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Navegando por Assunto "Morfologia vegetal"

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    Análise da diversidade genética e morfológica e avaliação da qualidade fisiológica de sementes de feijão-caupi
    (2026-02-10) Anjos, Joabson Francisco dos; Costa, Cristina dos Santos Ribeiro; http://lattes.cnpq.br/9312164447791107; http://lattes.cnpq.br/7893309863510239
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    Caracterização morfológica de genótipos de berinjela tolerantes a temperaturas elevadas
    (2016-07-07) Nóbrega, Danieli Andrade; Menezes, Dimas; http://lattes.cnpq.br/0089637824215999; http://lattes.cnpq.br/6417878749381852
    A berinjela Solanum melogena L. pertence à família das solanáceas. É originária de regiões tropicais do oriente e foi introduzida à dieta brasileira por imigrantes árabes, sendo o tipo mais consumido o de formato oblongo de coloração roxo-escuro brilhante e pedúnculo verde. A caracterização morfológica fornece uma série de dados sobre a existência de variabilidade fenotípica entre os genótipos, favorecendo o uso racional e sustentável dos recursos genéticos, podendo essas informações serem utilizadas nos processos de seleção, tais como na seleção de genótipos com tolerância a altas temperaturas. Este trabalho tem como objetivo caracterizar oito acessos de berinjela provenientes do CNPH - Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças, Embrapa Hortaliças, e seis cultivares comerciais, entre híbridos e linhagens atualmente comercializados e cultivados no Brasil, para posterior uso em programas de melhoramento visando à obtenção de genótipos tolerantes a altas temperaturas. Os dados foram obtidos de um experimento em delineamento de blocos casualisados e quatro repetições, entre os meses de março e junho de 2016. Foram utilizados 18 descritores morfológicos, segundo recomendações do IBPGR (1988). Os genótipos avaliados apresentaram no geral características comerciais atrativas, em relação ao formato e coloração dos frutos, sendo a característica de coloração dos frutos na fase de maturação fisiológica a que mais apresentou variação fenotípica, exibindo frutos de coloração roxo claro, branca e roxo mais escuro. Os genótipos em geral apresentam características que podem ser utilizadas em programas de melhoramento para exploração em processos seletivos e utilização como genitores em cruzamentos para obtenção de híbridos.
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    Caracterização morfológica e produção de matéria seca de diferentes leguminosas nativas
    (2021-11-24) Santos, André Evaristo dos; Santos, Mércia Virginia Ferreira dos; http://lattes.cnpq.br/9565465836878202; http://lattes.cnpq.br/3609738904440535
    O Brasil é extremamente rico em recursos naturais, sendo o berço de inúmeras espécies vegetais de interesse forrageiro. Como a produção animal nacional ocorre quase que totalmente em sistemas pastoris, sendo essa a forma mais barata de alimentação animal, faz-se necessário o estudo de espécies forrageiras adaptadas as diferentes condições edafoclimáticas, bem como persistentes para contribuir com a sustentabilidade dos sistemas de produção animal à pasto. Desmanthus spp. e Stylosanthes spp., são leguminosas que ocorrem de forma espontânea no Nordeste brasileiro, as quais apresentam características desejáveis para cultivo e alimentação de ruminantes. Objetivou-se avaliar as características morfológicas e produtivas de acessos de Stylosanthes spp. e Desmanthus spp. oriundos de diferentes locais, que compõem o Banco Ativo de Germoplasma (BAG) da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). As plantas foram cultivadas no Departamento de Zootecnia e transferidas para o BAG/ UFRPE, localizado na estação Experimental de Cana de Açúcar do Carpina, Zona da Mata Norte do estado sob a latitude 7º, 51’ 04’’ S, longitude 35º, 14’ 27’’ W e altitude de 180m em 2017. Foi observada variância em todas as características morfológicas e produtivas estudadas, tanto para os genótipos de Desmanthus quanto para os genótipos de Stylosanthes, evidenciando variabilidade entre materiais e possibilidade de futuramente serem selecionados indivíduos superiores aos atualmente existentes.
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    Desempenho agronômico e divergência genética de variedades crioulas de fava (Phaseolus lunatus L.) do Nordeste brasileiro
    (2023-10-25) Barbosa, Luiz Antônio de Moura; Silva, Gheysa Coelho; http://lattes.cnpq.br/5485750178709039; http://lattes.cnpq.br/8409766155476635
    A fava é uma leguminosa de grande importância na alimentação humana e animal como fonte de proteína. Apresenta elevada diversidade genética e é uma espécie adaptada às condições edafoclimáticas do Nordeste Brasileiro. Objetivou-se, no presente trabalho caracterizar variedades crioulas de fava (Phaseolus lunatus L.) cultivadas no Nordeste Brasileiro quanto ao desempenho agronômico e divergência genética, visando obter subsídios para o programa de melhoramento genético e conhecimento das variedades para a manutenção e conservação em bancos e casas de sementes. Especificamente, identificar subamostras agronomicamente promissoras para cultivo e melhoramento, e avaliar a diversidade genética das subamostras de fava via marcadores morfoagronômicos. Foram utilizadas onze subamostras de fava da coleção de germoplasma do Departamento de Agronomia da UFRPE – Sede, mantida no Laboratório de Expressão Gênica - LABEG. O experimento foi conduzido na Área de Fitotecnia, em condições de campo, e no Laboratório de Expressão Gênica no Departamento de Agronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Foram avaliados caracteres qualitativos referentes à planta, vagens e sementes para às análises multicategóricas qualitativas, e caracteres quantitativos, quanto floração e maturação. A diversidade genética entre subamostras foi obtida utilizando as informações multicategóricas – binárias qualitativas. A matriz de dissimilaridade foi obtida pelo índice ∑[(b+c)/(a+b+c)] e o agrupamento por meio do método hierárquico da ligação média entre grupos – UPGMA. Para os caracteres quantitativos foi realizada a análise de variância e as médias foram comparadas pelo teste de agrupamento de médias de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade, utilizando o Genes (Cruz, 2013). As subamostras de fava avaliadas apresentam divergência genética entre si, sendo a maior distância encontrada entre as subamostras FA-01 e FA-15. A subamostra FA-33 de semente clara e hábito de crescimento determinado é a mais precoce da coleção de germoplasma. A variabilidade genética observada permite o estabelecimento de estratégias de melhoramento visando diferentes nichos de mercado.
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    Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório – ESO: caracterização morfológica de acessos de feijão-caupi
    (2023-04-17) Medeiros, Julianderson da Silva; Carvalho, Rejane Rodrigues da Costa e; http://lattes.cnpq.br/3307316028992311; http://lattes.cnpq.br/9779174183447986
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