Bacharelado em Agroecologia (Sede)

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TCC - Trabalho de Conclusão de Curso

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    Raízes que me sustentam: memórias de uma formação agroecológica
    (2026-02-09) Silva, Uézila Victória Lopes Felipe da; Duarte, Rebeca Oliveira; http://lattes.cnpq.br/2892457731367709; http://lattes.cnpq.br/9819744368967270
    Este Memorial apresenta a minha trajetória no Bacharelado em Agroecologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, atravessada pela experiência de atuar como trancista e educadora social em contextos periféricos. Ao longo do curso, as tranças — inicialmente um meio de sustento — se afirmaram como uma prática carregada de sentidos: cuidado, ancestralidade, construção identitária e fortalecimento das juventudes negras. A partir das oficinas realizadas em comunidades, escolas, ONGs e instituições públicas, discuto como essa prática dialoga com princípios agroecológicos, sobretudo no que diz respeito à valorização de saberes tradicionais, às relações horizontais e à promoção da vida de forma digna. O memorial articula vivências formativas, relatos, registros e reflexões teóricas que conectam território, educação étnico-racial e práticas ancestrais. Além disso, evidencia o papel da universidade na formação de profissionais que compreendem a agroecologia não apenas como técnica, mas como caminho para justiça social, autonomia e reconhecimento das múltiplas expressões culturais presentes nos territórios periféricos. Por fim, reforço a importância de reconhecer saberes produzidos por mulheres negras, jovens e comunidades que, com resistência e criatividade, sustentam práticas de cuidado, pertencimento e transformação social.
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    Começo, meio e começo: memória, território e transformação de um agroecólogo educador
    (2026-02-11) Santos, Matheus Cavalcante dos; Neves, Ana Paula; http://lattes.cnpq.br/1350935231230911; http://lattes.cnpq.br/1408994583439706
    Este trabalho em formato de Memorial busca articular a minha trajetória de vida com a formação acadêmica no curso de Bacharelado em Agroecologia, Campesinato e Educação Popular (BACEP). Para tanto, utilizei a filosofia ancestral difundida por Antônio Bispo dos Santos (Nêgo Bispo) de começo, meio e começo para nomear as seções que compõe o trabalho, pois ela ilustra a vida enquanto processos de ciclicidade, contrapondo-se a visão ocidental linear de tempo. Eu apresento no texto o processo de migração vivida pelos meus avós e país, meu território de vida, meu caminho trilhado na agroecologia, e as minhas experiências no BACEP. Faço uma reflexão dialógica entre os temas: Circuitos Curtos de Comercialização e Economia Solidária, e discorro sobre as Relações Étnico-Racial e como o questionamento acerca da denominação de minha racialidade me levou a buscar por mais histórias de minha genealogia, fazendo com que eu encontrasse no Nordeste as minhas raízes ancestrais. Por fim, que na realidade é um novo começo, eu trago a importância de todas essas referências para a minha formação humana e profissional, enquanto agroecólogo-educador, comprometido com as urgências ambientais e sociais contemporâneas.
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    Do pé de seriguela no carrasco ibiapabano à UFRPE: memórias e caminhos de uma agricultora agroecóloga
    (2026-02-11) Sá, Monaiane Silva; Neves, Ana Paula; http://lattes.cnpq.br/1350935231230911; http://lattes.cnpq.br/0631065874744805
    Apresento minha trajetória formativa no Bacharelado em Agroecologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, articulando meus aprendizados acadêmicos com minha história de vida como agricultora familiar. Utilizo como base metodológica a análise de relatórios e aulas, a revisão bibliográfica e a realização de uma roda de conversa com os moradores pioneiros do Sítio São João. Exploro a construção da minha identidade e a complexidade do território do carrasco, discutindo os desafios e a resistência da comunidade frente ao modelo de desenvolvimento convencional. Apresento a proposta pedagógica do curso, fundamentada no regime de alternância, que integra a vivência universitária ao cotidiano produtivo e social do campo em um processo contínuo de ação, reflexão e ação. Aprofundo as discussões sobre extensão rural dialógica e segurança e soberania alimentar e sistemas agroalimentares, contrapondo o modelo de difusão tecnológica à valorização dos saberes tradicionais e da agrobiodiversidade local. Demonstro como a diversidade produtiva nos quintais familiares assegura a resiliência do sistema e a autonomia de quem produz. Reafirmo meu compromisso ético e político com a agroecologia ao concluir este processo de formação, buscando aplicar os conhecimentos adquiridos para fortalecer a sustentabilidade no meu território de origem.
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    Memórias plantadas no Agreste pernambucano: a resistência de um povo que faz brotar da terra e da união a mais verdadeira forma de autonomia
    (2026-02-12) Silva, Micael Vinícius Ferreira da; Silva, Ana Cláudia de Lima; http://lattes.cnpq.br/1254542675743579; http://lattes.cnpq.br/8927234280082515
    Neste memorial, sistematizo minha trajetória formativa, territorial e afetiva na agroecologia, articulando vivências acadêmicas e experiências construídas junto a comunidades rurais que tive contato, sobretudo no Agreste pernambucano. O trabalho tem como objetivo refletir sobre como essas experiências contribuíram para minha compreensão da agroecologia como prática social, política e cultural. Utilizando como método a escrita memorialística de caráter descritivo e analítico, dialogando com vivências de imersões, mutirões, estudos de etnoagroecossistemas e processos de educação popular. Destaco minha atuação em redes e iniciativas como a Rede SEMEAM, a Rede de Intercâmbio de Sementes, a Ecofeira da Rural e o Programa Mais Gestão, espaços que fortaleceram minha prática extensionista e meu compromisso com os saberes do campo. Discuto o papel das sementes crioulas, da extensão rural agroecológica e das expressões culturais camponesas como elementos centrais de resistência ao apagamento histórico e identitário. Evidencio também a relação entre cultura, território e pertencimento, compreendendo as manifestações populares como formas de produção de conhecimento e de fortalecimento comunitário. Como resultado, afirmo a agroecologia como caminho de resistência cultural, valorização da memória coletiva e promoção da autonomia dos povos do campo, reafirmando a importância da articulação entre universidade, comunidades e saberes populares na construção de relações sociais, econômicas e ecológicas mais justas, solidárias e menos degradantes.
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    Minha tecitura na trilha do bem viver: réstias do tempo, o curso da vida e o chamado agroecológico
    (2026-02-12) Farias, João Durval; Peres, Flávia Mendes de Andrade e; http://lattes.cnpq.br/2493398194909644; http://lattes.cnpq.br/5429870398249307
    O texto apresenta um memorial acadêmico e autobiográfico que relata a minha trajetória no Bacharelado em Agroecologia da UFRPE (Campus Recife), entre 2019 e 2026. Intitulado Minha Tecitura no Caminho do Bem Viver, este trabalho organiza-se em três partes: Réstias do Tempo, que aborda memórias familiares, o território de origem e as bases formativas; O Curso da Vida, que reflete sobre experiências pessoais, profissionais e acadêmicas após sair de Pesqueira-PE, em diálogo crítico com a agroecologia; e O Chamado Agroecológico, que trata do envolvimento no curso, das vivências em sala, nos territórios, estágios e perspectivas futuras. Nesse percurso, percebi como as práticas integrativas contribuem para processos de cuidado mais humanos, inclusivos e não invasivos, valorizando subjetividades, vínculos e escutas coletivas. Na Gruta, além do cultivo das plantas, construímos relações horizontais, trocas de saberes e afetos, fortalecendo o diálogo entre agroecologia e saúde, aspecto que registrei em meus relatórios acadêmicos. Entre o curso de Agroecologia e a necessidade de sustento, criei a Tenda do Viajante, circulando pela cidade com produtos artesanais, enquanto mantinha viva minha conexão com a agroecologia. Finalizo esse período destacando a participação no XI Congresso Brasileiro de Agroecologia, em Sergipe, onde, em meio à diversidade de territórios e saberes, reafirmei meu compromisso com o Bem Viver, a agroecologia e a defesa da vida em sua complexidade.
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    Entre raízes e concretos: memórias agroecológicas e reencantamento dos territórios urbanos
    (2026-02-10) Torres, Diogo Batista; Silva, Ana Cláudia de Lima; http://lattes.cnpq.br/1254542675743579
    Esse trabalho relata minha trajetória de vida e no curso de Bacharelado em Agroecologia, destacando os aprendizados adquiridos ao longo da minha formação e as conexões entre teorias e práticas, na construção do meu perfil como agricultor periurbano e educador popular, percorrido em minha vida e que me levaram pouco a pouco para a trilha da agroecologia. Vários processos que me envolveram e como isso tudo me influenciou para que eu escolhesse a agroecologia como um caminho de vida ensinamentos enquanto criança e orientações familiares, por causa disso desenvolvi uma linha do tempo que vai desde meus primeiros passos de vida e minha linha de tempo que detalha o meu período de formação no BACEP e até atual momento. Após relembrar todo meu passado de vida, faço a reflexões das temáticas que mais me abriram os olhos, esses eixos prioritários que atravessam meu papel atual enquanto educador popular e agroecólogo, como as temáticas de compostagem e gestão de resíduos apresento como coloco em prática esses aprendizados que tive ao longo do tempo, refletindo sobre agroecologia em contexto urbano. Nesse sentido o memorial em questão tem um lado pessoal, que fala dos meus caminhos e outro que fala sobre minha vida acadêmica dentro de uma universidade de referência.
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    Educação e Agroecologia: um ato político no campo e na cidade
    (2026-02-10) Ferro, Célia Bernadete; Silva, Gilvânia Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3816764037807462; http://lattes.cnpq.br/3965631503641880
    Aqui apresento o meu memorial, fruto da construção de conhecimentos e práticas construídas nos últimos 4 anos que cursei o Bacharelado em Agroecologia na UFRPE. As ferramentas utilizadas para construir esse trabalho foram os relatórios dos semestres, vivências com as comunidades durante a imersão e o tempo comunidade, além de leituras sistematizadas das temáticas que mais me chamaram atenção que foram Educação Popular, Educação do Campo e Educação em Agroecologia. A Educação do Campo consiste numa prática social que envolve todos, familiares, escola e à sociedade em geral e alguns grupos sociais, reivindicam pelo reconhecimento de sua particularidade territorial, sobretudo os diferentes sujeitos políticos que vivem no campo, assim reivindicam por uma proposta educativa construída a partir das lutas e resistências dos povos do campo, das águas e das florestas, reconhecendo-os como sujeitos históricos de direitos e produtores de conhecimentos. Nesse contexto, a Educação Popular, fundamentada em princípios freireanos, contribui para a construção de processos educativos dialógicos, participativos e emancipatórios, nos quais o saber popular é valorizado e articulado ao conhecimento científico. A Educação em Agroecologia emerge como um eixo integrador dessas perspectivas, ao propor práticas educativas voltadas para a sustentabilidade, a soberania alimentar e a valorização dos territórios, contrapondo-se ao modelo hegemônico do agronegócio. Assim, a articulação entre Educação do Campo, Educação Popular e Educação em Agroecologia fortalece processos formativos críticos, contextualizados e comprometidos com a transformação social, a justiça socioambiental e a autonomia dos sujeitos do campo, promovendo uma educação vinculada à realidade, às relações de trabalho e aos modos de vida camponeses.
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    Movimento e agroecologia: caminhos de construção do eu-educadora
    (2025-04-15) Brasileiro, Amanda Kelly Gonçalves; Silva, Ana Cláudia de Lima; http://lattes.cnpq.br/1254542675743579; http://lattes.cnpq.br/7451479145200832
    Este memorial apresenta a minha trajetória durante a formação no Bacharelado em Agroecologia, Campesinato e Educação Popular, da Universidade Federal Rural de Pernambuco no período de 2019-2024. Por meio de uma análise reflexiva e utilizando de registros escritos/fotográficos por mim sistematizados durante aulas, pesquisas de campo, imersões e culminâncias, desenvolvo minha caminhada no curso a partir do enfoque nos etnoagroecossistemas adotados. Para aprofundar o percurso de formação, busco passar por cada eixo temático do curso, destacando os acontecimentos mais importantes e em formato de linha do tempo, contemplo todos os períodos, do primeiro ao oitavo, refletindo acerca das temáticas abordadas: extensão rural agroecológica e movimentos sociais e agroecologia. A partir dos caminhos que encontrei, faço a relação entre as temáticas de aprofundamento e a minha construção enquanto agroecóloga-educadora, trazendo para o texto a minha participação no movimento social e em projetos de extensão universitária.
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    Natureza e agroecologia: práticas de regeneração para construção de saberes à outro mundo possível
    (2025-03-18) Rebonato, Lara Heloísa Mendonça; Silva, Gilvânia de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3816764037807462; http://lattes.cnpq.br/5787163688708303
    O presente trabalho relata as vivências apreendidas no Bacharelado em Agroecologia, experienciadas por mim durante a graduação, transformando-me em agroecóloga-educadora no decorrer dos quatro anos de curso. Revivi e aprofundei as temáticas que adornam a minha atuação em campo a partir da escolha metodológica da revisão de todas escritas produzidas durante o curso, em sua abrangência, culminâncias, relatórios e sistematizações feitas para essa escrita. A construção do conhecimento agroecológico é elucidada em como os serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural Agroecológica animam os processos participativos nas comunidades rurais a partir da sensibilização a prática das Agriculturas Sustentáveis com o resgate e manutenção da Agrobiodiversidade para, ou, em prol do desenvolvimento rural sustentável absorvidas nos territórios adotados durante o curso. Germinar como agroecóloga-educadora é um transformar constante em busca de construir diálogos com a agricultura familiar que edifiquem a participação e atuação das agricultoras(es) nos processos de socioeducativos de regenerabilidade da Natureza.
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    Construção de conhecimentos em agroecologia: memórias dos caminhos que percorri e das transformações que vivi
    (2025-03-17) Sampaio, Malu Rocha; Andrade, Horasa Maria Lima da Silva; http://lattes.cnpq.br/4314101991387960; http://lattes.cnpq.br/3812230754378461
    Desde que ouvi falar em agroecologia, me senti profundamente encantada pelos seus princípios e diretrizes, tendo como ideal a busca por formas de existir em consonância e respeito com as naturezas e seus ciclos, os territórios e suas particularidades, as culturas nas suas inúmeras expressões, as tradições com seus ensinamentos e a sociedade e toda sua diversidade. O objetivo deste trabalho é descrever o meu percurso, enquanto estudante do curso de Bacharelado em Agroecologia, com ênfase em Campesinato e Educação Popular – BACEP, e como ele foi se moldando a partir do que eu sou, dos territórios que frequentei, das práticas, descobertas, relações, afinidades e inúmeros aprendizados que fui construindo ao longo dessa intensa caminhada. Foi utilizada a metodologia imersiva, tendo em vista os processos educativos vinculados sempre às práticas reais do cotidiano, sejam elas durante as atividades em campo, as imersões, os estágios, os programas que fiz parte, entre outros. Observando todo esse caminhar, percebo o quanto mergulhei nas relações de produções que buscam formas mais autônomas e sustentáveis; escoamento da produção e garantia de melhores rendas; acesso a políticas públicas; e processos de cooperação e autogestão.