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Navegando por Assunto "Dialetologia"

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    A pronúncia das vogais médias pretônicas em Serra Talhada – Pernambuco
    (2018) Souza, Ivonete de; Sedrins, Adeilson Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/7619692078072334
    O presente trabalho intitulado A pronúncia das vogais médias pretônicas em Serra Talhada-Pernambuco, surgiu devido à falta de estudos referentes a esse tema na cidade de Serra Talhada. Dessa forma, a pesquisa aqui apresentada pretende contribuir para uma descrição da língua falada em Serra Talhada, situando características fonético-fonológicas da comunidade dentro do cenário linguístico brasileiro. O objetivo principal deste trabalho é registrar a variação linguística da região com ênfase nas vogais médias realizadas em posição pretônica, /e/ e /o/, sob a perspectiva da Teoria da Variação Laboviana. Para isso, o estudo aqui apresentado foi realizado a partir do registro da leitura oral de um texto escrito por 12 informantes (seis do sexo feminino e seis do sexo masculino), variando a faixa etária entre 15 a 25 anos, residentes e naturais do município de Serra Talhada, Pernambuco. O corpus utilizado no estudo compreendeu o universo de 20 palavras, selecionadas de acordo com a observação do contexto linguístico que poderia ser favorecedor ou não da variação da pronúncia das vogais médias em posição pré-tônica. Dessas palavras, foram verificadas 240 ocorrências entre as variantes [ɛ,e, i, ͻ,o]. Os resultados obtidos mostraram que as vogais média-baixa [ɛ,ͻ] são as mais atuantes na fala da comunidade serra-talhadense.
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    Fraseologismos dos ciclos da vida nos dados do Projeto Atlas Linguístico do Brasil: uma análise dialetológica e semântico-lexical de raspa de tacho
    (2024-10-01) Alves, Lígia Sotero; Paim, Marcela Moura Torres; http://lattes.cnpq.br/7491110175871163; http://lattes.cnpq.br/9945809150167482
    O presente estudo tem como objetivo descrever e analisar o fraseologismo raspa do tacho, e suas variações, numa perspectiva dialetal, fraseológica e semântico - lexical, tendo em vista uma abordagem semântico - lexical, sob um viés cognitivo. Para tanto, lançamos mão dos dados do Projeto Atlas Linguístico do Brasil - ALiB, fazendo uso dos seus pressupostos teórico - metodológicos, descritos por Cardoso (2010) e Paim (2019), assim como da sua rede de pontos, para constituição do corpus utilizado. No recorte feito, foram considerados 38 municípios, que constituem os pontos localizados no estado de São Paulo. Nessas localidades, foram recolhidas, in loco, a fala de 152 informantes, que estavam divididos em duas faixas - etárias, 18 a 30 anos e 50 a 65 anos, e entre homens e mulheres. Esses informantes possuíam nível de escolaridade fundamental, com exceção da capital do estado, na qual foram considerados, também, informantes do nível de escolaridade universitário. A partir dos dados coletados, foram identificadas 186 lexias, entre as quais destacamos sua produtividade e a ocorrência das estruturas fraseológicas raspa, resto e fundo do tacho. A difusão dos fraseologismos identificados no espaço geográfico permitiu a formação de uma possível subárea dialetal. Além disso, foi possível analisar a construção dessas estruturas, tendo em vista o seu caráter polilexical, sua idiomaticidade, congruência e relativa fixidez, de acordo com as proposições da vertente francesa dos estudos fraseológicos (Mejri, 2002), (Paim; Sfar; Mjeri, 2018) e (Paim, 2020). Por fim, discutimos a construção dessa expressão numa perspectiva do processo de formação de metáforas, que se fazem presentes na linguagem cotidiana dos indivíduos, tomando como base os pressupostos teóricos da semântica cognitiva (Lakoff; Johnson, 2009 [1986]), ( Hilferty, 1993) e (Ferrari, 2022).
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    Sobre as raízes conservadoras dos falares brasileiros
    (1980) Silva, Ítala Maria Wanderlei da
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