02. Unidade Acadêmica de Educação a Distância e Tecnologia (UAEADTec)

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    Leitura no livro didático de língua portuguesa: análise de atividades de leitura para o desenvolvimento da compreensão leitora
    (2024-12-17) Galindo, Olga Heloísa de Almeida; Ranieri, Thais Ludmila; http://lattes.cnpq.br/9800015399149501; http://lattes.cnpq.br/8911417079521641
    A leitura é fundamental para o desenvolvimento crítico e reflexivo dos alunos, especialmente nos anos finais do Ensino Fundamental, quando estão em uma fase de transição para o ensino médio e precisam aprimorar habilidades mais complexas de interpretação e compreensão. O livro didático exerce um papel essencial nesse processo, sendo muitas vezes o principal recurso utilizado em sala de aula. Ao ter acesso a ele, o aluno tem a oportunidade de se tornar um leitor crítico, aprimorando sua capacidade crítica de leitura em níveis mais profundos. Neste sentido, o presente estudo traz reflexões acerca do tratamento dado à proposta de leitura presente no livro didático de língua portuguesa do 8º ano do ensino fundamental. Neste contexto, questiona-se: Como o livro didático de Língua Portuguesa do 8º ano, da coleção Português Linguagens (William Cereja e Carolina Vianna), contribui para o desenvolvimento de leitores críticos e reflexivos, considerando as propostas de leitura e as estratégias apresentadas no material? Nesta perspectiva, trazemos uma análise do 1º capítulo da II Unidade do Livro Didático de Língua Portuguesa, da coleção Português Linguagens (8º ano), dos autores William Cereja e Carolina Dias Vianna. O trabalho tem como objetivo geral analisar as propostas de leituras presentes no livro didático Português Linguagens do 8º ano de William Cereja e Carolina Vianna, com foco na sua contribuição para a formação de leitores críticos. Os objetivos específicos são: analisar as atividades de leitura propostas no livro didático, identificando se promovem compreensão crítica; avaliar a seleção de textos no material didático e sua relação com a prática social da leitura e verificar se o livro didático estimula estratégias de leitura que vão além de práticas mecanizadas. Em termos metodológicos, a pesquisa é qualitativa, com foco na análise de conteúdo. Este trabalho está fundamentado a partir das contribuições de Marcuschi (2005, 2008); Kleiman (1995), Abreu (2021), Choppin (2004), Colomer (2007), Freire (1987), Koch e Elias (2006), Nascimento (2019), Soares (2004), Solé (1998) e Tagliani (2011).
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    A organização de conteúdos no planejamento de aulas de português como língua não materna
    (2024-12-14) Nascimento, Fabiano José de França; Lira, Wellington Marinho de; http://lattes.cnpq.br/7286815404131000; http://lattes.cnpq.br/1906986473304260
    Este estudo explora a organização curricular para o ensino de Português como Língua não materna (PLNM), voltado especialmente para profissionais do ensino interessados em atuar de modo autônomo. Com base em materiais de referência e análise de dados, propôs-se um currículo alinhado ao Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas (QECR), estruturado por níveis de proficiência. Os resultados destacaram a importância de progressão temática e adaptação aos contextos dos alunos, evidenciando desafios específicos do ensino autônomo. A discussão abordou a necessidade de conciliar normas globais com a diversidade linguística brasileira e o preparo para exames como o Celpe-Bras. Elementos como a capacidade de adaptação e flexibilidade por parte do professor, ou criador do plano curricular se destacam como algumas das partes mais relevantes entre os achados deste artigo.
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    A percepção docente acerca da formalização de professores para o trabalho com a variação lingüística no ensino da língua portuguesa
    (2024-07-30) Santos, Eliene Pereira dos; Paulino, Suzana Ferreira; http://lattes.cnpq.br/2393224245460974; http://lattes.cnpq.br/6088305144293920
    As concepções de língua/linguagem de alguns professores, sem considerar fatores sócio históricos, no ensino da Língua Portuguesa ainda promovem práticas homogêneas e preconceituosas de, sem levar em conta as diversidades que contribuem para com o contexto linguístico. O presente estudo teve como objetivo geral analisar a percepção docente acerca do trabalho com as variações linguísticas no processo de formação de professores nos cursos de Letras/Língua Portuguesa. Como objetivos específicos decidimos refletir sobre a importância de uma formação crítica acerca do conhecimento e valorização das variações linguísticas em sala de aula; investigar as práticas pedagógicas docentes para o trabalho com variações linguísticas; discutir sobre o preconceito linguístico e seus impactos em sala de aula. Para tanto, realizou-se uma pesquisa bibliográfica e exploratória, de abordagem majoritariamente qualitativa, baseada nos pressupostos teórico-metodológicos de Bagno (1999), Freire (2006), Libâneo (2014), entre outros. Os dados foram gerados a partir de um questionário no Google forms no período de março a abril de 2024. Em seguida, foram classificados, analisados e os resultados foram sistematizados em um quadro. Os resultados indicam que, mesmo com o aprofundamento de teorias sobre a variedade da língua nas graduações, faz-se necessário que as formações inicial e continuada docentes no trato com as variedades linguísticas, tão estigmatizadas na sociedade, façam parte de um desenvolvimento sistemático, crítico, reflexivo e contínuo.
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    A BNCC e o livro didático de Língua Portuguesa : contribuições da música nas aulas de linguagem
    (2023-12-21) Silva, José Carlos Rodrigues da; Rosa, Aliete Gomes Carneiro; http://lattes.cnpq.br/9765841869399460
    Este trabalho tem como objetivo analisar o livro didático usado na sala de aula da EREM Justa Barbosa de Sales, situada no município de Vertente do Lério – PE, estabelecendo relação com a disciplina de Estágio Supervisionado Obrigatório, com o fito de compreender o seu alinhamento com a proposta curricular do Novo Ensino Médio. Logo, a música aqui tratada foi investigada enquanto elemento da linguagem, especificamente na área de Artes. A análise consistiu em observar a relação da BNCC com o livro didático adotado pela escola campo de estágio para compreender de que forma esse material apresenta a música como instrumento mediador no processo de ensino-aprendizagem, apoiando o professor de Língua Portuguesa nas aulas de linguagem. Para tanto, consideramos sequências didáticas presentes no livro e observamos a relação dessas atividades com as competências assumidas pela BNCC para o ensino de língua portuguesa que, neste caso, traz a música no entrelaçamento dos conteúdos. Posteriormente, aplicamos um Plano de Atividades a fim de perceber, na prática, como a música consegue ter aceitação junto aos estudantes conforme propõe a BNCC. Para compreender o papel do livro didático de língua portuguesa na sala de aula, tomamos como referência os estudos de Bunzen (2014), considerações de Dionísio e Bezerra (2020) sobre o livro didático de Português, alinhando-se à música no texto de Vila Nova (2012).
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    Aspectos socioculturais da variação linguística em produções textuais escritas de alunos do ensino fundamental II: possibilidades de abordagens da variação no ensino de língua
    (2019) Reis, Mônica Santos da Costa; Ferreira Júnior, José Temístocles; http://lattes.cnpq.br/6415276115481076; http://lattes.cnpq.br/1585440206148381
    O objetivo deste trabalho é fazer algumas reflexões a respeito dos pressupostos sociolinguísticos relacionados à variação linguística, abordando os aspectos culturais,geográficos e situacionais (contextuais) em produções textuais de alunos do oitavo ano do ensino fundamental a partir da relação entre oralidade e escrita, situadas em um contínuo relacionado aos usos formais e informais da língua.O trabalhoapresentará como respaldo os estudos de Marcuschi(2001), Bagno (1999), Passarelli (2012), Koch e Elias (2009), Neves (2009) e os trabalhos de Deus (2017), Gonçalves (2001)e Coelho,IzeteLehmkuhl (2010).A partir dacoleta de dados foram solicitadas produções textuais escritas dos educandos e aplicado questionário para análise e relação entre oralidade e escrita, relacionadas à variação linguística. Com isso, foram avaliadas variações na dimensão interna e externa da língua,tendo conhecimento de que retomar a prática a que se refere é resultado dos dialetos culturais que acompanham a vida das crianças enquanto educação “doméstica” e dos adultos, uma vez que são hábitos peculiares de diversificação dos sistemas de uma língua e, os alunos acabam acostumando-se com essas expressões, se distanciando das regras gramaticais próprias ao texto sugerido. Logo, a análise trouxe dados significativos em relação aos aspetos socioculturais da variação linguística com a presença de variantes na escrita dos discentes. Nossas discussões mostram queas escolas como instituições responsáveis pela formação crítica e autônoma desses estudantes precisam trabalhar em sala de aula a existência das variações linguísticas, bem como a importância do uso da norma culta em situações em que se exige a utilização da norma culta da língua. O fato é que no dia a dia nos deparamos com os dois tipos de situações e tanto a língua falada como a língua escrita são modalidades de representação da língua e precisam ser discutidas como duas práticas sociais de manifestação textual-discursiva enão de forma dicotômica,com a supremacia de apenas uma norma linguística
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    Alfabetizar letrando: um desafio para o ensino de língua materna
    (2019) Barbosa, Maria Aparecida; Santos, Sulanita Bandeira da Cruz; http://lattes.cnpq.br/9012661375569097
    Atualmente, defende-se um trabalho pedagógico nos anos iniciais que envolva tanto o alfabetizar quantoo letrar, por serem consideradoscomo processos inseparáveis, que devem caminhar paralelamente.Esta é a nova e desafiadora tarefa que se apresenta aos professores e que vem sendo, há muito tempo, tema de discussões entre os estudiosos da linguagem. Nesta perspectiva, este artigo, com base numa revisão bibliográfica, tem por objetivo refletir sobre as contribuições da alfabetização vinculada ao letramento para o ensino e aprendizagem da língua materna. Assim sendo, discorreremos sobre o conceito de alfabetização e letramento, além da relevância de se alfabetizar letrando e, concomitantemente, refletiremos sobre suas implicações no que diz respeito ao papel do professor nesse processo, já queele precisa se apropriar do sentido da alfabetização e letramento para poder vivenciá-lo em sua prática pedagógicano que concerne ao ensino da leitura e da escrita.
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    A produção de material didático em interface com a tecnologia: percepções das práticas dos professores de língua portuguesa do ensino médio em Santa Cruz do Capibaribe-PE
    (2019) Sousa, José Paulo de; Rosa, Aliete Gomes Carneiro; http://lattes.cnpq.br/9765841869399460; http://lattes.cnpq.br/2326676958979140
    A atuação do professor em sua forma de ensinar, seja em qualquer forma de transmissão,constitui um fator de mudanças na vida das pessoas, contribuindo dessa maneira para o desenvolvimento de competências pessoais e profissionais de seu alunado. A utilização da tecnologia para criação de livros, artigos, cartilhas, dentre outras infinitas produções impressas ou digitais, oferece a aproximação de um recurso criado por um profissional que está lecionando próximo ao aluno e em seu contexto social. Essa pesquisa traz um aporte teórico, com uma metodologia de caráter quali-quantitativo, no sentido de aprofundar a temática e as possibilidades em identificar as dificuldades e características pertinentes para compor recursos no campo educacional. Desta forma, as ferramentas ou recursos criados pelo professor oferecem a democratização do seu conhecimento, de forma a expor o senso crítico e intelectual, mediante composições de produtos que registram sua habilidade de disseminador de conhecimentos. Os resultados indicam que aplicabilidade da tecnologia na educação está presente na sala de aula, sendo apresentada através do material didático produzido pelo professor, contudo a expressividade desse perfil tecnologia ainda é tímido comparado as diversas possibilidades que a tecnologia oferece como softwares educacionais, jogos digitais dentre outras expertises que tornam a aula mais atrativa.
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    O livro didático de língua portuguesa e os descritores do Saepe no 3º ano do ensino médio
    (2019) Barbosa, Gilvana Myrelly de Lima; Luna, Ewerton Ávila dos Anjos; http://lattes.cnpq.br/0502123155013190; http://lattes.cnpq.br/0006920146090205
    O livro didático representa para muitoso principal meio de acesso à cultura letrada por parte de professores e alunos. O uso desse material é comum na maioria das escolas brasileiras e,por muitas vezes, tem condicionado a ação docente. Considerando,então,a importância atribuída a esse recurso e o seu lugar de destaque nas salas de aula, buscamos estudos referentes ao Livro Didático, ao ensino da língua materna, ao currículo e àavaliação do SAEPE. Efetuada as leituras, averiguamos de que modo a coleção didática de Língua Portuguesa do Ensino Médio selecionada trata os descritorespresentes na Matriz de Referência do Sistema de Avaliação Educacional de Pernambuco-SAEPE. Partindo da comparação dos itens encontrados na avaliação às questões utilizadas no livro didático, podemos refletir sobre as limitações do manual escolar ao trabalhar os conteúdos cobrados no referido exame.Asavaliações em larga escalaproporcionam a gestão e redes escolares,os indicadores de desempenho como mais um componente para conhecer e reconhecer as suas realidades e, sendo assim,ter subsídios para estipular metas mais nítidas e especificar prioridades numa possível intervenção. A partir dos resultados, constatou-se que o material pedagógicotraz todos os descritores da prova;noentanto,a abordagem difere da empregada no teste, sendo apresentados de maneira implícita e integrados às atividades das seções dos capítulos.
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    A importância dos gêneros digitais para o processo de aprendizagem de língua portuguesa
    (2019) Costa, Fidel Matos da; Rosa, Aliete Gomes Carneiro; http://lattes.cnpq.br/9765841869399460
    O objetivo deste trabalho foi investigar o uso da tecnologia voltado para o estudo dos gêneros digitais ou emergentes, buscando entender quais são os principais desafios e problemáticas encontrados pela escola no uso desses gêneros. Isso nos permitiu compreender a influência da tecnologia para o surgimento desses novos gêneros, mais especificamente, no processo de aprendizagem em língua portuguesa.O trabalho tomou base a perspectiva de língua como interação e observa os estudos de Marcuschi e Xavier (2005) e Marcuschi (2008) para o tratamento dos gêneros textuais e a influência que atecnologia exerceu sobre os gêneros emergentes. Tomamos como princípios norteadores para o ensino a Base Nacional Curricular Comum (BNCC) e os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), a fim de situar práticas de leitura e escrita nos meios digitais para aprendizagem dos estudantes,especificamente no que atestam os descritores do Sistema de Avaliação Educacional de Pernambuco (SAEPE). Dado que suportes diversos e gêneros trazem práticas discursivas, entendemos que estes tornam possível ampliação de letramentos e participação mais efetiva da vida em sociedade uma vez que se espera que haja uso real da língua, levando em consideração a formação cidadã crítica e autônoma.
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    Análise das atividades de leitura em HQ no livro didático do 6º ano do ensino fundamental
    (2019) Santana, Erivânia Maria da Silva; Domingos, Suzana Ferreira Paulino; http://lattes.cnpq.br/2393224245460974; http://lattes.cnpq.br/4284973418718646
    As histórias em quadrinhos (HQ) foram, por muito tempo, estigmatizadas, tornando-se objeto de restrição no ensino, condenadas por pais e docentes, pois não acreditavam que elas poderiam contribuir culturalmente e agregar conhecimentos, achavam que as histórias fantasiosas influenciavam no comportamento de crianças e jovens e, portanto,eram abolidas da sala de aula. Ao longo do tempo,as HQ se popularizaram,tornando-se um meio de comunicação de massa que atraicrianças, jovens e adultos do mundo inteiro.Possibilitamuma leitura de entretenimento e lazer, abordando de forma lúdica diversos conteúdos com uma linguagem que se aproxima da realidade das pessoas.A metodologia utilizada caracterizou-se por uma pesquisa bibliográfica, qualitativa, exploratória e documental, baseada nos pressupostos teóricos de VERGUEIRO (2004), RAMOS (2004), IRANDÉ (2003), KLEIMAM (2002), KOCK (2008)e nos Parâmetros Curriculares Nacionais(1997), (1998). Por apresentar uma linguagem multimodal utilizando imagens e textos, os quadrinhos podem contribuir no incentivo à leitura nas aulas de língua portuguesa. Os enredos proporcionam uma leitura prazerosa e despertam o interesse pela leitura e podem constituir ótimas ferramentas para o ensino-aprendizagem.Os Parâmetros Curriculares Nacionais incentivam o uso de HQ em sala de aula,cabe aos docentes utilizá-las como recursos didáticos e refletir sobre a melhor forma de utilizá-las em aula. O objetivo geral deste artigo é realizar uma análise de atividades de leitura com HQ encontradas em um livro didático do 6º ano do Ensino Fundamental.