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Navegando por Assunto "Lazer - Aspectos sociais"

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    Cultura corporal e infância: o lazer como resistência na comunidade
    (2019-12-11) Lima, Ana Tércia Silva de; Paiva, Andréa Carla de; Silva, Joanna Lessa Fontes; http://lattes.cnpq.br/3516424517958161; http://lattes.cnpq.br/1546386833032185; http://lattes.cnpq.br/0441300997949614
    A definição do tema do lazer para esta monografia se deu através das experiências obtidas no projeto de extensão da UFRPE, realizado na comunidade Vila Nova Tatuoca – Cabo de Santo Agostinho/PE. A partir da temática do lazer como foco para o levantamento de indagações, investigou-se como a Educação Física pode contribuir para a formação do acervo cultural e de lazer da população infantil de uma comunidade rural, inseridos em determinado contexto urbano precarizado, implicando na desconfiguração de seu modo de vida. O presente estudo tem como objetivo compreender a relação existente entre cultura corporal e a infância na comunidade Vila Nova Tatuoca, identificando os conceitos em torno das infâncias, e reconhecendo a perspectiva da educação para o lazer como possibilidade de fortalecimento e manutenção da memória coletiva da comunidade. Para tanto, optamos pela pesquisa de caráter qualitativo, especificamente pela pesquisa-ação desenvolvida em contato direto com a comunidade, cuja análise dos dados se referiu à análise de conteúdo. Durante o estudo, percebemos uma gradual evolução positiva em relação às questões de auto-organização e cooperação entre as crianças em suas atividades de lazer, na criação de novos jogos e brincadeiras que foram incorporados a seu acervo cultural, através do projeto de extensão. Ao mesmo tempo, a comunidade de Tatuoca, bem como tantas outras que passam por situação de expropriação, precisam manter resistência diante das drásticas mudanças negativas em seu modo de lazer nessa nova realidade social urbana, em comparação ao meio rural ao qual pertenciam anteriormente.
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    “Mas que saudade da minha praça modesta [...] onde viver era bom”: os espaços públicos de lazer enquanto loci para o comum urbano
    (2024-10-04) Silva, Sinara Raquel Sabino Pereira da; Santos, Otávio Augusto Alves dos; http://lattes.cnpq.br/6806135209087830; http://lattes.cnpq.br/0022003508163309
    A presente monografia objetiva destacar como a instituição do comum urbano pode se relacionar com a apropriação de praças e de parques urbanos enquanto locais públicos de lazer, tendo como questão norteadora: em que medida a apropriação social de praças e parques urbanos enquanto espaços públicos de lazer viabiliza a instituição do comum. Enquanto metodologia e métodos, a pesquisa é considerada fundamental quanto à sua natureza, exploratória-descritiva quanto aos objetivos, qualitativa no que corresponde à tabulação de dados e à abordagem. Além de partir de uma pesquisa bibliográfica sobre as principais teorias de comum, situando a temática do comum urbano dentre essas, utilizando artigos retirados da plataforma Scielo e teses e dissertações oriundas de PPGs cujo coeficiente qualis fosse superior ou igual a 5, possui-se como como desenho de pesquisa um estudo de casos múltiplos, tendo como procedimentos a coleta de doze entrevistas semiestruturadas – seis na Praça Luiz Lopes Correia e seis no Parque da Bela Vista, ambos os espaços localizados no município de Vitória de Santo Antão-PE. Os comuns urbanos são essenciais para o debate sobre do Comum em um meio globalizado e cercado por disputas de poder e de fragmentação não só espaciais, mas das relações interpessoais. A recreação, ao fazer referência à ludicidade e ao processo de criação de experiências e novas vivencias, perpassa as diversas fases da vida e denota as possibilidades de mudança social através da efetivação seja do lazer, seja do ócio. As praças e os parques apresentam a instituição de territórios-rede ou territórios descontínuos, os quais contam com a presença de inúmeros espaços cuja apropriação social vem de grupos distintos, com necessidades específicas, geralmente, produzindo situações de conflito entre estes. A partir da análise das entrevistas e da observação em tempo real, reconhece-se que as praças públicas e os parques urbanos funcionam como loci de encontros sociais rotineiros, os quais auxiliam a alimentação do lazer enquanto manifestação da cultura, fomentando a dialógica urbana e representando territórios de vida humana, demandando, contudo, em especial a organização político-social necessária para a cultura do comum urbano.
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    O consumo de bebidas alcoólicas como forma de lazer nas classes populares do Recife
    (2019-07-18) Oliveira, Mônica Maria de; Assis, Rodrigo Vieira de; http://lattes.cnpq.br/8735573786326770
    Esta monografia apresenta um pequeno estudo sobre o consumo de bebidas alcoólicas como forma de lazer nas classes populares do Recife, para analisar esse fenômeno recorre-se a teoria disposicionalista ou da ação e aos conceitos de classes sociais, lazer e consumo. Construímos assim dois retratos sociológicos para identificar os motivos ou fatores que levaram indivíduos situados nas classes populares a escolherem consumir bebidas alcoólicas como prática de lazer, ao invés de outras formas de uso do tempo livre. Levantamos a hipótese de que o consumo de bebidas alcoólicas é considerado por esses atores um ato corriqueiro, realizado por meio de disposições incorporadas construídas durante as suas trajetórias de vida. Ao mesmo tempo em que resultado desse cultivo de inclinações para essa prática, o consumo de bebidas alcoólicas contribuem, neste estrato social, para uma ampliação das redes de socialização que envolve dimensões concretas da vida social, como a familiar, a vida profissional e as relações comunitárias. Por isso, o consumo de bebidas alcoólicas é visto por esses indivíduos das classes populares como uma forma legitima de lazer, mesmo tendo consciência que há outras formas possíveis de divertimento que não necessariamente envolvem este ato. A relação dessas outras formas, contudo, de acordo com os dados dessa pesquisa, para serem tidas como legítimas precisam, tal como o consumo de bebidas alcoólicas, passarem por um processo contínuo de inscrição nos indivíduos, como predisposições para outras maneiras de pensar, de sentir e de agir no mundo social.
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