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    A historicidade do conhecimento escolar da educação física no ensino fundamental
    (2024-08-04) Antunes, Lucas Tobias Pimentel; Mello, Rachel Costa de Azevedo; http://lattes.cnpq.br/8749101676171464
    A presente pesquisa tem como tema a historicidade do conhecimento da Educação Física no Ensino Fundamental. Compreendemos que a historicidade é fundamental para a apropriação de conhecimentos escolares em sua totalidade, pois consideramos que os conhecimentos são construídos a partir de evidências que entram em disputa por validação. Delimitamos como problema de pesquisa: qual a importância da historicidade do conhecimento da educação física no Ensino Fundamental? E definimos como objetivo geral: analisar a importância da historicidade do conhecimento para o ensino da educação física no ensino fundamental. Assim, definimos como objetivos específicos: compreender a Educação Física no Ensino Fundamental; compreender o conceito de historicidade dos conteúdos; identificar a historicidade no ensino dos conhecimentos da Educação Física na etapa do ensino fundamental. Com esses objetivos, definimos como metodologia, a pesquisa bibliográfica na qual realizamos uma fundamentação teórica e a análise dos artigos encontrados. Concluímos que a historicidade está sendo cobrada nas políticas curriculares, nas determinações das políticas educacionais através das leis 10.639/03 e 11.645/08, sendo tema de diversas pesquisas relacionadas à Educação Física. Tanto os autores do quadro teórico da pesquisa bibliográfica, quanto os autores mais atuais selecionados demonstraram a relevância social da historicidade no componente curricular Educação Física, apontando o quanto é imprescindível no ensino dos conhecimentos curriculares na educação básica e, enfaticamente, no componente curricular educação física no ensino fundamental.
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    “As mal traçadas linhas” do jovem casal pernambucano N. e Z. como fonte para a historicidade da língua e do subgênero carta de amor (1949-1950)
    (2021-07-07) Alves Filho, Stênio Bouças; Gomes, Valéria Severina; http://lattes.cnpq.br/8893406062883304; http://lattes.cnpq.br/8322263755431658
    Por uma investigação que não se detenha apenas à historicidade da língua, mas também do texto, este trabalho visa analisar um corpus constituído por 32 (trinta e duas) cartas pessoais do subgênero carta de amor, escritas entre 1949 e 1950, pelo casal pernambucano não ilustre N (a noiva) e Z (o noivo). Os principais pontos analisados neste estudo são: (i) os elementos composicionais do subgênero carta de amor; (ii) os aspectos que denotam os usos, as práticas e o grau de escrita dos missivistas, além do contexto sócio-histórico de produção das cartas; e (iii) os pontos de análises que estão relacionados com a representação do possessivo de segunda pessoa do singular, verificado no recorte espaço-tempo em questão. Dito isso, sob o aparato teórico-metodológico da Sociolinguística Histórica (CONDE SILVESTRE, 2007; HERNÁNDEZ-CAMPOY; SCHILLING, 2012); do Modelo de Tradições Discursivas (KABATEK, 2006); e da Paleografia (MARTÍNEZ, 1988; PETRUCCI, 2003; CASTILLO GÓMEZ; SÁEZ, 2016), foi possível observar que a missivista N (a noiva), mesmo apresentando um maior domínio sobre o escrito, encontra-se no mesmo polo que Z (o noivo), ambos estão em um continuum mais próximo de um nível elementar de base, no que se refere à habilidade escrita. Entretanto, apesar do baixo nível de escolaridade, ambos dominam a prática de escrita de cartas amorosas, o que se configura como uma aquisição cultural da tradição discursiva carta de amor. Quanto ao uso do possessivo, identificou-se o encaixamento da forma possessiva seu (31%) no emprego referente à segunda pessoa do singular, em duelo com o possessivo teu (69%).
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