Começo, meio e começo: memória, território e transformação de um agroecólogo educador

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2026-02-11

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Este trabalho em formato de Memorial busca articular a minha trajetória de vida com a formação acadêmica no curso de Bacharelado em Agroecologia, Campesinato e Educação Popular (BACEP). Para tanto, utilizei a filosofia ancestral difundida por Antônio Bispo dos Santos (Nêgo Bispo) de começo, meio e começo para nomear as seções que compõe o trabalho, pois ela ilustra a vida enquanto processos de ciclicidade, contrapondo-se a visão ocidental linear de tempo. Eu apresento no texto o processo de migração vivida pelos meus avós e país, meu território de vida, meu caminho trilhado na agroecologia, e as minhas experiências no BACEP. Faço uma reflexão dialógica entre os temas: Circuitos Curtos de Comercialização e Economia Solidária, e discorro sobre as Relações Étnico-Racial e como o questionamento acerca da denominação de minha racialidade me levou a buscar por mais histórias de minha genealogia, fazendo com que eu encontrasse no Nordeste as minhas raízes ancestrais. Por fim, que na realidade é um novo começo, eu trago a importância de todas essas referências para a minha formação humana e profissional, enquanto agroecólogo-educador, comprometido com as urgências ambientais e sociais contemporâneas.

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Este trabajo, en formato de memorial, busca articular mi trayectoria de vida con la formación académica en el curso de Bachillerato en Agroecología, Campesinado y Educación Popular (BACEP). Para ello, utilizo la filosofía ancestral difundida por Antônio Bispo dos Santos (Nêgo Bispo), basada en la noción de comienzo, medio y comienzo, para nombrar las secciones que componen el trabajo, ya que esta perspectiva concibe la vida como un proceso de ciclicidad, en contraposición a la visión occidental lineal del tiempo. Presento en el texto los procesos migratorios vividos por mis abuelos y padres, mi territorio de vida, mi camino recorrido en la agroecología y mis experiencias en el BACEP. Desarrollo una reflexión dialógica sobre los circuitos cortos de comercialización y la economía solidaria, y abordo las relaciones étnico-raciales, destacando cómo el cuestionamiento en torno a la denominación de mi racialidad me condujo a la búsqueda de más historias de mi genealogía, posibilitando el reencuentro con mis raíces ancestrales en el Nordeste brasileño. Por último, comprendiendo la conclusión como un nuevo comienzo, expongo la importancia de todas estas referencias para mi formación humana y profesional como agroecólogo-educador, comprometido con las urgencias ambientales y sociales contemporáneas.

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Referência

SANTOS, Matheus Cavalcante dos. Começo, meio e começo: memória, território e transformação de um agroecólogo educador. 2026. 50 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Agroecologia) – Departamento de Educação, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, 2026.

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