Navegando por Assunto "Cebola"
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Item Aberrações cromossômicas induzidas por raios gama em raiz de cebola (Allium cepa L.)(1979) Stamford, Tânia Lucia Montenegro; Souza, Edmar Chartone de; Ventura, Carlos Alberto D' Oliveira; Valarini, Maria JoséItem Avaliação da biomassa de plantas de cebola cv. 1205 e cv. Serengeti em solos conducentes à nematose tratados com produtos biológicos(2019) Soares, Maurício Meira; Albuquerque, Neilza Reis Castro de; http://lattes.cnpq.br/3614090907577987A cebola Allium cepa destaca-se como uma das hortaliças de importância socioeconômica para o país, cultura de predominância de pequenos e médios produtores e de natureza familiar, gerando cerca de 250 mil empregos diretos na produção. Como toda cultura tem seus problemas fitopatológicos, a cebola tem bastantes prejuízos causados por fitonematoides de galha gerando grandes perdas na produção. Afim de controlar esses problemas, métodos estão sendo estudados e o controle biológico é o foco principal com uso de bactérias e fungos nematófagos que promovem a proteção das raízes diminuindo os danos causados, além de promover um aumento na biomassa das plantas. A utilização dos microrganismos pode exercer uma importante relação com o potencial de manejos dos solos, melhorando o ecossistema tornando o supressivo. Com isso o objetivo do trabalho foi realizar uma avaliação da biomassa de plantas de cebola cultivares híbridas 1205 e Serengeti cultivada em solos conducentes tratados com três produtos biológicos. Serão testados três bioprodutos: produto 1 contendo bactérias: Bacillus pumilus 1,0x10¹¹ (endosporos/L), Bacillus subtilis 1,0x10¹¹ (endosporos/L)e Bacillus amyloliquefaciens 1,0x10¹¹ (endosporos/L), o Produto 2 tem as bactérias Azospirillum sp. 1,0x109(UFC/Dose), Pseudomonas sp.1,0x109 (UFC/Dose), Rhizobium sp. 1,0x109 (UFC/Dose)e o fungo Saccharomyces sp. 1,0x109(UFC/Dose) e o produto 3 é a base de Bacillus subtilis 1,0x10¹¹ (UFC/g) e Bacillus licheniformis 1,0x10¹¹ (UFC/g). Após 60 dias foram avaliados variáveis morfológicas como comprimentos de parte aérea e raiz, diâmetro de pseudo caule e bulbo, peso de matéria fresca e matéria seca e por fim determinados o índice de galhas formadas no sistema radicular. Os resultados encontrados mostram que não houve diferença significativa em relação à biomassa entre a testemunhas e as plantas cultivadas em solos tratados com os bio produtos, concluindo que esses produtos testados a base de bactérias e fungos não demonstraram diferenças nas biomassas das duas cultivares híbridas de cebola cv. 1205 e cv. Serengeti.Item Uso de leveduras para o controle da podridão da escama em cebola(2018) Ribeiro, Bárbara Gomes; Gama, Marco Aurélio Siqueira da; http://lattes.cnpq.br/6842187820744212; http://lattes.cnpq.br/2575317444139542A cebola (Allium cepa L.) é uma das hortaliças mais produzidas no mundo. No Brasil, a cebolicultura representa uma atividade agrícola de grande importância socioeconômica e atingiu, em 2017, uma produção de 1.726.600 toneladas de bulbos. Essa cultura pode ser acometida por diversas doenças, como a podridão das escamas. Seu manejo é desafiador, pois a doença é causada por bacterias do complexo Burkholderia cepacia, que possuem ampla distribuição e são naturalmente encontradas na rizosfera da cultura. Dessa forma, objetivou-se por meio deste estudo avaliar o controle biológico de B. cenocepacia com leveduras em tratamento pós-colheita dos bulbos de cebola. Foram utilizados neste estudo cinco isolados de leveduras (LMS, LMA, CC-2, CC-5 e CA-6) e três isolados de B. cenocepacia com diferentes níveis de agressividade, todos encontram-se depositados na Coleção de Culturas do Laboratório de Fitobacteriologia da UFRPE. Os bulbos de cebola foram perfurados com alfinete entomológico e tratados com suspensões de leveduras à concentração de 1,5 x 108 cel Ml-1 separadamente até o ponto de escorrimento. Após 24h do tratamento, realizou-se a inoculação com a deposição de 20uL de suspensão bacteriana à 0,54 x 108 UFC-1 mL sobre a perfuração, incubando-se com câmara úmida a temperatuda ambientes (25 C+/-2) por 48h. Os bulbos foram avaliados quanto ao período de incubação (PI) e a severidade (SE) nos períodos de 24h e 48h após a inoculação. O período de incubação variou entre 2 à 3 horas e todos os tratamentos com leveduras atuaram no controle da severidade da doença nas primeiras 24h, o melhor tratamento foi a levedura CA-6, porém os resultados não se mantiveram em 48h. Com base nos resultados obtidos, conclui-se que o controle biológico com leveduras possui eficiência no controle da severidade da doença apenas nas primeiras 24h após inoculação de B. cenocepacia.
