Zootecnia (Sede)
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ESO - Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório
TAE - Trabalho Apresentado em Evento
TCC - Trabalho de Conclusão de Curso
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Resultados da Pesquisa
Item Parâmetros sanguíneos de suínos submetidos a dietas com inclusão de farelo de biscoito e ractopamina na fase de terminação(2019-12-06) Lima, Karolayne Rayara Santos de; Dutra Júnior, Wilson Moreira; http://lattes.cnpq.br/5594343814011398; http://lattes.cnpq.br/6220702067895332Objetivou-se avaliar a influência da inclusão do farelo de biscoito e ractopamina nas dietas de suínos em fase de terminação, sobre os parâmetros sanguíneos: ureia, proteínas totais, creatinina, colesterol e glicose. Foi conduzido um experimento no setor de suinocultura, no Departamento de Zootecnia da UFRPE-sede, utilizando 24 suínos (em lotes mistos) Meio sangue (Moura x Landrace) em fase de terminação. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado em arranjo fatorial 2x2: farelo de biscoito e ractopamina, com quatro tratamentos, seis repetições, um animal por parcela experimental. As dietas experimentais consistiam em: ração controle a base de milho e farelo de soja (MI+FS) sem a adição de ractopamina (RAC), ração a base de milho e farelo de soja (MI+FS) com adição de ractopamina (RAC) a 15ppm, ração a base de milho e farelo de soja com inclusão de 40% de farelo de biscoito (FB) sem ractopamina (RAC), ração controle a base de milho e farelo de soja com inclusão de 40% de farelo de biscoito (FB) com adição de ractopamina (RAC) a 15ppm. As amostras do sangue foram coletadas ao 27o dia do período experimental, a partir das 8 horas da manhã com os animais em jejum, através de punção do Sinus orbital; as análises da composição bioquímica sérica foram conduzidas no Laboratório de Doenças Metabólicas e Nutricionais do Departamento de Medicina Veterinária da UFRPE, as mesmas foram executadas no analisador automático Labtest®-Labmax 240. Os resultados obtidos foram submetidos à análise de variância, as premissas foram atendidas através dos testes de Shapiro-Wilk para normalidade, Levene-Boxcox para homocedasticidade, aplicou-se o teste de Tukey para comparação de médias e comparações múltiplas, e análise de interação dos fatores utilizando o software R Core Team (2019). A concentração sérica de ureia encontrada neste estudo está dentro da faixa de referência 21,4 – 64.2mg/dL. Os valores para a variável creatinina mostraram-se em desacordo com os valores de referência para espécie suína 1-2,7 mg/dL, apesar disso, não houve diferença estatística para creatinina em função dos tratamentos. As dietas com inclusão de 40% de farelo de biscoito proporcionaram aumento (P<0,05) na concentração sérica de proteínas totais e colesterol dos suínos, sendo superior às dietas à base de milho e farelo de soja. Os valores de proteínas totais encontrados neste estudo mostram-se ligeiramente inferiores aos valores de referência para a espécie suína 7,9-8.9 g/dL. Foi observada diferença significativa (P<0,05) para a concentração sérica de colesterol dos animais submetidos às dietas contendo FB, mostrando-se superior à dos animais que não receberam FB nas dietas. Não houve diferença significativa (P>0,05) para a concentração de glicose, entretanto a concentração deste parâmetro mostrou-se em desacordo com os valores de referencia 85-150mg/dL. Houve interação (P<0,05) entre a dieta a base de Mi+FS e RAC sobre as concentrações de ureia e colesterol, onde a dieta promoveu menores concentrações de ureia e colesterol quando comparado aos demais tratamentos. Conclui-se que a inclusão de farelo de biscoito na dieta de suínos em terminação aumenta os níveis de proteína total e colesterol séricos. O uso de ractopamina não altera os parâmetros sanguíneos.Item Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório(2010-12-12) Santos, André Evaristo dos; Porto Neto, Fernando de Figueiredo; http://lattes.cnpq.br/1475750525654086; http://lattes.cnpq.br/3609738904440535Item Rotina de manejo em haras(2019-02-01) Trindade, Keity Laiane Gomes; Manso Filho, Hélio Cordeiro; http://lattes.cnpq.br/5631206025493479; http://lattes.cnpq.br/6037518474506684Item Treinamento de cavalo de vaquejada no estado de Pernambuco(2019-01-22) Leite, Ludmilly Anny Maria da Silva; Manso Filho, Hélio Cordeiro; http://lattes.cnpq.br/5631206025493479No presente trabalho o objetivo foi caracterizar os tipos de treinamento de cavalos competidores de vaquejada, demonstrando o crescimento desses cavalos, desde o começo quando a atividade era tida como rural, ate hoje onde já faz parte do cotidiano das grandes cidades do Nordeste e do Brasil. Para desenvolvimento do trabalho foi realizado uma pesquisa com a participação de Centros de Treinamento de vaquejada assim foram aplicados questionários a criadores e treinadores, com perguntas direcionadas as técnicas de treinamento dos animais durante o período de outubro a dezembro no estado de Pernambuco. Dessa forma, avaliamos as atividades diárias de treinamento, verificando se o treinador tem conhecimento das regras de bem estar aplicadas nessas técnicas e vendo o efeito que esse treinamento exerce nesses cavalos. Com isso demonstramos as relações de trabalho existente nessa atividade, com cavalos específicos para á prática de exercícios para competições de vaquejada. Diante dessa expansão com mais detalhes, fizemos um estudo sobre os diferentes tipos de treinamento do estado de Pernambuco competidores de vaquejada da raça quarto de milha que são os mais indicados, hoje para o esporte. Esse trabalho demonstrou que os Cavalos de vaquejada merecem maior atenção dos seus criadores.Item Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório(2019-01-07) Oliveira, Laura Silva de; Nascimento, Júlio Cézar dos Santos; http://lattes.cnpq.br/4343017315156292; http://lattes.cnpq.br/5014057024568342Item Avaliação do perfil morfométrico de cavalos da raça Quarto de Milha de Vaquejada(2018-08-24) Santos, Vinícius Henrique da Silva; Manso Filho, Hélio Cordeiro; http://lattes.cnpq.br/5631206025493479A Vaquejada é um esporte equestre genuinamente nordestino, de origem centenária, em decorrência da criação de bovinos no sertão. Nesse esporte, o cavalo Quarto de Milha se destacou por ser um animal de temperamento dócil e extremamente veloz em corridas de curtas distâncias, compreendendo cerca de noventa por cento dos animais utilizados em uma competição. Com o aumento da popularidade da vaquejada, ocorreu uma maior busca por animais que se destacassem nas provas, ou seja, de genética superior e para isso, lançou-se mão cruzamentos, voltados apenas para a genealogia. A biometriadestina-se a auxiliar nos programas de melhoramento genético, definição do padrão racial, identificação de defeitos, bem como da seleção das aptidões especificas que o animal irá desempenhar, já que para os equinos, a morfologia apresenta correlação com a função. Objetivou-se com este trabalho avaliar a biometria de animais da raça Quarto de Milha utilizados no esporte da vaquejada. Foram mensurados 45 animais, sendo 12 equinos de Puxar em Treinamento (PTr), 22 equinos de Puxar em Competição (PCom) e 11 equinos de Esteira (E). Foram coletadas as informações de 10 medidas lineares,além da massa corporal. Os dados coletados foram submetidos à análise de variância (ANOVA) e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey com nível de significância de 5%. Foi utilizado o programa SigmaPlot 13.0 para windows em todas as análises estatísticas.Verificou-se diferença significativa (P<0,05) para as medidas de altura à cernelha, altura à garupa, comprimento do corpo, comprimento de garupa, perímetro torácico, largura de peito, além da massa corporal, sendo os valores encontrados superiores nos animais de puxar em comparação com os de esteira.Os resultados mostraram que os equinos de Vaquejada apresentam biometria diferente por exercerem funções diferentes. Esta informação pode contribuir para direcionar para qual função o animal irá desempenhar no esporte, bem como o seu treinamento.Item Índice de escore corporal em cavalos de trabalho e atletas(2018-08-24) Oliveira, Virgínia Theodora Brito Marques de; Manso, Helena Emília Cavalcanti da Costa Cordeiro; Manso Filho, Hélio Cordeiro; http://lattes.cnpq.br/5631206025493479; http://lattes.cnpq.br/7040279344981888; http://lattes.cnpq.br/1481178969488295O presente trabalho teve como objetivo, avaliar o índice de escore de condição corporal em cavalos de trabalho e atletas, com intuito de saber se há diferença nos escores corporais entre as categorias de atividade física. Os dados foram coletados nos meses de maio e junho de 2018. Foram avaliados 150 animais, de ambos os sexos, na faixa etária de 3 a 16 anos e que estivessem realizando atividades físicas regularmente. Sendo: 27 cavalos de trabalho (tração); 23 cavalos de serviço (cavalaria da PMPE); 41 cavalos de marcha; 31 cavalos de vaquejada; e, 28 cavalos de corrida. A avaliação do escore corporal foi realizada de acordo com a metodologia estabelecida por Henneke et al. (1983), que estabeleceram 6 áreas de palpação e visualização no corpo para determinar na escala de 1 a 9 a deposição de gordura e o estado nutricional do animal. Os animais de vaquejada apresentaram escore corporal maior que os de corrida e trabalho, e resultado semelhante aos de marcha e serviço. Apesar dos animais começarem a depositar gordura quando chegam na fase adulta, não houve diferença entre as faixas etárias <5, entre 5 e 10, e >10 anos. A média do escore corporal dos animais do sexo feminino (~4,91) foi maior que a média dos do sexo masculino (~4,67). Avaliando os machos em relação à atividade física, os valores foram semelhantes para os de vaquejada (com maior valor ~5,10) marcha, corrida e serviço, e o menor escore foi observado nos machos de trabalho (~3,87). Quando avaliadas as fêmeas com o mesmo parâmetro, as que apresentaram menor valor foram as de corrida (~4,25) com resultados aproximados às de trabalho (~4,50), não havendo diferença entre as fêmeas de vaquejada, que apresentaram maior escore (~5,27) e as de serviço, marcha e trabalho. Quando avaliados os escores entre machos e fêmeas, em relação à atividade física, os machos de corrida apresentaram maior escore (~4,85) do que as fêmeas (~4,25), e as fêmeas de trabalho (~4,50) maior que os machos (~3,87). Para todas as outras categorias, não foram observadas diferenças. A avaliação do ECC continua sendo um método válido para indicação do nível nutricional do animal. Os resultados mostram que há interação entre escore de condição corporal e categoria de atividade física realizada pelos cavalos.Item Efeito de diferentes alimentos sobre a curva de glicose em equinos sadios(2018-08-24) Trindade, Keity Laiane Gomes; Manso Filho, Hélio Cordeiro; http://lattes.cnpq.br/5631206025493479; http://lattes.cnpq.br/6037518474506684Atualmente, existe uma grande variedade de novos componentes utilizados na formulação da dieta para equídeos; entretanto, alguns alimentos ainda são mantidos, principalmente para animais de trabalho, por tradição ou cultura em várias regiões do país. Esse trabalho teve por objetivo avaliar a curva glicêmica de cinco diferentes alimentos comumente fornecidos para equídeos. Foram utilizados 5 equinos adultos, em manutenção, escore corporal 4,5, em uma escala até 9, distribuídos em um fatorial com 5 cavalos e 5 alimentos (milho em grão úmido, milho em grão úmido acrescido de sal comum (50g), alfafa peletizada, milho extrusado, arroz extrusado), e com um intervalo de 4 dias entre cada teste. No dia-teste, eles foram suplementados isocaloricamente (3,0Mcal/animal) e amostras de sangue foram obtidas após jejum alimentar de 12h e depois do arraçoamento nos seguintes períodos: +30, +60, +90, +120, +180, +240 minutos. As amostras foram utilizadas para determinação de glicose e proteínas plasmáticas totais (PPT). Os resultados foram submetidos ao ANOVA e ao Teste de Tukey. Os resultados indicaram diferenças entre os tratamentos (p<0,05) e entre as fases das colheitas de sangue (p<0,05), mas sem interação significativa para glicose e para PPT. A maior elevação na PPT foi na alfafa (8,10mg/dL) e no milho úmido com sal (7,90mg/dL), ambos com pico aos +30min, mas sem diferenças entre si (p>0,05). Já a maior variação na glicose ocorreu com milho extrusado, com pico aos +120min (145mg/dL). Avaliando-se as fases, independente dos tratamentos, observou-se que o pico da PPT ocorreu no +30min (~7,65mg/dL) e para a glicose foi no +120min (~131,3mg/dL). Assim, é possível afirmar que tanto a alfafa como o milho com sal aparentemente promovem um grande deslocamento de líquidos para os intestinos, elevando os níveis de PPT no sangue, e o milho extrusado é o mais glicêmico dos alimentos. Conclui-se que diferentes alimentos produzem diferentes curvas glicêmicas, sendo que o alfafa peletizada produziu a menor curva e o milho extrusado a maior. Sendo assim, todos os alimentos devem ser devidamente estudados e testados quanto a sua função metabólica, a fim de utilizá-los da forma mais adequada e que contribuam para a saúde dos animais.Item Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório(2019-12-05) Silva, Webert Aurino da; Nascimento, Júlio Cézar dos Santos; http://lattes.cnpq.br/4343017315156292; http://lattes.cnpq.br/7409325762363597Item Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório(2019-12-12) Silva, Raíssa Camila da; Ribeiro, Maria Norma; http://lattes.cnpq.br/3643578234373660; http://lattes.cnpq.br/4420581591960235
