Especialização em Ensino de Ciências e Matemática (UAEADTec)
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Item As construções dos jogos didáticos na aprendizagem do ensino de ciências e biologia(2025-04-14) Lima, Sara Maria de; Nascimento, Regina Célia Macêdo do; http://lattes.cnpq.br/2339102253217709; http://lattes.cnpq.br/6675414200980596O ensino de Ciências e Biologia apresenta temáticas complexas, e por isso se faz necessário buscar ferramentas pedagógicas a fim de elucidar o conteúdo. Nesse sentido, os jogos didáticos surgem com uma alternativa a agregar no processo de ensino-aprendizagem. Em vista disso, a pesquisa tem como objetivo analisar artigos, cujo trabalho apresente as contribuições dos jogos para a aprendizagem, embasadas nas concepções de jogos e brincadeiras. Desse modo, foram avaliados artigos na base de dados do Google Acadêmico, inferindo-se as contribuições dos jogos integrados ao Ensino de Ciências e Biologia, no qual são classificados em 5 aspectos como: (i) promovedor da construção do conhecimento – abordando-os como um recurso que facilita a construção de conhecimento, pois promovem o progresso dos alunos e favorecem a construção coletiva do conhecimento, unindo-a à ludicidade; (ii) potencialidades da aprendizagem – uma vez que, maximizam a compreensão dos tópicos abordados e desenvolvem as habilidades e o comprometimento dos alunos, bem como potencializa os conhecimentos teóricos e práticos, resultando em uma interação entre estudantes e professores, que beneficia um aprendizado mais amplo, independente dos temas trabalhados; (iii) fixador de conteúdo – compreendendo-os com uma ferramenta que auxilia na fixação dos conhecimentos científicos, atribuindo um maior entendimento ao assunto, desfazendo-se do hábito de decorar termos; (iv) dispositivo dinâmico – no qual estimula a cognição unindo a aprendizagem a diversão, que além de despertar o interesse dos alunos para a temática, possui a capacidade de se adequar às adaptações, podendo se adaptar a qualquer público destinado; (v) revisor de conteúdo – apontando que os jogos educativos servem para revisar assuntos e completar o processo de aprendizagem, possibilitando a facilidade no entendimento da temática e recapitulando o que foi aprendido anteriormente. Nesse contexto, entende-se, que para efetivar a aprendizagem é fundamental a utilização de recursos educativos, que como os jogos, beneficiam a aprendizagem e atrai os estudantes para o tema abordado.Item Construindo a cidadania ambiental: reflexões sobre o ensino de ciências e a educação ambiental(2025-04-15) Bezerra, Pedro Paulo Lima; Nascimento, Regina Célia Macêdo do; http://lattes.cnpq.br/2339102253217709; http://lattes.cnpq.br/0100643885634268Este artigo explora a importância da Educação Ambiental (EA) no ensino de Ciências como ferramenta para a construção da cidadania ambiental e de um futuro sustentável. Através de uma revisão bibliográfica, analisou-se a relevância da interdisciplinaridade, da contextualização e da problematização das questões ambientais nas práticas pedagógicas. A pesquisa revelou que a EA, quando abordada de forma crítica e transformadora, transcende a mera transmissão de informações, capacitando os indivíduos a questionarem o modelo de desenvolvimento vigente e a buscar alternativas mais sustentáveis. A análise dos artigos científicos selecionados, provenientes de bases de dados do Google Acadêmico, evidenciou a necessidade de ir além da conscientização individual, promovendo a participação ativa dos alunos e a reflexão sobre as causas e consequências dos problemas ambientais. A interdisciplinaridade, ao conectar os conhecimentos científicos com as realidades socioambientais, emerge como um pilar fundamental para uma EA eficaz. A contextualização e a problematização, por sua vez, estimulam o desenvolvimento do pensamento crítico e a busca por soluções inovadoras. A cidadania ambiental, expressa na participação responsável dos indivíduos na gestão e no cuidado com o meio ambiente, é um dos principais objetivos da EA. Com esses aspectos, conclui-se que a formação de cidadãos engajados na construção de um futuro justo e sustentável exige a superação da lacuna entre teoria e prática. É fundamental que, ao implementar a EA, ocorram estímulos quanto aos questionamentos da ação transformadora.Item E-book como recurso didático para o ensino de biologia: ênfase no sistema digestório dos vertebrados(2025-05-06) Lima, Paolla Ribeiro; Nascimento, Regina Célia Macêdo do; http://lattes.cnpq.br/2339102253217709; http://lattes.cnpq.br/3486857314764633Com o aperfeiçoamento da tecnologia, a dinâmica no âmbito educacional vem se transformando. Atualmente, materiais digitais e visualmente atrativos são preferidos, caracterizando-se, nesse contexto, o e-book. Ademais, no ensino de Biologia, esse recurso é bastante utilizado, ajudando a otimizar, sobretudo, o tempo de estudo. Aliado a isso, esta pesquisa buscou mostrar a eficiência do e-book sobre o Sistema Digestório nos estudos durante a fase do pré-vestibular. Para tanto, foi elaborado um e-book na plataforma CANVA e, posteriormente, realizada sua divulgação na rede social Instagram, no perfil Bizu de Biologia (@bio.zu), e em dois grupos do WhatsApp. Juntamente com a divulgação do livro digital, foi disponibilizado um Formulário Google para a captura de dados dos participantes e consumidores do material. Diante disso, em relação aos dados obtidos, constatou-se uma enorme satisfação em relação à estrutura do material, com ênfase no conteúdo (clareza e profundidade). Além disso, ficou evidente que a forma como o assunto é organizado ao longo do material, principalmente com o complemento de exemplos e ilustrações, contribui significativamente para a efetividade do e-book nos estudos para o vestibular. Dito isso, comprovou-se que o e-book é uma potente ferramenta de estudo, principalmente no cenário educacional atual, e que a utilização de recursos visuais atrativos, bem como de uma linguagem clara e objetiva, são fatores que tornam a aprendizagem mais significativa e eficiente, permitindo que os estudantes alcancem o seu objetivo: a aprovação em uma universidade.Item Relação entre mudanças climáticas e dengue: a educação ambiental como estratégia de prevenção(2025-05-15) Santos, Wellington Gonzaga dos; Nascimento, Regina Célia Macêdo do; http://lattes.cnpq.br/2339102253217709; http://lattes.cnpq.br/3367293750692523As mudanças climáticas têm provocado alterações significativas nos padrões ambientais, afetando diretamente a dinâmica de doenças tropicais como a dengue. O aumento das temperaturas, a intensificação de eventos extremos e a irregularidade no regime de chuvas contribuem para a expansão geográfica e a proliferação do Aedes aegypti, vetor responsável pela transmissão da doença. Diante desse cenário, tornase urgente a implementação de estratégias integradas de prevenção e controle, que considerem tanto os aspectos ambientais quanto às dimensões sociais do problema. Nesse contexto, a Educação Ambiental surge como ferramenta fundamental para promover a sensibilização da população, incentivando a participação ativa na prevenção da dengue e na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. Este trabalho tem como objetivo analisar os principais fatores que contribuem para a propagação da dengue no Brasil nas últimas décadas, com foco nas mudanças climáticas e na importância da EA como instrumento de transformação social. Por meio de uma revisão bibliográfica recente (2019–2025), são discutidas as interações entre clima, sociedade e saúde pública, bem como alternativas inovadoras para o enfrentamento da doença. Assim, verificou-se que as mudanças climáticas, em especial o aumento das temperaturas médias e a intensificação de eventos extremos como chuvas e secas, desempenham papel decisivo na proliferação do Aedes aegypti. Ainda, a educação ambiental, ao estimular a consciência crítica e o engajamento comunitário, torna-se uma aliada essencial na transformação de práticas cotidianas que favorecem a proliferação do mosquito.
