Navegando por Assunto "Educação sexual"
Agora exibindo 1 - 5 de 5
- Resultados por Página
- Opções de Ordenação
Item A utilização da sequência didática interativa com professores da educação de jovens e adultos sobre educação sexual(2019) Silva, Érica Fabrícia da; Cavalcante, Maria José Gomes; http://lattes.cnpq.br/3593044083888175; http://lattes.cnpq.br/8766117975550043O referido trabalho teve como objetivo geral investigar as concepções de professores da Educação de Jovens e Adultos-EJA sobre Educação sexual e a metodologia utilizada em sala de aula pelos mesmos no ensino deste conceito. Para tanto, na metodologia de base qualitativa foi realizada uma pesquisa-ação com quatro professores da EJA de uma escola do município de São João. Como procedimentos metodológicos, realizamos um questionário inicial e a Sequência Didática Interativa (OLIVEIRA, 2013). Tivemos como aportes teóricos: Oliveira (2013); Arroyo (2006), Paiva (2004) Figueiró (2006, 2007, 2014) Maia (2015), dentre outros. Como resultado podemos verificar que educar sexualmente não é tarefa fácil, em especial nas turmas da Educação de Jovens e Adultos, tendo em vista que seu alunado possui especificidades: chegam à escola com o conhecimento de mundo já construído. Os resultados indicaram, ainda, que trabalhar com educação sexual na EJA passa a ser um grande desafio devido a falta de formação continuada específica para os docentes, em virtude das dificuldades enfrentadas, como, a não seriedade dos alunos ao tratar desta temática, deixando os profissionais receosos em abordá-la em sala de aula. E, que apesar dessas dificuldades, os professores são cientes da importância de educar sexualmente seus alunos e se utilizam de recursos e metodologias para ensinar. Por fim, ressaltamos o quão fundamental a formação dos professores, pois possibilita aos mesmos um contato maior com essa temática e o saber lidar com os empasses em sala de aula, principalmente, em se tratando da EJA.Item Educação sexual em livros didáticos de ciências utilizados na rede pública estadual de Pernambuco(2024-03-07) Valentim, Niķson Nathan Lopes; Araújo, Monica Lopes Folena; http://lattes.cnpq.br/7902118982606429Atualmente, com o avanço da tecnologia e do acesso a recursos digitais, o número de ferramentas úteis para o ensino da disciplina de ciências se diversificou e cresceu. Entretanto recursos didáticos como o livro didático (LD) permanece sendo um dos mais importantes e acessíveis para os professores. Portanto, é válido ressaltar que a qualidade do conteúdo presente no LD é um fator essencial para a qualidade da prática docente. Nesse sentido, a sexualidade é um tema essencial na vida de qualquer pessoa. Desde cedo, os indivíduos são expostos a questionamentos e descobertas acerca da própria identidade sexual. Por isso, é extremamente importante que esse assunto seja abordado de forma adequada nos LD, que são uma das principais fontes de conhecimento para os adolescentes do ensino fundamental anos finais. Logo, o presente estudo tem como principal objetivo apresentar uma pesquisa desenvolvida por meio da análise de três livros didáticos utilizados por escolas públicas de ensino fundamental do estado de Pernambuco. A pesquisa teve como objetivo analisar de que modo a temática “sexualidade” é referida em livros didáticos (LD) do Ensino Fundamental, do 8º ano, adotados por uma escola pública da rede do estado de Pernambuco. Diante dos achados, foi evidente que os LD se concentram a princípio em expor os conteúdos que valorizam predominantemente os aspectos biológicos dos seres humanos. Ao concentrar-se exclusivamente nos aspectos biológicos da sexualidade, os livros didáticos culminam reforçando estereótipos de gênero, normas e padrões tradicionais de comportamento, contribuindo para a manutenção de uma visão conservadora e limitada sobre o assunto. No entanto, foi encontrado LD que contemplaram o conteúdo relacionado a sexualidade dentro dos aspectos sociais e psicológicos.Item Formação pedagógica e conhecimento sobre sexualidade(2019-11-21) Morais, Paula Patrícia Silva de; Stadtler, Hulda Helena Coraciara; http://lattes.cnpq.br/6495194776185200; http://lattes.cnpq.br/2518260884747851A sexualidade é ainda objeto de repressões, tabus e preconceitos, sendo considerado um assunto complexo e de difícil entendimento. Mas é condição de reprodução e existência humana e demarca grande parte da identidade do sujeito. Desta forma, é de suma importância que em lugares de formação dos sujeitos, como a escola, essa temática seja suficientemente compreendida pelos/as profissionais que nela atuam. Porém, diante da pouca abordagem na formação sobre questão tão fundamental para o preparo dos/as professores, o presente trabalho objetivou compreender como os/as docentes percebem ou justificam essa fragilidade para seu desempenho no ambiente escolar e a criação de estratégias para enfrentá-la. Para isso, optou-se pela pesquisa de natureza qualitativa. Sigmund Freud, Guacira Lopes Louro e Tomaz Tadeu da Silva são alguns dos teóricos fundamentais para a discussão acerca dos aspectos psicossociais sobre a sexualidade. O processo investigativo desenvolveu-se a partir de entrevistas semiestruturadas. E, diante dos dados coletados, foram realizadas algumas reflexões acerca da formação pedagógica e o entendimento sobre sexualidade, identificando e analisando as reais condições que profissionais da educação encontram acerca do trato da temática na escola fundamental. Os resultados apontam para a necessidade de uma abordagem mais ampla e significativa a respeito da sexualidade nos cursos de formação docente. Pois, a sexualidade está na escola, campo de atuação desse profissional e a ausência de disciplinas que discutam essa temática na matriz curricular desses cursos, foi identificada pelas entrevistadas como um obstáculo a mais no ambiente escolar, ocasionando a redução da capacidade destas profissionais para orientar.Item Guia de intervenção escolar sobre educação sexual(EDUFRPE, 2021) Soares, Anísio Francisco; Silva, Thiago Bruno Lima daItem Relato de experiência: desmistificando a educação sexual – uma proposta de alfabetização biológica nas aulas de biologia da educação básica(2025-03-11) Silva, Rita de Cássia Oliveira da; Mota, Maria Danielle Araújo; http://lattes.cnpq.br/9647457248949178; http://lattes.cnpq.br/5039192385936870A disciplina de Biologia desempenha um papel fundamental na matriz curricular da Educação Básica, pois contribui para a formação científica, social e cultural dos estudantes. Entre os temas abordados, por esse componente curricular,a Educação Sexual se destaca, sendo frequentemente tratada nos livros didáticos e em sala de aula sob uma abordagem predominantemente higienista e preventiva. No entanto, faz-se necessário ampliá-la para uma perspectiva que integre aspectos sociais e culturais, reconhecendo sua relevância além do viés estritamente científico. Este relato de experiência tem como objetivo relatar as possibilidades e desafios do ensino de Educação Sexual no contexto das aulas de Biologia, explorando seu potencial como ferramenta para a Alfabetização Biológica,foi realizada em uma Escola Estadual de Referência no Ensino Médio, localizada na região metropolitana do Recife. A atividade ocorreu no segundo semestre de 2024, durante dois momentos, assim no primeiro momento foi feita a elaboração da Caixa da Educação Sexual, e no segundo momento ocorreu a aplicação da sequência didática por meio de quatro aulas de 50min com estudantes do terceiro ano do Ensino Médio. A coleta de dados ocorreu por meio da observação e do diário de formação durante a aplicação de uma sequência didática sobre métodos contraceptivos.A sequência didatica foi estruturada em três momentos pedagógicos: (1) problematização, com a introdução do tema a partir do contexto dos estudantes; (2) organização do conhecimento, abordando a teorização sobre os métodos contraceptivos e seus mecanismos de ação; e (3) aplicação, promovendo práticas e reflexões sobre o uso dos contraceptivos e suas implicações sociais. Os resultados foram organizados em seções, seguindo duas etapas: (1) O Planejamento da aula e (2) A aplicação da sequência didática. Desta maneira, os resultados indicaram que os estudantes desenvolveram uma postura crítica e reflexiva em relação à sexualidade. Além de adquirirem informações sobre métodos contraceptivos, foram capazes integrar os saberes científicos trabalhados nas aulas de Biologia ao seu contexto sociocultural. Dessa forma, a experiência contribuiu para a construção da Alfabetização Biológica, promovendo um ensino contextualizado.
