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Item Professor Adierson Erasmo de Azevedo, reitor da UFRPE, durante inauguração não identificada(Universidade Federal Rural de Pernambuco, 1970) Universidade Federal Rural de Pernambuco; Biblioteca Central. Núcleo do Conhecimento Professor João Baptista Oliveira dos SantosFotografia original conservada, revelada em papel guache, em sépia, medindo 11 cm x 18 cm, no formato horizontal. Foi empregado como processo filme negativo. Esta fotografia integra o acervo fotográfico do Núcleo do Conhecimento Professor João Baptista Oliveira dos Santos da Biblioteca Central. Possui informações escritas a lápis e à caneta no verso. Possui uma duplicata.Item Solenidade promovida pelo Departamento de Zootecnia, presidida pelo Reitor Manuel Rodrigues Filho, realizada no salão nobre da UFRPE(1961) Universidade Federal Rural de Pernambuco; Biblioteca Central. Núcleo do Conhecimento Professor João Baptista Oliveira dos SantosRevela a mesa diretora de uma solenidade promovida pelo Departamento de Zootecnia, no salão nobre da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), vendo-se nove personalidades que compõem a referida mesa presidida pelo Engenheiro Agrônomo, Professor e Reitor Manoel Rodrigues Filho, que se encontra posicionado no centro da mesma, sentado em uma cadeira de espaldar alto, trajando terno escuro, camisa branca e óculos, usando o microfone. No ângulo direito da fotografia vê-se quatro autoridades não identificadas. No ângulo esquerdo, encontram-se sentados mais quatro autoridades também não identificadas. Observa-se acima da mesa diretora, o painel de autoria do artista plástico pernambucano Lula Cardoso Ayres, que ornamenta o ambiente do salão nobre, atendendo o convite do Reitor Manoel Rodrigues Filho, após ouvir a história da Universidade, o artista em 1957 criou essa obra de arte que representa as áreas geográficas de Pernambuco: o litoral, a zona da mata, o agreste e o sertão, todas retratando cenas que refletem a alma nordestina, de vidas ligadas à agricultura e à pecuária. FONTES DE PESQUISA: PINTO, Waldecy Fernandes. Professor e Reitor da UFRPE no período de 1983-1987. Entrevistas realizadas em seu Escritório de Arquitetura, Recife, concedidas à bibliotecária Conceição Martins em 07 de julho e 15 de outubro de 2009; PRÉDIO Reitoria da UFRPE: resgate histórico 1935-2009. Recife: UFRPE, 2009. 185 p.; UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO. Plaquete comemorativa dos oitenta anos dos cursos de Ciências Agrárias: 1912-1992. Recife: UFRPE, 1994.Item #Tevefestasim! Perfil de consumo para festividades domésticas durante a pandemia da COVID-19(2021-12-14) Neri, Gibson Correia; Siqueira, Amanda de Morais Oliveira; http://lattes.cnpq.br/0925121801904264; http://lattes.cnpq.br/9036823723434741Por conta da maneira que é transmitida o novo coronavírus (contato direto com infectado), inúmeras medidas foram decretadas para controlar a propagação do vírus, entre elas, o isolamento social. O setor de eventos, que tinha boas projeções de crescimento para os anos seguintes, foi o que mais teve prejuízos econômicos. Correlacionado a esta situação, este relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO), buscou traçar o perfil de consumo para festividades domésticas, durante este isolamento e para colher essas informações, foi aplicado um questionário com 27 perguntas, divididas por quatro sessões (1-Termo de Consentimento Livre e Esclarecido; 2- Ocorrência de comemoração em casa; 3-Perfil do consumidor e 4-Perfil da festividade na quarentena). Foi observado que as festividades foram promovidas em família e seus participantes eram adultos e que tinham idades entre 28 a 36 anos de idade (34,95%), casados (49,51%) e que essas festividades se relacionavam às famílias, pois a grande maioria respondeu que moravam com cônjuge e filhos (51,46%). A maioria dos entrevistados realizou apenas 1 (uma) festividade (36,89%) e que o tipo de festa oferecida foi de aniversário adulto (50,49%). Os bolos foram encomendados mais frequentemente por profissionais autônomos (54,37%), E bolos decorados (34,95%) e foram retirados no local (36,89%), bem como os doces e salgados (33,98%). Assim, mesmo com as restrições impostas pelas autoridades, pode-se observar que houve festividades familiares durante a pandemia do novo coronavírus.
