Memórias plantadas no Agreste pernambucano: a resistência de um povo que faz brotar da terra e da união a mais verdadeira forma de autonomia
| dc.contributor.advisor | Silva, Ana Cláudia de Lima | |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/1254542675743579 | |
| dc.contributor.author | Silva, Micael Vinícius Ferreira da | |
| dc.contributor.authorLattes | http://lattes.cnpq.br/8927234280082515 | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-27T13:23:48Z | |
| dc.date.issued | 2026-02-12 | |
| dc.degree.departament | Educação | |
| dc.degree.graduation | Bacharelado em Agroecologia | |
| dc.degree.level | bachelor's degree | |
| dc.degree.local | Recife | |
| dc.description.abstract | Neste memorial, sistematizo minha trajetória formativa, territorial e afetiva na agroecologia, articulando vivências acadêmicas e experiências construídas junto a comunidades rurais que tive contato, sobretudo no Agreste pernambucano. O trabalho tem como objetivo refletir sobre como essas experiências contribuíram para minha compreensão da agroecologia como prática social, política e cultural. Utilizando como método a escrita memorialística de caráter descritivo e analítico, dialogando com vivências de imersões, mutirões, estudos de etnoagroecossistemas e processos de educação popular. Destaco minha atuação em redes e iniciativas como a Rede SEMEAM, a Rede de Intercâmbio de Sementes, a Ecofeira da Rural e o Programa Mais Gestão, espaços que fortaleceram minha prática extensionista e meu compromisso com os saberes do campo. Discuto o papel das sementes crioulas, da extensão rural agroecológica e das expressões culturais camponesas como elementos centrais de resistência ao apagamento histórico e identitário. Evidencio também a relação entre cultura, território e pertencimento, compreendendo as manifestações populares como formas de produção de conhecimento e de fortalecimento comunitário. Como resultado, afirmo a agroecologia como caminho de resistência cultural, valorização da memória coletiva e promoção da autonomia dos povos do campo, reafirmando a importância da articulação entre universidade, comunidades e saberes populares na construção de relações sociais, econômicas e ecológicas mais justas, solidárias e menos degradantes. | |
| dc.description.abstractx | En este memorial, sistematizo mi trayectoria formativa, territorial y afectiva en la agroecología, articulando vivencias académicas y experiencias construidas junto a comunidades rurales con las que tuve contacto, especialmente en el Agreste pernambucano. El trabajo tiene como objetivo reflexionar sobre cómo estas experiencias contribuyeron a mi comprensión de la agroecología como práctica social, política y cultural. Utilizo como método la escritura memorialística de carácter descriptivo y analítico, en diálogo con vivencias de inmersiones, mingas, estudios de etnoagroecosistemas y procesos de educación popular. Destaco mi actuación en redes e iniciativas como la Red SEMEAM, la Red de Intercambio de Semillas, la Ecoferia de la Rural y el Programa Más Gestión, espacios que fortalecieron mi práctica extensionista y mi compromiso con los saberes del campo. Discuto el papel de las semillas criollas, de la extensión rural agroecológica y de las expresiones culturales campesinas como elementos centrales de resistencia al borramiento histórico e identitario. Asimismo, evidencio la relación entre cultura, territorio y pertenencia, comprendiendo las manifestaciones populares como formas de producción de conocimiento y de fortalecimiento comunitario. Como resultado, afirmo la agroecología como un camino de resistencia cultural, valorización de la memoria colectiva y promoción de la autonomía de los pueblos del campo, reafirmando la importancia de la articulación entre universidad, comunidades y saberes populares en la construcción de relaciones sociales, económicas y ecológicas más justas, solidarias y menos degradantes. | |
| dc.format.extent | 12 f. | |
| dc.identifier.citation | SILVA, Micael Vinícius Ferreira da. Memórias plantadas no Agreste pernambucano: a resistência de um povo que faz brotar da terra e da união a mais verdadeira forma de autonomia. 2026. 12 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Agroecologia) – Departamento de Educação, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, 2026. | |
| dc.identifier.uri | https://arandu.ufrpe.br/handle/123456789/8389 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.publisher.country | Brazil | |
| dc.publisher.initials | UFRPE | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.rights.license | Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International | en |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ | |
| dc.subject | Memória autobiográfica | |
| dc.subject | Ecologia agrícola | |
| dc.subject | Sementes | |
| dc.subject | Extensão rural | |
| dc.subject | Campesinato | |
| dc.subject | Cultura popular | |
| dc.title | Memórias plantadas no Agreste pernambucano: a resistência de um povo que faz brotar da terra e da união a mais verdadeira forma de autonomia | |
| dc.type | bachelorThesis |
