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    Realismo mágico e escrita jornalística em Crónica de uma muerte anunciada, Gabriel García Márquez
    (2023-04-14) Silva, Ilanna Myrella Matias de Lima e; Moreno, Amanda Brandão Araújo; http://lattes.cnpq.br/0149408155954168; http://lattes.cnpq.br/8603054166236930
    Este trabalho tem como objetivo analisar a obra “Crónica de una muerte anunciada”, de Gabriel García Márquez, com o propósito de perceber como as vivências do escritor e as duas profissões desempenhadas por ele (escritor e jornalista) são concebidas em sua obra, sendo uma delas a analisada neste trabalho. Nesse sentido, foram utilizados como referenciais teóricos os estudos de Irlemar Chiampi (1983), Roas (2014) e Santos e Borges (2018) ao que se refere à definição do realismo mágico, sua história, características e presença na obra de Márquez; além de Arrigucci (1987), Molina Francés (2015), Solano (2021) e Rodrigues (2005) ao que se refere a sua escrita jornalística, considerada por esses autores como uma escrita própria. Por fim, alguns registros biográficos do escritor foram consultados em Dasso Saldívar (2000) para resgatar elementos do cotidiano do autor que influenciaram na sua formação enquanto escritor e jornalista, e também na sua obra.
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    Realismo mágico e memória em Pedro Páramo, de Juan Rulfo
    (2023-04-14) Sousa, José Victor Ferreira; Moreno, Amanda Brandão Araújo; http://lattes.cnpq.br/0149408155954168; http://lattes.cnpq.br/4306124851565170
    O presente trabalho objetiva analisar a obra Pedro Páramo (1955), do escritor mexicano Juan Rulfo, reconhecido por sua produção como precursor do realismo mágico. Pretendemos explorar o romance a partir de suas relações com a memória e com o realismo mágico. O estudo terá caráter bibliográfico, através de análises interpretativas da obra literária, textos teóricos sobre os temas relacionados à pesquisa, em especial sobre memória e realismo mágico; e fortuna crítica sobre Juan Rulfo e o contexto histórico-literário mexicano. Fazem parte do referencial teórico as contribuições de Imbert (1992), Chiampi (1983) e Iegelski (2021), sobre o realismo mágico; Costa; Alves (2010), Buxó (1996), Halbwachs (1990) e Nora (1993) sobre memória; Jozef (1993), Klahn (1996) e Martín (1996), sobre Juan Rulfo e o contexto histórico-literário mexicano. A partir do cotejo de todos esses elementos, analisamos o corpus de forma a fazer discutir como Juan Rulfo trouxe em sua obra elementos do realismo mágico antes mesmo que esse conceito estivesse consolidado pelos autores do boom latino-americano. Para, além disso, pretendemos descrever como a memória e o realismo mágico convergem dentro da narrativa, se convertendo em um fator importante para a compreensão da obra.
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    Interseções entre a literatura, a história e a identidade Latino-americana em Cem anos de solidão
    (2023-04-14) Góes, Ana Beatriz Amorim; Moreno, Amanda Brandão Araújo; http://lattes.cnpq.br/0149408155954168; http://lattes.cnpq.br/1217626626676563
    Tendo como foco o livro Cem anos de solidão (1967), do escritor colombiano Gabriel García Márquez, este artigo busca tecer algumas reflexões acerca da relação entre a história da América Latina, a construção da identidade latino-americana e a literatura, partindo do pressuposto de que esta apreende aspectos dos contextos social e histórico nos quais se encontra e aos quais por vezes se refere, como é o caso da obra analisada. Para a construção dessa reflexão, fizemos, ainda, um breve apanhado da biografia de García Márquez, do realismo mágico (corrente literária na qual a obra se inserta) e seu aporte político, histórico e identitário e do boom da narrativa latino-americana. Fazem parte do arcabouço teórico as contribuições de Dasso Saldívar (2000), Eric Nepomuceno (2016), Ángel Rama (1987), Francine Iegelski (2021), Alberto Manguel (2017), Tatiana Bensa (2005), Tomaz Tadeu da Silva (2000), Fernando Aínsa (1986), entre outros.