Navegando por Assunto "Fitoquímicos"
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Item Atividade antimicrobiana de análogos da piperina(2018-08-02) Bezerra, Leonardo Alexandre Barros; Ramos, Clécio Souza; http://lattes.cnpq.br/3782004073843685; http://lattes.cnpq.br/3961756201958567A modificação estrutural de compostos naturais é de significativa importância para química medicinal, de 1981 a 2014 foram aprovados para comercialização 1328 medicamentos, destes 51,5% são de origem natural e 26,8% derivados de fitoquímicos. Um exemplo é a amida natural piperina, que é alvo de diversas investigações biológicas, e que tem demonstrado potencial para atuar como precursora de novos compostos com aplicação na modulação de fenômenos biológicos com o núcleo 1,2,4 oxadiazol, que são uma classe de heterocíclico que apresentam uma gama de atividades biológicas e que podem ser usados para a síntese potenciais agentes microbianos. Este trabalho tem por objetivo relatar a extração da piperina por micro-ondas. A hidrolise por refluxo da piperina para obtenção do ácido piperínico com rendimentos moderados. A obtenção dos ésteres piperininato de etila e 3,4 metilenodioxi cinamato de etila com excelentes rendimentos. A síntese de amidoximas usando a metodologia de convencional de agitação com cloridrato de hidroxalamina, carbonato de sódio e as correspondentes nitrilas com os substituintes (p-nitro, p-toluil, m-toluil, benzo, piperonil, 4-piridina) com rendimentos de 37% -98%. Utilizando a metodologia de síntese de oxadiazol por micro-ondas utilizando os ésteres etil ciano acetato com a piperonilamidoxima, e o éster 3,4 metilenodioxi cinamato de etila com a 4-piridine e p-toluil amidoxima na presença de K2CO3 e DMF. Todos os precursores dos oxadiazol foram elucidados por IV e os 1,2,4 oxadiazóis sintetizados caracterizados por RMN H1 e C13, alguns compostos foram testadas atividades bactericida, onde os 1,2,4 oxadiazóis apresentaram excelentes resultados frente as Staphylococcus aureus e Klebsiella pneumoniae e um dos compostos apresentou atividade luminescente uma propriedade pouco relatada nos 1,2,4 oxadiazóis.Item Caracterização estrutural e fitoquímica e investigação das Atividades antioxidante, antimicrobiana, citotóxica e imunomoduladora promovidas pelo extrato salino das folhas de Malpighia emarginata DC (acerola)(2018-06-11) Barros, Bárbara Rafaela da Silva; Melo, Cristiane Moutinho Lagos de; Leão, Ana Maria dos Anjos Carneiro; http://lattes.cnpq.br/4802149170985262; http://lattes.cnpq.br/5372943772583670; http://lattes.cnpq.br/2724284777127765A utilização de plantas na medicina popular, embora seja uma prática antiga, permanece em constante uso indiscriminado e sem uma investigação sobre possíveis efeitos tóxicos. Neste estudo, foram investigados os principais constituintes estruturais das folhas da planta e foram avaliadas as propriedades biológicas promovidas pelo extrato salino obtido de folhas de Malpighia emarginata DC (aceroleira). As propriedades biológicas avaliadas tiveram como objetivos avaliar o potencial antioxidante, antimicrobiano, citotóxico e imunomodulador do extrato. A caracterização estrutural identificou a umidade, açúcares constituintes e cinzas da planta e a caracterização fitoquímica identificou os compostos químicos como compostos fenólicos presentes no extrato. Para o potencial antioxidante, foram utilizados os métodos DPPH, ATT e FRAP. Os testes antibacterianos, antifúngicos e a análise de potencial antibiofilme foram realizados avaliando os parâmetros MIC50, MIC90, CMB e CMF. Os ensaios de citotoxicidade, proliferação e a análise de liberação de citocinas e óxido nítrico, foram realizadas usando esplenócitos de camundongos BALB/c. Os resultados encontrados apontam para grande presença de glicose (0,4 g/L), lignina (20%) e pectina (21%) no material orgânico, bem como prevalência dos íons Fe (103.10 μg/100g) e Mn (10.33 μg/100g). O extrato apresentou atividade hemaglutinante, sugerindo presença de lectina, apresentou grande quantidade de compostos fenólicos totais (51 mg GAE/g) e exibiu alto poder antioxidante (20 mg AAE/g). O extrato salino de folhas de M. emarginata não apresentou atividade antibacteriana, mas alto perfil antifúngico frente a algumas espécies de Candida. O ensaio de citotoxicidade demonstrou que o extrato promove mais de 90% de viabilidade celular, mesmo na concentração mais alta utilizada de 50 μg/mL e o perfil imunomodulador e anti-inflamatório do extrato pode ser comprovado pela indução de proliferação celular em 24 e 48 horas de cultura, com significante produção de citocinas do tipo Th2 (IL-4, IL-10 e IL-6, sendo esta última pleiotrópica) e redução significativa de óxido nítrico. O extrato salino de folhas de M. emarginata possui potencial biológico para ser empregado em doenças como úlceras, feridas dérmicas, micoses e no auxílio de terapias antienvelhecimento, assim como observado no uso etnofarmacológico.
