado internacional de animais e produtos de origem animal. Por este motivo, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, lançou em 2001, o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose – PNCEBT. O propósito desse programa é diminuir o impacto negativo da zoonose na saúde humana e animal, visto que o fator de risco para a brucelose humana é a ocorrência primária nos animais além de promover o desenvolvimento e competitividade da pecuária nacional.Item Intoxicação natural e tratamento da erva de rato (Palicouera marcgravii, St. Hil.), em bovino (Bos indicus) Guzerá, em Paudalho, PE(NASCIMENTO, Sebastião José do; SILVA, Antônio Carlos Cordeiro da; NASCIMENTO, Ana Maria Laet Cavalcanti. Intoxicação natural e tratamento da erva de rato (Palicouera marcgravii, St. Hil.), em bovino (Bos indicus) Guzerá, em Paudalho, PE. Cadernos Ômega. Série Veterinária, Recife, n. 2, p. 131-134, 1986., 1986) Nascimento, Sebastião José do; Silva, Antônio Carlos Cordeiro da; Nascimento, Ana Maria Laet CavalcantiItem Leptospirose em ruminantes e sua importância como zoonose(2018) Dutra, Lucas da Costa; Souto, Rodolfo José Cavalcanti; http://lattes.cnpq.br/4263478911176230; http://lattes.cnpq.br/7587525912646458O objetivo desse trabalho é realizar uma revisão de literatura sobre a leptospirose em ruminantes, dando ênfase a sua situação epidemiológica, ao seu caráter zoonótico e sua importância dentro do contexto da saúde pública. A leptospirose é uma doença infecciosa, podendo apresentar evolução aguda ou crônica, causada por uma bactéria do gênero Leptospira, possuindo como sorogrupo mais prevalente no Brasil o interrogans, na qual possui vários sorovares, com capacidade de infecção entre os animais e entre os animais e humanos. As principais fontes de infecção para humanos e ruminantes são o contato com excreções de animais que estejam eliminando a Leptospira, sejam eles silvestres, sinantrópicos ou domésticos. Para os seres humanos merece destaque a via alimentar, destacando-se a transmissão através do leite e carne de animais infectados. A leptospirose é uma doença de notificação compulsória tanto para animais como humanos, devendo ser incluída dentro das zoonoses de importância sanitária e econômica no Brasil, objetivando-se melhorar as políticas públicas voltadas para melhoria das condições sanitárias das cidades e para a intensificação das ações no âmbito pecuário visando a diminuição do impacto na produção animal e no caráter zoonótico da doença, devendo-se sempre considerar a importância da transmissão da doença em seu ciclo urbano e também em seu ciclo rural.Item Mastite bovina: principais etiologias infecciosas e estratégica de controle(2018-08-27) Silva, Marcílio Jair Araujo; Coutinho, Tania Alen; http://lattes.cnpq.br/1916619528141219Mastite consiste em um processo inflamatório da glândula mamária, cujas causas podem incluir etiologias físicas (traumas mecânicos da estrutura mamária ou químicos por contato da mesma com substancias corrosivas), hormonais (distúrbios hipofisários, por exemplo) e principalmente, infecciosas (bactérias, leveduras, virais). Esta afecção em bovinos gera grandes prejuízos aos produtores leiteiros, os quais correspondem à redução na produção total de leite do animal acometido, ao descarte do leite devido ao uso de antibióticos, ao gasto com medicamentos e honorários de médicos veterinários, redução da qualidade do leite e, por consequência, redução no preço do leite pago pelos laticínios. Frente aos problemas causados pela mastite bovina, verifica-se a necessidade de combatê-la e que a prevenção da mesma em pontos críticos da produção leiteira pré-porteira é a melhor alternativa para otimizar a saúde e bem-estar das vacas, bem como, os custos e lucros de produção. Dada a importância da mastite infecciosa na bovinocultura de leite, foi objetivo da presente monografia de conclusão de curso revisar o tema.Item Ocorrências de linfoma maligno em bovino no estado do Piauí(1986) Nascimento, Sebastião José do; Cavalcante, Maria Ignez; Silva, Severino Vicente da; Nascimento, Ana Maria Laet Cavalcanti; Passos, Dárcio de Almeida; Martins, Expedito NunesItem Presença de Demoaex bovis (stiles, 1892) no bovino holandês (Bos taurus) em Pernambuco e verificação da eficiência do "tetmosol" como tratamento(1986) Nascimento, Sebastião José do; Nascimento, Ana Maria Laet Cavalcanti; Rocha, Jurandir Manso da; Rabelo, Silvânia Suely Assis; Silva, Francisco Feliciano da; Calado, Adauto Luís Camelo; Azevedo, Nivaldo da Costa; Ferreira, Maria VerônicaItem Presença de Psoroptes equi, var. bovis. (Gerlach, 1857) em bovinos, no Estado de Pernambuco(1984) Nascimento, Ana Maria Laet Cavalcanti; Nascimento, Sebastião José do; Weitze, Karl FritzItem Surtos de fotossensibilização primária associada ao consumo de Froelichia humboldtiana (Amaranthaceae) no Agreste Pernambucano – Relato de caso(2018-08-22) Silva Filho, Givaldo Bom da; Mendonça, Fábio de Souza; http://lattes.cnpq.br/1976344298387988; http://lattes.cnpq.br/4002013072191039O Estágio Supervisionado Obrigatório foi realizado durante o período de 19 de abril a 30 de julho de 2018, no Laboratório de Diagnóstico Animal-UFRPE, é voltado para o diagnóstico de doenças de animais, sobretudo bovinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos, aves e silvestres. São realizadas viagens à campo, necropsias e confecção de lâminas histológicas. Fotossensibilização é uma dermatite resultante da ativação de elementos fotodinâmicos após exposição à luz ultravioleta ou luz visível. Pode ser desencadeada através de duas principais formas em animais de produção: a primária, como resultado da ingestão de substâncias fotodinâmicas, e a secundária ou hepatógena. Froelichia humboldtiana (Amaranthaceae) é apontada como causadora de surtos de fotossensibilização primária em bovinos. Existem poucos relatos relacionados a esta doença em Pernambuco, sendo assim, este estudo tem como objetivo descrever dois surtos de fotossensibilização primária associada ao consumo de F. humboldtiana no Agreste pernambucano. O diagnóstico de fotossensibilização primária foi baseado nos achados clínico-epidemiológicos e histológicos, nos resultados das dosagens de enzimas hepáticas e na regressão das lesões após a retirada dos animais do pasto invadido pela planta. Os surtos ocorreram nos municípios de Cachoeirinha-PE e São Caetano-PE e ambas as propriedades eram compostas por vegetação composta principalmente por F. humboldtiana. Os sinais clínicos consistiram em prurido intenso, hiperemia, alopecia e presença de crostas na pele, principalmente em regiões despigmentadas. Microscopicamente, as lesões consistiram em necrose da epiderme com camada de queratina apresentando grandes quantidades de neutrófilos degenerados, material eosinofílico amorfo e debris celulares. Após a retirada dos animais do pasto invadido pela planta, as lesões cutâneas dos bovinos afetados em ambos os surtos regrediram em 10 dias. Sendo assim, conclui-se que a Froelichia humboldtiana é uma importante planta tóxica no Agreste pernambucano, responsável por provocar um quadro de fotodermatite primária em bovinos taurinos e zebuínos.
