Logo do repositório
Comunidades & Coleções
Busca no Repositório
Guia Arandu
  • Sobre
  • Equipe
  • Como depositar
  • Fale conosco
  • English
  • Português do Brasil
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar.Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Serapilheira"

Filtrar resultados informando o último nome do autor
Agora exibindo 1 - 3 de 3
  • Resultados por Página
  • Opções de Ordenação
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Decomposição da serapilheira em áreas de gramíneas na Universidade Federal Rural de Pernambuco
    (2023-04-26) Barbosa, Renata Vitória do Nascimento; Freitas, Eliane Cristina Sampaio de; http://lattes.cnpq.br/7525975084334972
    A serapilheira é responsável por inúmeras funções para o equilíbrio e dinâmica dos ecossistemas, podendo promover a melhoria das características edáficas. Sua taxa de decomposição pode atuar como um bioindicador da qualidade do solo, entretanto, é preciso padronizar as metodologias para sua obtenção. O objetivo deste trabalho foi obter e comparar as taxas de decomposição de serapilheira obtidas pelos métodos de litter bags e tea bags em duas áreas com gramíneas na Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife - PE (Viveiro Florestal e CEAGRI II). Foram instalados aleatoriamente em cada área do estudo: 24 litter bag, 10 tea bag contendo chá verde, 10 tea bag contendo chá rooibos e 10 tea bag contendo chá de sene. Foram ajustados modelos exponenciais para obtenção da taxa de decomposição e estimado o tempo de meia vida para os métodos de litter bag e tea bag, e comparada a perda de massa do chá rooibos e do chá de sene. As taxas de decomposição pelo método de litter bags e tea bags foram maiores para área do Viveiro Florestal da UFRPE quando comparada ao CEAGRI II, área com maior umidade, pH e densidade do solo. A taxa de decomposição pelo método tea bag foi diferente da obtida pelo método litter bag. O chá de sene possui perda de massa ao longo do tempo semelhante ao chá rooibos, assim não se descarta a possibilidade do seu uso no lugar do chá de rooibos, usado na metodologia tea bag, mas difícil de ser encontrado no mercado brasileiro. O uso método padronizado tea bag, mesmo que potencial, necessita de mais estudos, considerando as diferenças das condições ambientais e composição dos chás, o que influencia a fração hidrolisável e, consequentemente, a decomposição da serapilheira.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Distribuição espacial da fauna edáfica em topossequência sobre um remanescente de floresta ombrófila densa em Pernambuco
    (2024-09-27) Santana, Augusto Guilherme Caldas de; Lima, Tarcísio Viana de; http://lattes.cnpq.br/0814281560377954
    O solo é considerado um componente fundamental por induzir os processos dinâmicos que condicionam o crescimento e desenvolvimento do patrimônio biológico dos diferentes ecossistemas terrestres. Essa estrutura biótica encontra-se representada pelos vegetais, animais, microrganismos e fauna edáfica. No caso específico da fauna edáfica, observa-se expressiva diversidade morfológica e funcional desses organismos que são classificados segundo seus respectivos tamanhos ou diâmetros corpóreos e papéis ecológicos desempenhados no solo. Portanto, o objetivo deste trabalho foi diagnosticar e avaliar a distribuição espacial da fauna edáfica sobre um remanescente de Floresta Ombrófila Densa, segundo a sua exposição topossequencial. Os estudos foram realizados no Parque Estadual de Dois Irmãos (Pedi), Recife-PE, em dois momentos: período chuvoso (agosto) e de estiagem (janeiro). Para a efetivação das atividades, adotou-se a divisão da cobertura vegetacional em três terços (inferior, médio e superior), nos quais procederam-se coletas de amostras simples de serapilheira e solo até a profundidade de 5 cm. Esses materiais foram conduzidos ao Laboratório de Defesa Florestal da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) para triagem manual, inicialmente, da macrofauna e, em seguida, da mesofauna, por meio das baterias de Berlese-Tüllgren, avaliando características estruturais ecológicas. Para a análise dos dados, foram aplicados os índices ecológicos de Shannon-Weaver, Pielou e Simpson, cujos resultados mostraram maior abundância de indivíduos no terço inferior e na serapilheira no período chuvoso, com predominância da ordem Hymenoptera, mas maior riqueza de espécies no terço superior, indicando maior diversidade na serapilheira deste terço. O período de estiagem contou com mais indivíduos que o chuvoso, sugerindo que a ação da chuva influencia a densidade nos diferentes terços da topossequência, com maior acúmulo no terço inferior por se situar numa menor altitude. Os índices ecológicos indicaram que a maior diversidade está concentrada na serapilheira do terço superior, assim como foi observado no período chuvoso. Os dados microclimáticos evidenciaram maiores temperaturas no terço superior, sendo mais uma hipótese da maior diversidade ali presente. Hymenoptera foi o grupo taxonômico com maior presença nos dois períodos, seguido por Blattodea, Araneae, Chilopoda e Coleoptera. A análise de agrupamento demonstrou que o período de estiagem contou com maior similaridade entre os terços, considerado a serapilheira e o solo, do que o período chuvoso.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Restauração florestal de ambientes degradados do bioma Caatinga por meio de banco de sementes do solo
    (2018) Saraiva, Maria Monique Tavares; Silva, Luzia Ferreira da; http://lattes.cnpq.br/6320449537171549; http://lattes.cnpq.br/7157708100841122
    Este estudo analisou a ocorrência de restauração em duas áreas da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Unidade Acadêmica de Serra Talhada(UFRPE/UAST)com banco de sementes do Parque Estadual Mata da Pimenteira (PEMP)por meio de técnicas nucleadoras e avaliou o seu potencial quando submetido às condições controladas.O trabalho está organizado em dois capítulos. O primeiro refere-se a um estudo desenvolvido em campo em duas áreas degradadas da UFRPE/UAST e foram avaliados os bancos de sementes da serapilheira e do solo e serapilheira de dois ambientes do PEMP, nos anos de 2016/2017 e 2017/2018, respectivamente.No primeiro ano foram coletadas vinte amostras de serapilheira numa profundidade de 5 cm e área de 1m², constituídas dez em cada zona de ambiente natural (Serra Branca e Pimenteira) do PEMP e transplantados para dez parcelas em duas áreas. No segundo ano coletou-se cinco amostras de solo mais serapilheira numa camada de 10 cm,distribuídas para dez unidades experimentais em cada área degradada. O delineamento utilizado em ambos experimentos foi em blocos ao acaso,no modelo fatorial 2 x 2 com dois ambientes de banco de sementes e duas áreas degradadas com cinco repetições cada. Foram obtidos no experimento da serapilheira49 indivíduos, distribuídos em 12 famílias e 25 espécies e,no experimento solo e serapilheira, 144 indivíduos distribuídos em 37 espécies e 18 famílias, com nove espécies em comum. Houve predominância de herbácea se maior diversidade florística no material proveniente da zona de ambiente natural dois, do parque. O segundo capítulo consistiu na avaliação do banco de sementes contido em quatro pontos do PEMP, dois em cada zona de ambiente natural (Serra Branca e Pimenteira),submetido a irrigação e condicionado em dois ambientes diferentes de luminosidade(sombreamento e pleno sol), além disso realizou-se ensaios de distinção dos solos dos pontos estudados, por meio de testes de infiltração e determinação da densidade e porosidade.Verificou-se 114 indivíduos distribuídos em 31 espécies e 21 famílias botânicas, com predominância de emergência nas parcelas do material proveniente da zona de ambiente natural dois e em condições de sombreamento. A transposição de serapilheira e solo apresentou maior viabilidade na restauração ecológica, com melhores resultados quando associados com técnicas de manejo de conservação do solo;e,em condições controladas,o banco de sementes do ponto próximo ao curso d’água na Pimenteira apresentou melhor potencial restaurador,otimizado pelo sombreamento de 70%.
Logo do SIB-UFRPE
Arandu - Repositório Institucional da UFRPE

Universidade Federal Rural de Pernambuco - Biblioteca Central
Rua Dom Manuel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos
CEP: 52171-900 - Recife/PE

+55 81 3320 6179  repositorio.sib@ufrpe.br
Logo da UFRPE

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Enviar uma sugestão