Licenciatura em Química (Sede)

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    Síntese e docking molecular de 1,2,4-oxadiazol como potencial agente antioxidante
    (2024-07-30) Silva, Ryan Henrique Gomes da; Freitas Filho, João Rufino de; http://lattes.cnpq.br/9252404584350850; http://lattes.cnpq.br/6976073462477884
    O presente trabalho teve como objetivo sintetizar e caracterizar 1,2,4-oxadiazóis 29a-c, e avaliar sob métodos in vitro e computacionais a sua capacidade antioxidante. Para isso, realizou-se a síntese de um importante precursor, as arilamidoximas 27a-c sob o método de agitação magnética, obtendo excelentes rendimentos (84,9% – 95,7%). Em seguida, foi descrita a síntese dos 1,2,4-oxadiazóis 29a-c sob um método livre de solvente, o qual não faz usos de solventes, bases ou sais, obtendo de baixos a moderados rendimentos (30,6% – 56,2%). E ainda, esses heterocíclicos foram caracterizados por IV, RMN de 1H e ponto de fusão. E assim, com a aplicação do teste de eliminação de radicais livres de DPPH• e ABTS•+ verificou-se que, os 1,2,4-oxadiazóis apresentaram melhor resultado de redução desses radicais no método de ABTS•+ do que em DPPH•, com destaque para o composto 29b (CE50 = 4,055 μg.mL-1), que apresentou capacidades de eliminação de radicais livres promissoras muito semelhante ao antioxidante padrão o TROLOX (CE50 = 4,1 μg.mol-1), usado como controle positivo. Quanto aos procedimentos computacionais, utilizou-se o método de docking molecular para verificar a estabilidade energética e os tipos de interação dos complexos formados com os compostos 29a-c e uma enzima pró-oxidante, a Xantina Oxidoredutase (PDB ID: 1N5X) que está envolvida no processo de liberado de superóxidos, logo, partindo dos cálculos de LGA do programa AutoDock 4.2.6, observou-se que os 1,2,4-oxadiazóis utilizados como ligantes formaram complexos estáveis com a enzima alvo, ressaltando o composto 29c (ΔH = –7,69 kcal.mol-1) que gerou um complexo com energia mais estável próximo do ligante inibidor original, Tei-6720 (ΔH = –8,63 kcal.mol-1), indicando esses compostos como potenciais antioxidantes.
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    Análise da composição química do óleo essencial de espécies de Plectranthus cultivadas sob condições de estresse e avaliação Do seu potencial acaricida sobre o Tetranychus urticae
    (2024-07-31) Silva, Beatriz Steffanie Gomes da; Moraes, Marcílio Martins de; http://lattes.cnpq.br/6957579091162269; http://lattes.cnpq.br/4696332206790980
    As plantas são organismos vivos capazes de produzir metábolitos secundários como mecanismo de defesa e desenvolvimento. O que estimula a ativação do metabolismo secundário são alterações nas condições naturais necessárias para sobrevivência da planta, denominadas de estresses bióticos ou abióticos. Os óleos essenciais (OEs) são misturas complexas de constituintes oriundos do metabolismo secundário das plantas, e apresentam diferentes propriedades biológicas, desde para fins medicinais a controle de pragas. Assim, o objetivo do presente trabalho foi investigar a variação da composição química dos OEs de duas espécies do gênero Plectranthus (P. barbatus e P. ornatus) sob condições controladas de estresse e o potencial antioxidante e acaricida frente ao Tetranychus urticae (ácaro rajado). As espécies foram separadas em grupos e submetidas em condições diferentes de estresse: Predação manual (PM), salicilato de metila (SM), jasmonato de metila (MJ), salino (S), escassez hídrica (E), radiação ultravioleta (UV), e o grupo sem nenhum estresse (controle). Os OEs foram obtidos por meio de hidrodestilação e a composição química foi determinada por cromatografia gasosa acoplada a espectro de massas (CG-MS). Os dados foram submetidos a análises multivariadas (PCA, heatmap e rede molecular). A atividade acaricida foi avaliada de forma comparativa através da CL90 do controle positivo Azamax e a atividade antioxidante pelos métodos ABTS.+ e DPPH.. Para ambas espécies, a composição química identificada nos grupos controle obteve predominância de constituintes derivados dos sesquiterpenos, tendo como constituinte majoritário o (E)-cariofileno. Entretanto, nos grupos estressados, os monoterpenos se apresentaram em maiores percentuais, diminuindo significativamente o percentual do composto majoritário do controle. Essa variação foi confirmada por todas análises multivariadas utilizadas. Os OEs de ambas espécies apresentaram baixa atividade acaricida contra o ácaro rajado, tendo como taxas de mortalidade iguais a 12,00% (P. barbatus) e 22,72% (P. ornatus). A P. barbatus desempenhou melhor atividade antioxidante por ABTS.+ (62,74μg/ml) enquanto a P. ornatus apresentou para DPPH. (163,50μg/ml). Entretanto, comparado aos controles positivos Trolox (4,13μg/ml) e ácido ascórbico (1,62μg/ml), respectivamente, as atividades apresentadas pelas duas espécies foram relativamente baixas. Portanto, foi possível verificar que os OEs dessas espécies apresentam atividades antioxidantes e acaricida, ainda que baixas, e que diferentes condições de estresse alteram a composição química da planta.
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    Composição química, atividade acaricida, propriedade antioxidante, inibição da acetilcolinesterase e toxicidade do óleo essencial das folhas de Sparattanthelium botocudorum
    (2024-03-05) Silva, Mirian Luzinete da; Camara, Cláudio Augusto Gomes da; http://lattes.cnpq.br/5615678215435460; http://lattes.cnpq.br/4499498152298785
    Sparattanthelium botocudorum é uma espécie endêmica do Brasil, conhecida comumente como “Canela-brava” este arbusto está distribuído no litoral da Paraíba e no estado de Pernambuco. Mediante a escassez de estudos químico e biológico desta planta a pesquisa teve por objetivo determinar a composição química do óleo essencial das folhas bem como a avaliação das propriedades acaricida, antioxidante e toxicidade frente a Artemia salina. O óleo essencial, extraído das folhas frescas, através da técnica de hidrodestilação com auxílio de um aparelho do tipo Clevenger, teve um rendimento 0,40 % m/m e sua caracterização química, através da Cromatografia Gasosa acoplada ao Espectrômetro de Massas (CG-EM), forneceu como constituintes majoritários foram os sesquiterpenos o Germanecreno D com (38,28 %), E-Nerolidol (18,95 %), [beta]-Cariofileno (14,49 %) e Biciclogermacreno (14,18 %) e o único monoterpeno Z-[beta]-Ocimeno identificado no OE com o percentual de 0,37 %. Os bioensaios de contato residual foram realizados, com objetivo de identificar os efeitos do óleo sobre o ácaro rajado, demonstraram uma toxicidade promissora. O bioensaio de contato residual, em que os ácaros são colocados em folhas já tratadas, apresentou a CL50 = 16, 5 μL/mL. Além disso, o óleo também se mostrou com propriedade ovicida com uma CL50 estimada de 1,20 μL/mL. E sobre a atividade de repelência o óleo apresentou um melhor potencial com a concentração de CL30 8,8 μL/mL. Após avaliação da atividade de inibição da enzima acetilcolinesterase verificou que o óleo essencial das folhas da S. botocudorum inibiu a enzima uma vez que a CL50 obtida foi de 2,9 μg/mL abaixo da CL50 do controle positivo que é 5,95 μg/mL. Além disso, OE apresentou propriedade antioxidante pra o radical livre DPPH˙ estimando uma CE50 = 110,3 μg/mL, enquanto para o radical livre ABTS˙+ foi de CE50 = 49,23 μg/mL. Por fim, o óleo exibiu uma concentração de toxicidade de 700 μg/mL para o teste de toxicidade frente a A. salina que comparado com o que descrito na literatura não teve toxicidade. Diante disso, o estudo mostrou que óleo essencial apresentou efeitos semelhantes e promissores comparado a acaricidas já comercializados, e que os bioensaios demonstraram diferentes vias de atuação logo atuam com mecanismos distintos sobre praga e de apresenta propriedade biológica de atividade antioxidante.
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    Estudo químico e atividade sequestradora de radical livre da própolis de Trigona spinipes Smith (Arapuá)
    (2022-06-10) Souza, Hélter José Silva de; Silva, Tania Maria Sarmento da; http://lattes.cnpq.br/9185334632055347
    A abelha sem ferrão Trigona spinipes é conhecida popularmente como arapuá sendo uma espécie generalista primordial no desempenho dos serviços ecossistêmicos, devido a polinização de algumas plantas agrícolas, atuando como uma espécie dominante nas redes de interação entre plantas e abelhas. A própolis é uma mistura resinosa coletada de resinas vegetais, óleos essenciais, pólen, cera, açúcares e secreções salivares das abelhas. Este trabalho descreve o estudo químico de duas amostras de própolis da Trigona spinipes coletadas na Caatinga na região do Polo Petrolina-PE, nas áreas que compreende o Vale do São Franciso. O estudo químico dos extratos e frações foi realizado por Cromatografia a Líquido de Ultra eficiência acoplada com detectores de Arranjo de Diodo e Espectrômetro de Massas tipo quadrupolo e Tempo de Voo (UPLC-DAD-QTOF-MS/MS) e Cromatografia Gasosa acoplada a Espectrômetro de Massas (CG/MS). A partir do estudo químico foi possível observar a presença de substâncias das classes de poliaminas, flavonoides, terpenos, esteroides e ácidos graxos. As duas amostras apresentaram similaridade na composição química. O estudo biológico com fenólicos totais, flavonoides e o radical DPPH mostrou que as própolis estudadas são fontes ricas de compostos bioativos com potencial antioxidante. A presença de Polifenólicos presentes na própolis sugerem à ação antioxidantes, sendo capazes de sequestrar radicais livres presentes no organismo atuando contra doenças e danos no corpo humano e protegem contra bactérias, vírus, fungos e apresenta atividade anti-inflamatória
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    Composição química, atividade citotóxica, acaricida e antioxidante do óleo essencial das flores de Caesalpinia echinata (Pau-brasil)
    (2021-12-10) Rodrigues, Lucas Vitor Batista; Camara, Cláudio Augusto Gomes da; http://lattes.cnpq.br/5615678215435460; http://lattes.cnpq.br/7934872766687903
    Pertencente à família Fabaceae a Caesalpinia echinata é árvore endêmica do Brasil, conhecida popularmente por pau-brasil. Foi bastante explorada por conta da qualidade de sua madeira e produção de um pigmento vermelho além de muito cobiçada na época colonial para tingimento de tecidos e devido ao extrativismo predatório, quase foi extinta. Atualmente, a madeira é muito procurada para a fabricação de arcos para violinos por sua rigidez e densidade ideais. A escassez de estudos químico e biológico de diferentes partes da planta motivou a realização da composição química do óleo essencial das flores bem como a avaliação das propriedades acaricida, citotóxicidade frente a Artemia salina e antioxidante. As flores de C. echinata foram coletadas no campus da Universidade Federal Rural de Pernambuco. O óleo essencial (OE) foi extraído a partir da técnica de hidrodestilação por um aparelho do tipo Clevenger modificado. A composição química do óleo foi determinada pela cromatografia gasosa acoplada a um espectrômetro de massas. Contato residual foi o método selecionado para avaliação da ação acaricida sobre Tetranychus urticae e o modelo biológico selecionado para avaliação da citotoxicidade foi o de A. salina. O OE das flores apresentou como principal classe química os monoterpenos. Os principais compostos identificados foram linalol (32,33%), Z-jasmona (14,94%) e [beta]-E-ocimeno (10,44%). O óleo essencial para o controle do T. urticae apresentou uma CL50 = 290,15 uL/mL. O OE revelou uma capacidade antioxidante para o radical livre DPPH˙ estimada em CE50 = 364,10 ug/mL, enquanto para o radical livre ABTS˙+ foi de CE50 = 280,50 ug/mL. O óleo exibiu uma CL50 = 97,41ug/mL para o teste de toxicidade frente a A. salina. Este estudo mostrou que o óleo essencial das flores de C. echinata apresenta propriedade biológica acaricida, antioxidante e citotóxica frente A. salina.