04. Unidade Acadêmica de Garanhuns (UAG)

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    Ocorrência de Rhytdodes gelatinosus e Neoctangium travassosi em tartarugas marinhas encalhadas no nordeste do Brasil
    (2019-07-09) Rocha, Taysa Alves; Ramos, Rafael Antonio do Nascimento; http://lattes.cnpq.br/2384915943197683; http://lattes.cnpq.br/2880472875315480
    As tartarugas marinhas têm distribuição cosmopolita, representadas por apenas sete espécies, das quais cinco delas encontradas no Brasil. Diversas ameaças estão presentes na vida destes animais, e as de origem antrópica as mais preocupantes. No entanto, aspectos naturais como predação, mudanças no ecossistema e doenças infecto-parasitárias também tm sido descritas acometendo estas populações. Dentre os agentes etiológicos, os trematódeos têm sido estudados, mas os dados existentes são incipientes. Objetivou-se neste estudo avaliar a ocorrência dos trematódeos Rhytidodes gelatinosus e Neoctangium travassosi em tartarugas marinhas encalhadas no Nordeste do Brasil. Para tanto, foram obtidas amostras de trematódeos presentes em tartarugas encalhadas em uma faixa litorânea entre os estados do Rio Grande do Norte e Ceará. Os espécimes foram preparados pelo método de coloração por regressão e morfologicamente identificados. Todos os procedimentos aqui relatados foram realizados no âmbito do Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Um total de 19 tartarugas marinhas pertencentes a três diferentes espécies (Chelonia mydas = 14; Caretta caretta = 3; Eretmochelys imbricata = 2) encalharam na área de estudo durante os anos de 2010 e 2018, sendo todas elas parasitadas por N. travassosi e/ou R. gelatinosus. N. travassosi foi encontrado exclusivamente em C. mydas, enquanto R. gelatinosus em C. caretta, já E. imbricata foi parasitada por ambas espécies. Atualmente, desconhece-se o papel patogênico destes trematódeos, no entanto, eles tem sido encontrados frequentemente em tartarugas marinhas, podendo se tornar um agravo a saúde destes animais, representando uma ameaça a conservação destas espécies. Por fim, este estudo relata pela primeira vez o parasitismo de E. imbricata por R. gelatinosus no Brasil.