Navegando por Assunto "argamassa estabilizada"
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Item Impactos da utilização de argamassa estabilizada em comparação à argamassa ensacada na produtividade e planejamento de obras verticais.(2025-08-04) Araújo, Heloísa Grasiela de Melo; Pereira, Ially Kimberly Arruda Costa; Veras, Juliana Claudino; http://lattes.cnpq.br/8199104094050794; http://lattes.cnpq.br/1724435735880960A argamassa é um insumo amplamente utilizado na construção civil, especialmente nas etapas de revestimento e acabamento de estruturas verticais. Entre as opções disponíveis no mercado, destacam-se a argamassa ensacada (AEN) e a argamassa estabilizada (AES), cada uma com características específicas que impactam diretamente na produtividade, no custo e no planejamento das obras. A escolha adequada do tipo de argamassa pode gerar ganhos significativos de eficiência e economia, mas também exige atenção a aspectos técnicos relacionados à sua aplicação. Este trabalho trata da análise comparativa entre dois tipos de argamassa – a estabilizada e a ensacada – com foco na etapa de emboço de fachadas em edificações verticais. O estudo será desenvolvido a partir da observação de quatro torres de um condomínio residencial localizado na Região Metropolitana do Recife. As torres analisadas possuem metragens equivalentes e foram construídas em duas fases distintas: na primeira fase, foram utilizadas argamassas estabilizadas; já na segunda fase, foi empregada argamassa ensacada. A pesquisa considerou dados sobre produtividade, custos e desempenho das equipes de obra, além de aspectos técnicos como a influência dos aditivos estabilizantes de hidratação e o tempo de pega da argamassa. A partir dessa comparação, buscou-se compreender os impactos que cada sistema pode gerar no andamento da obra, especialmente em fachadas com maiores espessuras de aplicação. Na comparação entre as duas fases da obra, identifica-se menor produtividade e maior consumo de mão de obra na Fase 1, devido à espessura elevada da camada de emboço, ajustes na dosagem de aditivos e maior tempo de acabamento. Já na Fase 2, a adoção da argamassa ensacada, apesar do custo mais alto, trouxe melhor desempenho, controle e cumprimento do cronograma. Essa escolha, portanto, deve considerar não apenas os aspectos técnicos, mas também os operacionais e financeiros
