Navegando por Assunto "Linguagem e línguas - Variação"
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Item Um estudo sobre preconceito linguístico no filme “Que horas ela volta?”(2019-02-14) Silva, Tamires Bahia da; Lima, Rafael Bezerra de; http://lattes.cnpq.br/8700226970298080; http://lattes.cnpq.br/4761363126388455Este trabalho busca compreender como a variante nordestina está representada no filme “Que horas ela volta?”, bem como mostrar como as variantes são empregadas nos diálogos entre as personagens que marcadamente são alvo de preconceito linguístico dentro do próprio filme. Além de analisar como a língua e suas variações estão ligadas aos aspectos sociais. Através de uma análise de cunho exploratório, descritivo e explicativo, temos a pretensão de mostrar o modo como a discriminação linguística e social acontece na produção cinematográfica, como um reflexo da realidade. Quanto ao aparato teórico nos apoiamos na Sociolinguística, nos estudos de variação e no preconceito linguístico, e nos teóricos Labov (2008), Bagno (2003, 2007), Tarallo (1986), Scherre (2009) Alkimin (2012) dentre outros. Ao analisar o referido filme, pudemos perceber que o preconceito linguístico está naturalizado em nossa sociedade e em nossa cultura, seja quando alguém de outra região não entende alguns traços em nossa fala, ou quando precisamos monitorar nossa fala em viagens para outras regiões. E mais excludente ainda é a imagem fixa, imutável do ser humano que há por trás de sua fala.Item Uma abordagem sociolinguística: o fenômeno de monotongação no EJA em escolas públicas do interior do Agreste de Pernambuco(2019-07-08) Andrade, Lorena Félix de; Silva, André Pedro da; http://lattes.cnpq.br/0620934260898634; http://lattes.cnpq.br/4998384640491195O fenômeno de monotongação dá-se pelo apagamento do glide de um ditongo, este evento ocorre em virtude de fatores internos e externos à língua, formando-se, geralmente, por ditongos compostos. De acordo com Câmara Jr. (2015), o monotongo constitui-se da vogal simples resultante deste processo, principalmente, quando a ortografia continua a indicar que há o ditongo e ele ainda se realiza em uma linguagem mais cautelosa. Através desta premissa, pensar-se-á nas interferências na vida dos alunos como falantes que dominam a língua e que variam nela, uma vez que a fala interfere na escrita. Esta pesquisa será pensada à luz do pressuposto de que primeiro aprendemos a falar e, só assim, entramos no advento da língua escrita. Autores como Câmara Jr. (2015), Bagno (2007), Silva (2006), Marcuschi (2008) entre outros formam as bases teóricas que compõem este artigo. A aplicação da pesquisa, no entanto, será através de palavras e frases propícias ao evento linguístico, seguida de uma análise realizada considerando tanto fatores sociais [localidade, faixa etária e sexo biológico] quanto fatores linguísticos [tipo de ditongo e contexto fonológico seguinte] em uma escola da zona urbana e outra da zona rural ambas localizadas em Passira, interior do Agreste de Pernambuco; sendo a partir destes dados que serão apresentados os resultados.
