Navegando por Assunto "Mediação"
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Item Programa Segundo Tempo Paradesporto desafios e possibilidades na mediação de conflitos sob a perspectiva da monitora extensionista: um estudo qualitativo(2021-07-16) Luciano, Fabiana da Silva; Pirauá, André Luiz Torres; http://lattes.cnpq.br/7971412342122230; http://lattes.cnpq.br/6404579680091614O presente estudo tem como objetivo analisar, sob a perspectiva do monitor extensionista, os desafios e possibilidades durante a mediação de conflitos no Programa Segundo Tempo Paradesporto. A pesquisa é de natureza qualitativa e sua característica descritiva, seguiu parcialmente as recomendações da Standards for Reporting Qualitative Reseach: A Synthesis of Recommendations. O estudo foi realizado no núcleo do PSTP, no Departamento de Educação Física (DEFIS), da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). No período de fevereiro 2019 a março de 2020. A estratégia de amostragem tratou-se de uma amostragem por conveniência; os métodos de coleta de dados, partiu do próprio fenômeno observado durante as atividades do programa. Cada situação de conflito, bem como as estratégias utilizadas para mediação, foi analisada pela pesquisadora. Foram consideradas as anotações e memórias da pesquisadora. Resultou-se que, os principais conflitos mais evidentes, ocorreram nas esferas intrapessoais: crise da própria deficiência, que causava alteração de humor e comportamento estereotipados. Tal fato interferia diretamente no engajamento dos participantes; o interpessoal: devido os diferentes tipos de deficiências apresentam comportamentos distintos que interferiam nas relações; e o de grupo: aconteciam durante as atividades manipulativas. Os conflitos surgiam nesse contexto quando haviam disputas de materiais, ou por algumas atitudes indesejáveis. As estratégias iniciais focaram na mediação preventiva, tiveram efeitos positivos, outras estratégias foi engajá-los nas organizações das atividades, transferência de responsabilidades simples, distraindo assim dos possíveis conflitos. Promovendo sensação de alegria, autoconfiança, e desenvolvimento da autonomia. Com essas estratégias foi possível observar uma melhoria substancial no comportamento. Conclui-se que as intervenções tiveram como propósito deixar os participantes confiantes para realizar as atividades, e ao mesmo tempo trazer benefícios para o seu desenvolvimento motor, cognitivo e social.Item Um olhar sobre a Bebeteca da UFMG: acervos, espaços e mediações(2025-12-12) Silva, Helen Caroline Ramos da; Cabral, Ana Catarina dos Santos Pereira; https://lattes.cnpq.br/7731108870085614; https://lattes.cnpq.br/0948624375327985O presente Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) buscou, como problema central, compreender o processo de criação da Bebeteca da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), analisando seus critérios de curadoria do acervo, a organização do espaço físico e os projetos de mediação literária desenvolvidos. A metodologia adotada é de abordagem qualitativa, caracterizada como um estudo de caso, com uso da observação do espaço e de entrevistas para a coleta de dados. Os resultados demonstram que a Bebeteca se consolidou como um projeto essencial de extensão universitária na FaE/UFMG, integrando de forma exemplar o tripé Ensino, Pesquisa e Extensão. No que tange à organização do espaço, a análise revelou uma intencionalidade pedagógica que promove a autonomia e a exploração multissensorial do bebê. Os critérios de curadoria do acervo destacam-se pelo rigor na seleção, priorizando a qualidade estética, a bibliodiversidade e a alta materialidade dos livros-objeto. Por fim, os projetos de mediação enfatizam a construção do vínculo afetivo e a leitura dialógica como centrais para o letramento literário inicial. Conclui-se que a Bebeteca da UFMG se estabelece como um modelo de excelência e resistência no contexto universitário. Nesse sentido, o estudo contribui para o aprofundamento das discussões teóricas e práticas acerca da constituição de espaços de leitura destinados à primeira infância, especialmente as bebetecas, evidenciando sua relevância como ambientes formativos que asseguram o direito à leitura desde os primeiros anos de vida. Este estudo contribui de forma significativa ao demonstrar que o encontro entre a criança e o livro, mediado por afeto e intencionalidade pedagógica, constitui um ato de justiça social e materializa o direito inadiável da criança à leitura desde a primeira infância.
