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Navegando por Assunto "Literatura angolana"

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    A realidade ficcional em AvóDezanove e o segredo do soviético, de Ondjaki
    (2021) Evangelista, Fabiana Esteves; Bezerra, Antony Cardoso; http://lattes.cnpq.br/7274047087168768; http://lattes.cnpq.br/2461072855388351
    Analisa-se a construção da realidade ficcional no romance AvóDezanove e o segredo do soviético (2008), do escritor angolano Ondjaki, tendo como objetivo compreender quais recursos literários o autor utiliza para recriar a vida em Angola após a sua independência, em 1975. Partindo de uma pesquisa bibliográfica, foi possível constatar que Ondjaki recorre à memória de sua infância e à adoção de um narrador-menino como personagem para descrever uma realidade lúdica e em parte segmentada por contradições sociais. Essa leitura aponta para a ideia conclusiva do elo que o autor busca preservar com a tradição angolana dos ensinamentos dos mais-velhos e com a perspectiva utópica expressa pela figura da criança.
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    O romance histórico Parábola do Cágado Velho: o tempo e o espaço na criação de Pepetela
    (2019-12-10) Jesus, Andresa Karine Rodrigues Novais de; Paes, Iêdo de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3281218394136739; http://lattes.cnpq.br/3684406531086211
    O presente artigo tem por objetivo explorar os aspectos de tempo e espaço na construção diegética do romance histórico Parábola do Cágado Velho, do escritor angolano Pepetela. Parte integrante da chamada “Geração da Utopia” em Angola, o escritor procura por meio de suas obras resgatar a história do seu povo devastada pela chegada do colonizador português e, em concomitância, expôr os traços político-sociais que fundamentam a Angola pós-libertação. Entre as tradições e os costumes modernos a narrativa se configura com traços da identidade literária pela qual Pepetela lutou - com um texto marcado pela oralidade (utilizando amplamente o kimbundo) –, que reaviva um tempo no qual os ensinamentos eram compartilhados por uma figura sábia e de grande importância dentro das tribos. Entre o passado e o presente incerto dessa parte da África, a esperança é um norteador nesse romance. O tempo, segundo Defina (1975) nas narrativas históricas se materializa concreto e, de fato, é tão presente quanto uma das personagens em Parábola do Cágado Velho. Mesmo escrevendo sobre a fome e a guerra, cicatrizes do povo angolano, Pepetela escreve em um tom de contação de estória ao unir fala e escrita, o que nas palavras de Barthes (2000) em um escritor é um ato de humanidade.
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