Navegando por Assunto "Valor nutritivo"
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Item Carne de búfalo: produção, consumo e características nutricionais(2022-10-07) Silva, Maria Vitória Gomes da; Pessoa, Ricardo Alexandre Silva; http://lattes.cnpq.br/0245806512931662; http://lattes.cnpq.br/3205016641166474Este trabalho teve como objetivo abordar a produção, consumo e características nutricionais da carne bubalina. Foi-se abordado a história da bubalinocultura, a introdução e disseminação dos búfalos nas Américas, com enfoque no Brasil, além de falar sobre a sua produção na região nordeste e no estado de Pernambuco. Foi apresentado o cenário de produção da carne e os seus entraves, o consumo e estratégias para alavancar a sua produtividade. Pois são inegáveis as qualidades da carne de búfalo, o produto evidencia qualidade superior quando comparado a espécie semelhante, entretanto, o consumo da carne ainda não é tão disseminado, visto que há um estigma relacionado à carne, onde é vista por muitos, como um produto de qualidade inferior. Então, utilizar estratégias de marketing para fomentar as suas características nutricionais é uma alternativa que pode impulsionar a busca pelo produto e, por conseguinte, a sua produção.Item Composição química e valor nutritivo de quatro cultivares de capim elefante(1994) Guedes, Paulo Leonardo Correia; Paz, Luiz Gonzaga daItem Massa de forragem e valor nutritivo de capim-braquiária [Urochloa decumbens (Stapf) R. D. Webster] sob pastejo em monocultivo, com ou sem adubação, e em sistema silvipastoril(2024-10-01) Cavalcanti, Isaque da Silva; Cunha, Márcio Vieira da; Silva, Rita de Cássia Manso; http://lattes.cnpq.br/0329511011280265; http://lattes.cnpq.br/8936474723708253; http://lattes.cnpq.br/5434373242065945Os sistemas silvipastoris oferecem benefícios ecológicos, econômicos e sociais significativos. Esses sistemas podem reduzir os efeitos negativos do monocultivo no solo, diversificando a produção da área por meio da integração com práticas florestais, promovendo o bem-estar animal com o sombreamento e melhorando a ciclagem de nutrientes que pode gerar melhora da fertilidade do solo, notadamente se forem com leguminosas arbóreas. O capim-braquiária (Urochloa decumbens Stapf.) é a espécie forrageira mais difundida nas pastagens brasileiras. A hipótese deste trabalho é que o sistema silvipastoril com a leguminosa arbórea sabiá (Mimosa caesalpiniifolia Benth.) melhora o valor nutritivo do capim-braquiária em comparação ao monocultivo, especialmente sem adubação, sem impactar significativamente a massa de forragem. O objetivo da presente monografia foi avaliar a massa de forragem e o valor nutritivo do capim-braquiária em monocultivo, sem ou com adubação (50 kg de N, P e K ha⁻¹ ano⁻¹), e em sistema silvipastoril com a leguminosa sabiá, nas épocas chuvosa (março a agosto de 2023) e seca (dezembro de 2022 a fevereiro de 2023 e setembro a novembro de 2023), no Agreste de Pernambuco, Brasil. O método de pastejo utilizado foi o de lotação contínua, com taxa de lotação variável, utilizando animais machos não castrados, mestiços Nelore com peso vivo médio de 170 kg PV inicialmente. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com três repetições. O sistema silvipastoril apresentou menor massa seca de forragem verde de capim-braquiária (2045 kg ha⁻¹), em comparação ao monocultivo adubado (2703 kg ha⁻¹), enquanto não diferiu do monocultivo sem adubação (2327 kg ha⁻¹). A massa de forragem foi maior durante a época chuvosa (2987 kg ha⁻¹). O sistema silvipastoril teve uma quantidade menor de material senescente, em relação ao monocultivo sem adubação. Além disso, também apresentou maior incidência de plantas invasoras, em comparação aos monocultivos. Não houve efeito significativo dos tratamentos e das épocas nos teores de matéria seca, matéria mineral, matéria orgânica, fibra em detergente neutro corrigida para cinzas e proteína e hemicelulose do capim-braquiária (296 g kg⁻¹ MN, 84 g kg⁻¹ MS, 916 g kg⁻¹ MS, 725 g kg⁻¹ MS e 39 g kg⁻¹ MS, respectivamente). O teor de proteína bruta da gramínea no sistema silvipastoril foi superior (51 g kg⁻¹ MS) ao do monocultivo sem adubação (41 g kg⁻¹ MS) e não diferiu da monocultivo adubada (44 g kg⁻¹ MS). No entanto, não foi afetado pela época do ano. Os teores de fibra em detergente neutro e em detergente ácido no capim-braquiária foram superiores na época chuvosa, com médias de 794 e 402 g kg-1 MS, respectivamente. A DIVMS da forragem foi superior no período seco do ano (499,8 g kg⁻¹ MS ). O sistema silvipastoril com a leguminosa sabiá, embora promova menor massa de forragem de capim-braquiária, em comparação ao monocultivo adubado, oferece vantagens nutricionais e estruturais, como o aumento do teor de proteína bruta e a redução de material morto, o que pode melhorar a dieta e o consumo animal.Item Produtividade e valor nutritivo de cultivares de capim elefante (Pennisetum purpureum Schum.) submetidas a diferentes sistemas de corte(1994) Véras, Antonia Sherlânea Chaves; Paz, Luiz Gonzaga daItem Valor nutritivo e perdas de silagens de capim-elefante: porte da planta, associação com leguminosa e aditivo energético(2022) Abreu, Bruna Silva; Mello, Alexandre Carneiro Leão de; http://lattes.cnpq.br/7703594344797645; http://lattes.cnpq.br/4666932975138526O capim-elefante (Pennisetum purpureum Schum.) apresenta características favoráveis para a produção de silagem, porém, na idade indicada para o corte, apresenta reduzidos teores de matéria seca e carboidratos solúveis, reduzindo seu potencial para a confecção de uma silagem de qualidade. A fim de melhorar os parâmetros fermentativos, recomenda-se o uso de aditivos e/ou outras técnicas, como o pré murchamento, a inclusão de leguminosa, bem como a adição de materiais ricos em matéria seca e em carboidrato solúvel, tais como o fubá de milho. Objetivou-se avaliar o valor nutritivo e as perdas por gases e efluentes de silagens de genótipos de capim-elefante de diferentes portes, associados com a Cunhã (Clitoria ternatea L.) e aditivadas com fubá de milho. O estudo foi conduzido na Estação Experimental de Cana-de-Açúcar do Carpina, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), sob delineamento inteiramente casualizado, em arranjo fatorial 2x2, sendo utilizados dois genótipos de capim-elefante (Taiwan A-146 2.37 e IRI-381) associados à cunhã, com e sem aditivo, com quatro repetições por tratamento. Foram avaliados os teores de matéria seca (MS), matéria mineral (MM), matéria orgânica (MO), fibra em detergente neutro (FDN) e extrato etéreo (EE), a digestibilidade in vitro da MS (DIVMS), as perdas por gases (PG) e efluentes (PE), bem como a recuperação da matéria seca (RMS). Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade, utilizando o programa estatístico SAS (2002). Foram observadas interações significativas genótipo x aditivo para CF, onde o maior valor foi observado no IRI – 381 aditivado com fubá de milho (22,36), para EE, onde o Taiwan A 146 2.37 e o IRI - 381 aditivados com fubá de milho diferiram entre si, com menor valor (24,91 g kg-1 da MS) para o IRI – 381, em comparação ao Taiwan A 146 2.37 (35,53 g kg-1 da MS), e PB, tendo o Taiwan A – 146 2.37 aditivado com fubá de milho apresentado o maior valor (115,7 g kg-¹ de MS). Foram observados efeitos isolados de aditivo e genótipo para CT, sendo observados os menores valores para o IRI – 381 (43,57 mg/100g MS) e nas silagens aditivadas com fubá de milho (41,16 mg/100g MS) e também para FDA, onde as silagens aditivadas obtiveram menor valor (356,37 g kg-1 de MS), assim como o genótipo do Taiwan A – 146 2.37 (357, 64 g kg-1 da MS contra 366,14 g kg-1 da MS do IRI – 381) . Houve efeito isolado de genótipo para PG e pH, onde o Taiwan A - 146 2.37 obteve os maiores valores (1,20% de PG e 4,17 para pH), bem como para LIG, MM e MO, com o IRI - 381 apresentando maior valor de LIG (5,57%), menor valor de MM (92,46 g kg-1 da MS), enquanto o Taiwan A - 146 2.37 o menor valor de MO (819,88 g kg-1 da MS). Houve efeito isolado de aditivo para RMS e CSar, onde as silagens aditivadas com fubá de milho obtiveram maiores valores (83,46% para RMS e 2,0%2 para CSAr). Diferenças significativas sobre a adição do fubá de milho também foram observadas para teores de MS das silagens, com 221,33 g kg-1 MV para as silagens aditivadas, FDN, FDA, HEM, CEL e DIVMS onde a adição de fubá de milho reduziu os teores da fração fibrosa e elevou os valores de DIVMS (356,37 g kg-1 da MS, 228,06 g kg-1 da MS, 305,1 g kg-1 da MS e 420,6 g kg-1 da MS, respectivamente). Foi observada quebra da estabilidade aeróbia após 48 horas da abertura dos silos. Portanto, pode-se concluir que a inclusão do fubá de milho como aditivo energético melhora as características fermentativas e o valor nutritivo das silagens de capim-elefante e cunhã.
