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    Contribuição ao conhecimento da Flora de Camaçari
    (1977) Soares, Célia Marinho da Costa
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    Contribuição da botânica para a formação cidadã: jogo de tabuleiro com abordagem interdisciplinar sobre impactos ambientais na flora de Pernambuco
    (2026-07-07) Silva, Sabrina Emily de Santana; Silva, Flávia Carolina Lins da; http://lattes.cnpq.br/7547725170997480; http://lattes.cnpq.br/9144682884438320
    O Ensino da Botânica enfrenta desafios diários devido à impercepção botânica e os processos pedagógicos tradicionais baseados na memorização mecânica. O estado de Pernambuco apresenta uma rica diversidade vegetal que, no entanto, está sob uma constante ação antrópica, sendo urgente promover uma alfabetização científica, em conjunto com uma Educação ambiental problematizadora e contextualizada. Neste contexto, este trabalho teve como objetivo desenvolver e validar um jogo de tabuleiro cooperativo como uma ferramenta mediadora para o ensino da Botânica no Ensino Médio, fundamentando-se na aprendizagem significativa e na metodologia dos três momentos pedagógicos (3MP), como auxílio na prática docente. A metodologia consistiu na elaboração de um produto educacional focado na flora pernambucana e seus impactos ambientais, seguido da validação do material por especialistas na aréa da educação básica, com o uso da escala Likert e de um formulário avaliativo. A proposta foi avaliada a partir de quatro eixos: transposição didática; rigor científico; aderência pedagógica; além de estética e jogabilidade associadas à educação para a cidadania. Os resultados indicaram concordância ou concordância plena pelos especialistas da etapa final da Educação básica. A ferramenta apresentou clareza e linguagem adequada para o ensino da Botânica, atuando como um guia pedagógico para os docentes. O jogo auxilia o professor na problematização de situações reais da flora regional, ilustrada no tabuleiro e em suas respectivas moedas de impactos, na organização de conhecimento e na mediação pedagógica. Além disso, a dinâmica permitiu a articulação e aprimoramento dos conhecimentos prévios e novos dos alunos, estimulando o protagonismo juvenil, com auxílio do docente, e o exercício da cidadania. Conclui-se que a avaliação do jogo demonstrou sua eficácia como ferramenta didática facilitadora do processo de ensino-aprendizagem, garantindo segurança ao professor em sua regência em sala de aula, o que pode despertar o interesse dos estudantes ao perceber a flora regional como principal protagonista do ecossistema terrestres, promovendo trabalho em equipe e estimulando a reflexão crítica sobre a conservação da biodiversidade local.
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    Euphorbiaceae em Pernambuco
    (EDUFRPE, 2026) Athiê-Souza, Sarah Maria; Melo, André Laurênio de; Mendes, Jone Clebson Ribeiro; Lima, Vitória Raquel da Silva; Oliveira, Tiago; Rossine, Yuri
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    Flora da Estação Ecológica de Tapacurá, São Lourenço da Mata, Pernambuco - Brasil: Myrtaceae Juss.
    (2022-10-07) Silva, Kerolayne Emilly da; Buril, Maria Teresa; Costa, Swami Leitão; http://lattes.cnpq.br/8008491041167674; http://lattes.cnpq.br/5077385212493886; http://lattes.cnpq.br/8619917360310176
    Apesar de estar presente em diferentes biomas, é na Mata Atlântica que a família Myrtaceae Juss. destaca-se com grande riqueza de espécies. A família é uma das mais diversas entre as angiospermas, apresentando distribuição pantropical com aproximadamente 6.000 espécies distribuídas em 140 gêneros. No Brasil, é representada por 1195 espécies, das quais 788 táxons são endêmicos do país. Possui tanto importância ecológica quanto econômica, abrangendo o ramo industrial para produção de móveis, perfumes e de fármacos. De forma geral, as espécies brasileiras são utilizadas para fornecer lenha para produção de peças e objetos de pequeno porte, sendo as espécies frutíferas de maior potencial econômico. Existe uma subestimação do real número de espécies de Myrtaceae para a região Nordeste sendo este resultado da escassez de estudos taxonômicos para esta região. Diante disso, esse estudo teve como objetivo realizar o levantamento florístico da família Myrtaceae na Estação Ecológica de Tapacurá, São Lourenço da Mata, Pernambuco, Brasil, com o intuito de gerar subsídios para auxiliar na identificação das espécies existentes nesta área. Por meio de coletas e consultas a herbários e de plataformas online foram registradas 17 espécies, das quais Eugenia apresentou-se como gênero mais representativo com sete espécies (E. astringens, E. candolleana, E. duarteana, E. gaudichaudiana, E. hirta, E. luschnathiana e E. umbrosa) seguido por Myrcia (M.guianensis, M. splendens, M. tomentosa) e Campomanesia (C. aromatica, C. dichotoma e C. eugenioides) com três espécies cada, Myrciaria (M. ferruginea e M. glazioviana) e Psidium (P. guineense e P. oligospermum) duas espécies cada. A espécie Eugenia duarteana foi reportada aqui pela primeira vez no domínio da Mata Atlântica e no estado de Pernambuco.
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    Recursos florais para abelhas africanizadas na Caatinga
    (EDUFRPE, 2021) Oliveira, Pedro de Assis de; Cavalcante, Marcelo Casimiro; Sá, Marileide de Souza; Cavalcante, Marcelo Cassimiro
    O presente trabalho teve como objetivo determinar as principais espécies apícolas visitadas por Apis mellifera L., em uma área de Caatinga no Município de Serra Talhada-PE. O experimento foi conduzido no apiário e nos arredores da Universidade Federal Rural de Pernambuco, da Unidade Acadêmica de Serra Talhada, durante os meses de janeiro de 2014 a dezembro de 2015. Foram identificadas 100 espécies vegetais pertencentes a 37 famílias de plantas visitadas por abelhas. Conclui-se que a Caatinga mantém uma grande diversidade de fontes de recursos para as abelhas, sendo a família Leguminosae a maior oferta de alimento para as mesmas. E que a floração e produção de pólen têm relação com os fatores climáticos da região. Os apicultores do estado de Pernambuco especificamente do Sertão do Pajeú podem aproveitar as informações de floração, bem como a sazonalidade do pasto apícola e os recursos oferecidos por parte das plantas contidas no presente estudo como guia de planejamentos.
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    Taxonomia de Dalechampia subsect. Dalechampia (Plukenetieae, Euphorbiaceae) para o Brasil
    (2019) Gama, Beatriz Rayrana de Araújo; Silva, Suzene Izídio da; http://lattes.cnpq.br/5210060514891723; http://lattes.cnpq.br/3632638739630270
    Dalechampia é um gênero pertencente à família Euphorbiaceae, subfamília Acalyphoideae Ascherson, tribo Plukenetieae (Benth.) Hutch e subtribo Dalechampineae. Compreende cerca de 130 espécies com distribuição pantropical, ocorrentes em vários tipos de vegetação e habitats. A seção Dalechampia é subdivida em cinco subseções, sendo a subseção Dalechampia um grupo de destaque por abrigar mais de 80% do total das espécies com folhas 3-lobadas, algumas delas são confundidas devido à semelhança morfológica e formam complexos de difícil delimitação interespecífica o que justifica a realização de estudos morfológicos para auxiliar na identificação das mesmas. Diante disso, propõe-se um estudo taxonômico de Dalechampia subsect. Dalechampia para o Brasil, com a atualização da distribuição geográfica e status de conservação. Foram analisados espécimes e coleções- tipo depositados em herbários nacionais e estrangeiros. As identificações foram feitas no Laboratório de Taxonomia Vegetal da Universidade Federal Rural de Pernambuco (LATAX/UFRPE) baseadas na comparação com materiais previamente identificados, como também pela consulta a coleções-tipo. Os comentários sobre a distribuição geográfica foram atualizados através de exsicatas examinadas, juntamente com os dados disponíveis na literatura especializada, e através de sites como GBIF, plataforma online da Flora do Brasil, Species link e World Checklist. Neste trabalho, os resultados trazem informações relevantes sobre espécies de difícil delimitação, no qual são apresentadas as características diagnósticas. A atualização dos dados de distribuição geográfica dos táxons para o Brasil, evidencia o estado de Pernambuco como o de maior representatividade (6 spp.), já em relação ao status de conservação, destaca-se a classificação atribuída a D. riparia e D. viridissima que são avaliadas como criticamente em perigo (CR) de acordo com os critérios da IUCN (2001).
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