Engenharia Ambiental (Sede)

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    Análise técnica do plano de concessão do Parque Metropolitano Armando de Holanda Cavalcanti (PMAHC): desafios socioambientais, patrimoniais e a percepção comunitária em Cabo de Santo Agostinho, PE
    (2026-01-26) Santos, Maria Paula Alves; Santos, José Carlos Pacheco dos; http://lattes.cnpq.br/2185193566880590; http://lattes.cnpq.br/3575647425083982
    O crescimento populacional está intrinsecamente ligado ao desenvolvimento urbano, nos quais provocam transformações significativas na ocupação do solo sobre áreas ambientalmente sensíveis e de relevante valor histórico e cultural. Instrumentos de planejamento e gestão são considerados como alternativas estratégicas para o uso do solo, considerando aspectos de valorização ampla, mas que, comumente, provocam debates relacionados aos impactos socioambientais e à preservação da história da comunidade de influência. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo avaliar tecnicamente a proposta de Plano de Concessão do Parque Metropolitano Armando de Holanda Cavalcanti (Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco, Brasil) apresentada pelo Complexo Industrial Portuário de Suape, a fim de propor melhorias sustentáveis para a gestão e conservação do parque. A metodologia deu-se por meio da análise da perspectiva comunitária com aplicação de um questionário, análise técnica e documental da proposta para identificação de pontos fracos, potencialidades e conflitos entre o modelo de gestão apresentado, a conservação ambiental, a valorização e os pontos de vistas da comunidade diretamente afetada pela implantação de uma nova gestão público-privada para a área de estudo. Com base nos resultados obtidos, foi observado que o PMAHC encontra-se em um estado de degradação gradual e silenciosa, e que a comunidade afetada possui raízes de fragilidades preexistentes que dificultam uma efetivação de uma nova gestão para o PMAH. Portanto, é acentuado a necessidade de uma articulação participativa entre gestão e comunidade discutida de forma imparcial quanto às vulnerabilidades históricas que envolvem o Complexo Industrial Portuário de Suape.
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    Análise do Manejo dos Resíduos da Construção Civil no Recife (PE): Desafios Ambientais e Estratégias Sustentáveis de Reaproveitamento
    (2026-02-04) Morais, Rebeca Mikaelly Guerra de; Lins, Cecília Maria Mota Silva; http://lattes.cnpq.br/4861195143983172; http://lattes.cnpq.br/2046895085415919
    A construção civil desempenha papel fundamental no desenvolvimento urbano e econômico, porém destaca-se também como uma das principais atividades geradoras de resíduos sólidos, especialmente os Resíduos da Construção Civil (RCC). Quando gerenciados de forma inadequada, esses resíduos podem ocasionar impactos ambientais, urbanos e sanitários relevantes. Nesse contexto, este trabalho analisa a gestão dos Resíduos da Construção Civil (RCC) a partir do levantamento realizado em obras licenciadas no município do Recife, bem como propõe soluções sustentáveis para o tratamento desses resíduos, com ênfase em um estudo sistemático da literatura científica, alinhado aos princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A pesquisa possui uma abordagem quali-quantitativa e baseou-se na análise documental de Relatórios Finais de Obra e de Demolição apresentados à Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (EMLURB), referentes ao período de janeiro a setembro de 2025, totalizando 60 obras distribuídas nas diferentes Regiões Político-Administrativas do município. De forma complementar, realizou-se uma revisão sistemática da literatura científica sobre o reaproveitamento dos resíduos da construção civil Classe A, conforme a Resolução CONAMA nº 307/2002. Os resultados indicaram que a maior parte dos resíduos gerados foi destinada às Centrais de Tratamento de Resíduos (CTRs), evidenciando avanços no controle e na conformidade legal do gerenciamento desses materiais. Entretanto, observou-se baixa adoção de práticas de reutilização e reciclagem, especialmente no próprio canteiro de obras, em desacordo com a hierarquia de gestão estabelecida pela PNRS. A literatura analisada indica que o reaproveitamento dos RCC Classe A é tecnicamente viável e ambientalmente vantajoso, contribuindo para a redução do consumo de recursos naturais e dos impactos da disposição final. Destaca-se a substituição parcial da areia natural por agregados reciclados, com aplicação em argamassas de contrapiso e revestimento, evidenciando seu potencial de reutilização em elementos não estruturais da construção civil, sem prejuízo ao desempenho e com benefícios ambientais relevantes. Dessa forma, o estudo evidenciou a necessidade de fortalecimento de políticas públicas, incentivos e ações de conscientização voltadas à valorização dos RCC e à promoção de um modelo de gestão sustentável e alinhado à economia circular.
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    Proposta de indicador de sustentabilidade ambiental e social baseado em índices relacionados aos objetivos de desenvolvimento sustentável: estudo de caso da região Nordeste
    (2025-03-21) Negromonte, Maria Luísa Lima; Santos, André Felipe de Melo Sales; Araújo, Chiara Natércia França; http://lattes.cnpq.br/7273384016233113; http://lattes.cnpq.br/2607034933775460; http://lattes.cnpq.br/6098112165923326
    A busca pelo desenvolvimento sustentável requer uma abordagem integrada que leve em consideração fatores ambientais, sociais e econômicos. Nesse contexto, este trabalho teve como objetivo analisar a sustentabilidade ambiental e social na Região Nordeste do Brasil por meio de indicadores relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), e na criação do Índice de Sustentabilidade Global (ISG), que sintetiza os resultados obtidos. Foram coletados e analisados dados secundários de fontes oficiais, como o IBGE e o projeto MapBiomas, para calcular sete índices agregados associados aos ODS 3, 6, 7, 11 e 13. Os resultados indicaram que, embora haja avanços em algumas áreas, ainda existem desafios significativos relacionados ao saneamento básico, desigualdade urbana e vulnerabilidade ambiental. Os resultados reforçam a necessidade de políticas públicas mais eficazes, investimentos em infraestrutura sustentável e uma abordagem estratégica para reduzir desigualdades regionais e promover um desenvolvimento sustentável mais equitativo.