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Navegando por Assunto "Salmão (Peixe)"

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    Beneficiamento e controle de qualidade de salmão e produtos empanados na indústria Blanke Comércio de Pescado LTDA
    (2022-10-11) Pires, Lucicléa Lima; Campello, Juliana Maria Aderaldo Vidal; http://lattes.cnpq.br/4644906989773828
    Os peixes são alimentos de alto valor nutricional, mas em contrapartida são muito suscetíveis a deterioração em comparação com outras carnes, por exemplo. Deste modo o beneficiamento em conjunto com o controle de qualidade realizado, são de fundamental importância para conferir ao produto um tempo maior da vida útil, agregação de valor e uma alta qualidade. Diante das diversas formas de processamento e aperfeiçoamento tecnológicos, o desenvolvimento de novos produtos possibilitou aos consumidores uma gama maior de opções, dentre estes destaca-se o pescado empanado, que graças ao seu processo de produção, detém de um alto valor agregado, proporcionando mais praticidade para o consumidor. Este trabalho é com base no estágio do período de 7 de março a 17 de maio, a partir da experiência vivenciada durante o estágio, proponha-se discutir o beneficiamento de peixes e produtos empanados na indústria Blanke Pescado Ltda. Diante desse trabalho fica evidente a importância do processamento dos peixes, para se obter um produto de qualidade, bem como a produção de pescado empanados como alternativa de reaproveitamento de resíduos, assim como agregação de valor à matéria prima.
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    Principais parasitoses zoonóticas associadas ao consumo de salmonídeos no Brasil
    (2018-08-03) Oliveira, Géssica Bezerra de; Franque, Marcos Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/1695836763549468; http://lattes.cnpq.br/2190113596747832
    Há uma perspectiva de que em alguns anos a produção de pescados no Brasil e no mundo tenha um aumento em torno de 17%. O consumo médio de peixe no Brasil é de 9,0 kg/ pessoa, próximo ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que é de 12,0 kg/pessoa. O aumento no consumo de peixes pela população brasileira está atrelado ao crescimento populacional e a busca por uma alimentação mais saudável, como a proposta pela culinária oriental. O salmão é o peixe mais importado no Brasil e o terceiro peixe de maior apreciação entre os consumidores, principalmente quando consumido in natura. Os hábitos alimentares do salmão e seu sistema de criação os deixam vulneráveis ao parasitismo, fazendo com eleve o risco do consumidor desenvolver Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs) devido o parasitismo em pescado. Entre 2007 e 2017 houve 99.826 mil surtos de DTAs no Brasil e destes 0,84% foram associados à ingestão de pescados e a maioria dos pacientes apresentaram quadros diarreicos. Na literatura destaca-se a presença e importância de parasitos em peixes no Brasil, sendo estes associados a diversas manifestações infecciosas em humanos. Tomando como base dados no presente trabalho, foi feita uma revisão de literatura com o objetivo de alertar sobre os riscos do consumo de salmão fresco in natura, com ênfase nas parasitoses decorrentes de Anisakis spp. e Diphyllobothrium spp. que são relatados como os principais agentes etiológicos da anisakíase e difilobotríase, doenças causadas pelo consumo de peixes infectados sem tratamento térmico adequado, que podem ser fatal. Existem poucas investigações em relação a estas parasitoses em humanos no Brasil, necessitando de maior atenção pelos profissionais de saúde quanto à identificação da sintomatologia clínica, a qualidade da matéria-prima e do processamento do salmão. A análise destes peixes, utilizando métodos previstos na legislação brasileira, associadas às maiores exigências higiênico-sanitárias do consumidor, atenuam os riscos de infecções.
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    Relatório do Estágio Supervisionado Obrigatório: pesquisa de parasitas em salmão
    (2020-11-05) Menezes, Daniele Leite de; Medeiros, Elizabeth Sampaio de; http://lattes.cnpq.br/5998863169551704; http://lattes.cnpq.br/9808703194513901
    Durante o período de 02 de Março a 14 de Abril de 2020 de segunda à sexta, das 08 às 17 horas, cumprindo regime de 8 horas diárias e 18 de Agosto a 07 de Outubro de 2020, de segunda à sexta, das 08 às 14 horas, cumprindo regime de 6 horas diárias, foi totalizada a carga horária de 420 horas do Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO) na Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (ADAGRO/PE) e em uma Unidade de Beneficiamento de Pescado e Produtos de Pescado na Cidade do Recife. Na ADAGRO, acompanharam-se as atividades desempenhadas pela equipe de Fiscais Estaduais Agropecuários lotados na Sede, localizada no Parque de Exposições de Animais do Cordeiro, dentre as quais estão a avaliação de projetos, fiscalizações e coleta de amostras. Na Unidade de Beneficiamento de Pescado e Produtos de Pescado foram realizadas auditorias diárias, com o objetivo de monitorar o cumprimento dos Programas de Autocontrole, exigência da Portaria 05/2017 da ADAGRO para estabelecimentos registrados no órgão. Realizou-se uma vez por semana a pesquisa de parasita nos filés de salmão de acordo com o plano amostral de nível de inspeção II do Memorando Circular 02/2018 do MAPA, que se trata do controle oficial de verificação de parasitas em pescado, cujo resultado das amostras analisadas foi 0%. Concomitante à pesquisa dos parasitas, executou-se também uma pesquisa por meio de formulário virtual sobre o nível de conhecimento da população acerca dos riscos do consumo de peixe cru ou mal cozido. Do total de 330 pessoas pesquisadas de vários estados brasileiros, pôde-se constatar que elas têm noção dos perigos desse consumo, muito embora não saibam a importância do trabalho da vigilância sanitária e do controle de qualidade de uma empresa. Dessa maneira, a pesquisa de parasitas em pescado na indústria e a atuação da vigilância sanitária junto aos demais órgãos fiscalizadores são de grande importância para a saúde pública. Isso por que, além desses helmintos provocarem alterações organolépticas no peixe, podem causar sérios danos aos consumidores e grandes malefícios para o sistema de saúde, sendo portanto, indispensável a atuação dos fiscais veterinários na inspeção de produtos de origem animal (POA), para garantir que o alimento chegue com qualidade e seguro até a mesa da população.
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