Licenciatura em Química (Sede)
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Item Caracterização eletroquímica das interaçôes da lectina de sementes de Cratylia mollis (Cramoll) com glicose e eritrócitos de coelho em biossensor de MOF de [Cu3(BTC)2.(H2O)3]n(2022-05-31) Carvalho, Maryana Hermínio de; Coelho, Luana Cassandra Breitenbach Barroso; Freitas, Kátia Cristina Silva de; http://lattes.cnpq.br/5859266863241551; http://lattes.cnpq.br/2944428818449047; http://lattes.cnpq.br/0134945103585503Os biossensores são pequenos dispositivos conhecidos por sua seletividade, elevada especificidade e sensibilidade com o analito respectivo mesmo em baixas concentrações. Assim, objetivamos avaliar a transferência de carga e o potencial eletroquímico da planta popularmente conhecida como feijão camaratu, forrageira nativa do bioma Caatinga, rico em leguminosas arbustivas, de onde é extraída a lectina Cramoll das sementes de Cratylia mollis Mart., a partir de um biossensor eletroquímico usando o polímero cristalino MOF- [Cu3(BTC)2.(H2O)3]n. para imobilizar e caracterizar as propriedades físicas e químicas da lectina de sementes de C. mollis (Cramoll) e sua interação com carboidratos livres (glicose) e carboidratos na superfície de eritrócitos de coelho. A imobilização da lectina na MOF foi eficaz para construção do sistema eletroquímico mostrando-se sensível a alterações conformacionais, sendo capaz de detectar modificações nos potenciais eletroquímicos da Cramoll promovido em meio tamponado (tampão fosfato de potássio 200 mM, pH 7,0) com diferentes concentrações de glicose, destacando as concentrações de 10 mM (96 - 121 mV), 15 mM (110 - 126 mV) e 20 mM (107 - 142 mV) no tempo de 5 a 30 min. Na voltametria cíclica destacou-se a interação na faixa de potencial de -0,2 a 0,0 V; com a corrente chegando a 0,0003 A e no pico 2 na faixa de potencial de 0,4 a 0,5 V; com a corrente chegando a 0,0007 A. Também foi monitorado a interação do carboidrato presente na superfície do eritrócito de coelho pelo método potenciométrico, detectando mudanças nos potenciais da Cramoll-glicose, mesmo na presença de eritrócitos de coelho. Através do MEV foi possível observar a Cramoll imobilizada na superfície MOF comprovando pelas alterações morfológicas dessa proteína nesse processo a especificidade do ligante (glicose-lectina). Este modelo eletroquímico, biossensor Cramoll/MOF, é eficaz para avaliar lectina/carboidrato livre ou na membrana eritrocitária.Item Síntese eletroquímica da estrutura metal-orgânica de [Cu3(BTC)2 .(H2O)3]n e sua aplicação em biossensores e meio ambiente(2018-08-27) Silva, Renata Pereira da; Freitas, Kátia Cristina Silva de; http://lattes.cnpq.br/9622769576689246; http://lattes.cnpq.br/9318114882701456As MOFs (Metal-Organic Frameworks) são uma nova classe de materiais porosos conhecidos como redes de coordenação, formam uma extensa classe de materiais cristalinos, apresentando um átomo central (íon metálico) ou aglomerado (cluster metálico) coordenados a moléculas orgânicas (ligantes), em que essa unidade metal-ligante se repete formando uma rede polimérica de complexos metálicos em uma, duas ou três dimensões. Uma das mais importantes propriedades dessa estrutura metal-orgânica é a alta porosidade e grande área superficial, propriedades que serão exploradas para o desenvolvimento de um material adsorvente de corante têxtil em efluente e como imobilizante para a Lectina de Cratylia Mollis, uma enzima específica para glicose. A MOF de [Cu3(BTC)2.(H2O)3]n foi obtida por síntese eletroquímica e por via amperométrica utilizando-se uma solução de ácido 1,3,5-benzenotricarboxilico, nitrato de sódio e dimetilformamida em água Mllipore numa razão de 1:1. O precipitado foi filtrado, lavado e seco em uma estufa a 120°C, e em seguida foi caracterizado por espectroscopia de absorção na região do infravermelho utilizando um espectrofotômetro com transformada de Fourier (FTIR) e por voltametria cíclica. Após a mistura dessa MOF com uma solução que simulou um efluente de indústria têxtil, verificou-se que ela pode ser utilizada em seu tratamento pois foi obtido um efluente sem coloração e houve a estabilização do corante em sua estrutura. Os biossensores desenvolvidos foram elaborados com a fixação da MOF com a lectina, e a pasta de grafite nos eletrodos de platina e ouro. Realizou-se a voltametria cíclica desses sistemas em solução de glicose e frutose. Indicando que a lectina interage com soluções de baixa concentração de glicose com o disco de ouro (5, 10 e 15 mM devido ao aumento dos picos catódicos e anódicos), enquanto que com a placa de platina ela interage com altas concentrações de glicose (20, 40 e 60 mM devido ao aumento dos picos catódicos e anódicos). Não se observou a interação da lectina com a frutose, como já era esperado. Esse sistema pode ser utilizado para a identificação de glicanos em efluentes, e identificação de glicose em amostras reais, não sendo necessária uma grande quantidade de amostra para a identificação, tornando o método eficiente e de baixo custo.
